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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Há pessoas fantásticas não há? Pessoas que têm a capacidade de viver a vida na sua plenitude, que sabem saborear os mais pequenos detalhes, que transmitem felicidade, harmonia, paz. Que estão de bem com a vida. Que conseguem lembrar-se que o sol continua a existir mesmo que naquele momento as nuvens lhes ensombrem o caminho. E o que eu gosto de pessoas assim. Que nos lembram que o que realmente importa são as pequenas coisas que nos fazem felizes. Como um abraço. Um raio de sol que entra pela janela e nos aquece por dentro. Um sorriso partilhado. A nossa mão na mão de alguém. Os planos e os sonhos e as vontades. Que gostam de gostar das pessoas. Que são corajosas e determinadas e positivas e não viram a cara aos problemas. Que não se deixam abater por eles ainda que obviamente também fiquem tristes. E eu gosto muito de pessoas assim. Que nos encantam com a fantástica energia que têm. E aqui na blogosfera temos uma pessoa assim, a minha querida Miss Glitering, dos apetecíveis Às nove no meu blogue e Misteriosa Atracção, que encaixa na perfeição na descrição que acabei de fazer, e que é um encanto de pessoa. E hoje apeteceu-me dizer-lho assim desta forma. Parabéns por seres como és minha querida. Ainda que não te conheça pessoalmente gosto muito de ti.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Metabloguismos #2

E agora passemos a coisas realmente interessantes. Já aqui disse que gosto do mundo da blogosfera não já? Que este mundo tem trazido pessoas muito interessantes à minha vida pois foi? E como até agora só falei na minha R., de quem gosto mesmo muito, hoje vou falar noutra menina que tenho tido o imenso de prazer de conhecer, que muito admiro e com quem gosto muito de falar. Minha querida S., foi um privilégio a partilha de ontem à noite. Obrigada pelo voto de confiança.

Agora a sério

Já que o texto que escrevi abaixo bem como os comentários no Crónica das Horas Perdidas, suscitou tantas dúvidas vamos lá esclarecer isto de uma vez por todas.
Não acharam mesmo que eu estava a falar a sério pois não?
Pessoas, eu já aqui escrevo há mais de um ano. Acho que já deu para perceber o que é que eu considero questões importantes ou não. E além disso sabem que neste momento passo por situações delicadas o que faz com que me foque nas coisas essenciais.
Foi uma brincadeira. Falámos bastante nisso. Pois que falámos. E vem daí algum problema? Sentido de humor sabem o que é?
Que eu saiba não ofendemos ninguém. Nem dissemos que as pessoas tinham feito mal em aceitar o telemóvel. Mesmo sendo brincadeira mencionámos apenas a Samsung.
Se gostávamos que nos tivessem contactado. Falando só e apenas por mim eu gostava. Mais porque isso significa que leêm o nosso blogue e o acham um sítio interessante para fazer publicidade do que pelo próprio telemóvel. Sou de facto uma pessoa de Nokias. Gosto dos menus. E apesar de já ter tentado não consigo mudar.
E por esse motivo se tivesse sido contactada a propósito do telemóvel tinha feito um passatempo. Mas isso seria a minha opção. Tão válida como quem tomou a opção de ficar com ele.
Nunca aqui nem noutro lado ninguém me viu dizer que as pessoas tinham feito mal. Ou criticá-las por terem ficado com o telemóvel. E por isso não fazem sentido alguns comentários que aqui surgiram.
Disse que achava mais interessante quando os blogues, a par de publicidade, faziam passatempos com os objectos. Disse e reafirmo. Porque de facto acho mais interessante mas isso não significa que tenha criticado quem aceitou o objecto sem fazer passatempo.
E não também não tenho inveja. Não vou dizer que nunca tenho invejas mas quando as tenho, e apenas invejas daquelas boas de também querer para mim e não de desejar que os outros não tenham, versam muito mais do que um simples telemóvel. Foi tão só e apenas uma brincadeira de alguém que admite qye gostava de ter sido contactada para esta iniciativa. Que versou a Samsung ou lá quem enviou os telemóveis e não as pessoas contactadas. Mais pelo que o gesto significa do que pelo objecto em si.
Agora estamos entendidos?

