segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Se quiseres que alguém te ligue, basta apagares o número dessa pessoa da tua lista de contactos do telemóvel.

P.S.: é que hoje já é o segundo telefonema de pessoas que ontem apaguei da lista de contactos.
Decididamente, há homens que não se tocam.
Um em particular.
Há pelo menos uns três anos que me telefona e aparece cá em casa, apesar de eu ser sempre seca com ele e lhe responder em monossílabos.
Há uns tempos que andava em silêncio. E eu ontem eliminei o número dele. Pensei que já não me chateasse.
Mas estava enganada.

Porque nós mulheres... #2

às vezes (também) somos mesmo assim.
Não sabemos bem aquilo que queremos, mas queremos sempre o que não temos.
Quando temos já não sabemos se, afinal, queriámos mesmo ou não.

domingo, 8 de Novembro de 2009

(Ai...)

(Rui Santos)

Porque nós mulheres...

... às vezes somos mesmo assim.
Achamos que os homens têm de adivinhar aquilo que nós queremos, mesmo não dizendo uma única palavra. E ficamos chateadas, tristes e irritadas quando eles não nos percebem. O mesmo se aplica a quando fazem ou dizem algo que não gostamos. Amuamos em vez de falarmos e explicarmos. O problema é que nos esquecemos que ninguém tem de adivinhar o que nos vai na cabeça, no coração e na alma. E, se não falarmos, para a próxima acontece o mesmo e lá voltamos nós a ficar tristes, amuadas e a achar que eles não gostam de nós. E esquecemo-nos também que eles não têm o dom da intuição, competência emocional muito mais desenvolvida nas mulheres do que nos homens. E, na maior parte das vezes, uma conversa sincera evitava tudo isto. Mas, para acrescentar a tudo isto, muitas vezes ainda nos queixamos que eles não querem falar.

sábado, 7 de Novembro de 2009

Gostar de Alguém

(Há uns tempos que ando para escrever sobre isto e fica desde já aqui prometido que o farei, mas, enquanto não faço, aqui fica algo que acabei de ler e gostei muito. Podem ler o texto todo aqui, algo que aconselho vivamente.)

"Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós."

sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

E esta aqui...

é a autora deste blogue. Ou seja eu. Ainda não de cara totalmente descoberta mas já o suficiente para terem uma ideia de mim.