quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Arrepender-se de dar?
Se há coisa que me faz confusão é ouvir alguém dizer que se arrepende de ter dado algo a alguém.
Porque para mim, quando se dá algo (seja algo material ou não) dá-se porque temos vontade de dar, porque naquela altura assim faz sentido. E nunca para receber algo em troca ou apenas porque é suposto dar ou porque fica bem.
Para mim dar faz sentido quando é sentido... parece uma repetição, mas não consigo dizê-lo de outra forma.
E, se um dia fez sentido, então não há arrependimento possível. Por muito que aquilo que venha depois mude a nossa percepção sobre aquela pessoa, por muitas coisas que ela faça que nos magoem, por muito que...
... está feito, está feito.
E, se na altura o fizemos (ou melhor, se o fizemos porque sentíamos que o devíamos fazer) então não há margem para nos arrependermos. Não há. Não pode haver!
O que vem a seguir não muda o que veio antes e o que deu sentido ao acto. Por muito que isto seja difícil de aprender (e é, se é...) as coisas más que acontecem posteriormente não tiram (não podem tirar não podemos deixar) significado as coisas boas que aconteceram antes.
Às palavras, aos actos, ao significado de tudo isso...
E nunca, mas mesmo NUNCA, devemos dar algo a alguém porque esperamos algo em troca! Acho que isso é mesmo uma das coisas que mais confusão me faz.
Talvez porque para mim dar e partilhar são duas ds coisas mais bonitas que existem e custa-me quando vejo alguém a conspurcar o significado destes dois actos, a fazê-lo com segundas intenções, a fazê-lo por puro interesse.
Por puro egoísmo...
Porque quer algo e porque como não sabe apenas pedir o que quer, dá algo, para ver se compra a outra pessoa.
Só que há uma coisa que essas pessoas não sabem: é que o amor e os sentimentos em geral não se compram.
Até podem existir pessoas que se vendem a troco de dinheiro (e isto para mim é uma prostituição bem maior do que aquela cometida nos bosques de monsanto) mas o dinheiro só compra uma parte: a parte material da coisa... nunca a parte humana!
É por isso que quando (me) dou, dou por inteiro.
E by the way: adoro dar!
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Carta aberta aos médicos deste país
E admiro-os porque, além de somarem anos e anos de estudo até poderem exercer autonomamente a profissão, nunca podem deixar de estudar, e têm uma vida completamente louca e sem horários, o que muitas vezes lhes sacrifica a vida pessoal e social.
Provavelmente vai haver pessoas a ler isto que vão pensar, ou até dizer, que têm bons ordenados e prestígio social.
Mas eu digo-vos desde já que não acho que os bons ordenados, que só são bons quando comparados com a média do país e não pagam o trabalho, a falta de horários e a dedicação, e o prestígio social não chegam para que alguém queira ser médico e se mantenha médico durante muitos anos.
E que os médicos têm a minha admiração. Aqueles que se mentém fieís à profissão pelo menos. Que continuam a dar consultas mesmo que já tenha passado a hora e saibam que as horas extra não vão ser pagas, que estão sempre disponíveis para os doentes, que trabalham horas e horas seguidas.
E fiz referência aos oncologistas e cirurgiões porque acho que são dos que mais admiração merecem. São duas especiailidades que eu sei que não conseguiria exercer. E é daí que vem a minha admiração.
O meu pai costuma dizer que se tivesse de pedir um autogáfo a alguém seria aos médicos que todos os dias lutam para ajudar as pessoas, para salvar vidas, que operam durante horas e horas seguidas e continuam ali fieís à profissão e aos doentes e eu subscrevo em baixo.
Por tudo isto e por actualmnte passar tanto tempo em Hospitais e me aperceber desta realidade da qual muitas vezes não nos lembramos, aqui fica o meu obrigada a todos os que dedicam o seu dia às pessoas. E que tantas vezes são esquecidos. Porque a maior parte das pessoas exigem reclama, acha que os médicos têm de estar ali sempre prontos, mas esquece-se de que também são pessoas, têm vida e sentimentos, e de que um obrigado fica sempre bem.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Orgulho & Preconceito
"Sometimes the last person on earth you want to be with is the only one you can't be without"E eu quero um Mr. Darcy. Porque tem defeitos como todos nós e não os esconde, porque luta contra o que sente mas no fim acaba por perceber que o amor é o mais importante. E aí faz tudo pela pessoa que ama. Não para se vangloriar, não para que ela saiba. Aliás, até o tenta esconder dela. Fâ-lo porque realmente a ama e sabe que a vai fazer feliz. E isso é... muito bonito. Não só o fazer, mas sobretudo o fazê-lo sem se vangloriar, porque aí mostra que o faz por inteiro, que o faz por ela e não para tirar alguns benefício disso. Sem lamechices, mas com muito, imenso amor. E o que mais me puxa, sem dissimular os defeitos. Nem ele, nem ela. Sendo sendo aquilo que verdadeiramente são. Seres humanos, cheios de imperfeições, mas com uma enorme capacidade de amar, de se entregar e de se dar... E que, embora inicialmente lutem contra o que sentem, ele por preconceito e ela por rogulho, acabam por perceber aquilo que realmente é importante...
Porque é que eu quero um Mr. Darcy?
Acho que o Mr. Darcy é assim a versão real do princípe encantado que nos venderam quando éramos pequenas. Porque tem defeitos. Porque não os esconde. Quem me conhece sabe bem a importância que dou ao facto de as pessoas mostraem os defeitos que têm e de não os mascararem para agradar... Porque não usa palavras bonitas para dizer que ama. Age. Mostra o que sente através do que faz. Por ela. Para a fazer feliz. Independentemente de isso vir a alterar ou não a relação deles. E como já referi, sem fazer publicidade a si mesmo. Ou seja, genuinamente. Sem ser para que ela goste dele ou para que perceba que ele é isto ou aquilo. Não. Porque ele mostra-se exactamente como é. Até com mais defeitos. Não inventa virtudes nem disfarça defeitos com cores do arco-íris que depois quando se desvanecem só deixam à vista o cinzento feio da mentira e do cinismo... Não diz frases bonitas e lindas só porque sim. Diz o que sente. E é sincero quando também diz que lutou contra o sentimento pelo preoconceito que sentiu em virtude de algumas das características dela. Mas não conseguiu. Porque a ama. Pelo que ela é, apesar de tudo. E para mim, isso é amar por inteiro. Amar com defeitos, amar sem disfarces, fazer as coisas porque vão fazer o outro feliz e não porque o vão fazer gostar mais de nós...
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Um ano e uns dias de blogue
domingo, 20 de dezembro de 2009
Ídolos
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
- Gosto do Malato
- Já estive em Nova Iorque e não fiquei fascinada pela cidade
- Vejo o programa Dança Comigo
Estas são assim as três coisas de que me lembro agora que são capazes de pôr muita gente de cabelos em pé. Prometo que se me lembrar de mais alguma acrescento. Sim?
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
(Ausência)
domingo, 6 de dezembro de 2009
Querido Pai Natal
Então cá vai o pedido.
Faz com que a minha mãe fique boa, volte a ter muita saúde e viva por mais uns bons anos, fazes?
Obrigada!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Um pequeno esclarecimento
É MOR-TA-DE-LA.
E não mor-taN-de-la.
Perceberam? Estamos então entendidos? É que ouvir dizer mortandela, logo de manhã, fere-me os ouvidos.
Não sabem como se diz ou não se lembram? Olhem para a embalagem do produto, aquele papelinho que embrulha o rolinho da dita mortadela. Está lá escrito.