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Movimento de bloggers muito boas que não gostam da Samsung

Ora aqui está o movimento prometido no blogue da Luna. Somos bloggers fantásticas que se resolveram juntar para dizer que não gostamos da Samsung. Mas claro que não é por a Samsung não nos ter dado um telefone. Nem por nos sentimos ostracizadas. Muito menos por nos sentirmos postas de parte. Não. Alguma vez isso seria possível? Nós não gostamos é da Samsung e resolvemos criar este movimento agora porque... enfim... porque... hum... porque... Bem, isso agora não interessa mesmo. Apeteceu-nos e pronto. A Samsung é feia e alguém tinha de o dizer. Convido todas as meninas donas de blogues muito bons e que não gostam da Samsung a deixar aqui um comentário só para mostrar que somos muitas. E também para mostrar à Nokia, à Apple e a Sony Ericsson que estamos dispostas a receber presentes deles.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Então...

... mas querem lá ver que sou a única blogger que não tem direito a um Samsung Diva? Ó Rodrigo que anda para aí a oferecer telemóveis a todas as meninas dos blogues, a menina aqui também quer um telefone. É que o meu é da concorrência, está farto de cair ao chão e não tem ecrã touch. Prometo fazer publicidade e quem sabe talvez sortear o bichito. Será que há aí um de sobra para mim? Sim? É só enviar um e-mail para vidadeumagaija@gmail.com que eu faço o sacrifício de aceitar o presente e ivrá-lo desse que ficou aí esquecido e não consegue oferecer a ninguém. Combinado? Diga lá que não sou querida.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Querem fazer-me perguntas?

http://www.formspring.me/vidadeumagaija

Das marcas das coisas e nas coisas

O problema deve ser meu. É que tendo em conta tudo o que se vê escrito por aí tem mesmo de ser. Mas eu não gosto de carteiras (nem camisolas, nem pólos, nem óculos de sol ou de ver) que tenham o monograma da respectiva marca estampado por tudo quanto é lado. E eu gosto de coisas de determinadas marcas, tipo sacoor e gant e burberrys. Mas discretas please. Além de não gostar de andar a fazer publicidade paga por mim, não acho bonito, nem preciso que todas as pessoas saibam que eu tenho poder de compra para aquele artigo. Mesmo. Até posso comprar o artigo igualzinho. Mas sem a marca a gritar "olhem para mim". E há certos produtos que acho demasiado caros para o que são mas isso já é outra conversa. E não pretendo com isto criticar ninguém. É apenas a minha opinião. E nunca me passaria pela cabeça deixar um comentário num blogue de alguém que tivesse comprado ou fosse comprar um artigo assim a dizer "não gosto nada". Porque não gostar é uma coisa, dar opiniões que não fazem sentido a outras pessoas é outra, e ser incoveniente pior ainda.

Assim se fala em bom português

Verbo haver (ê)
v. tr. (Significa verbo transitivo, pedindo por isso, um complemento)
Significados:

1. Ter, possuir, estar na posse de.
2. Conseguir.
3. Considerar, julgar.
4. Existir. (v. impess.)
5. Acontecer, suceder. (v. impess.)
6. Ser decorrido, passar-se. (v. impess.)
v. pron.
7. Portar-se, proceder.
v. auxil. (significa que pode ser utilizado como verbo auxiliar nas seguintes situações)
8. Usa-se seguido do particípio passado, para formar tempos compostos (ex.: haviam estudado, havia comido, haverão pensado, haveríamos dormido, houvessem esperado). = ter
s. m.
9. Crédito (nos livros comerciais), fortuna, bens. (Usado também no plural)

Fonte: dicionário priberam da língua portuguesa

E porque é que eu resolvi escrever isto aqui? Porque o verbo haver com sentido de existir, acontecer, passar-se é um verbo impessoal, ou seja não é conjugado plural. E eu vejo isso escrito tantas e tantas e tantas vezes por aí. No meu gusta. Não. Não. Não.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Carnaval?

Não sei se os portugueses estarão conscientes de que no Brasil, por esta altura, é Verão e as temperaturas andam à volta dos quarenta graus. E que é por isso que os desfiles de carnaval, por essas bandas, têm bailarinas com pouca roupa. É que chega a ser ridículo ver os desfiles de Carnaval em Portugal. Além de as bailarinas não terem o corpo das brasileiras. Para lá de as tradições de cada país deverem ser mantidas. Mais do que tudo isso o frio que se faz sentir nesta época faz com que tudo seja ainda mais fora de contexto.
Estamos em Portugal, país bastante diferente do Brasil, e com tradições próprias. As grande maioria das mulheres portuguesas, sobretudo as que se aceitam despir neste tempo, não têm os corpos das brasileiras. O nosso país, situando-se no hemisfério norte, encontra-se nesta altura, numa estação que se chama Inverno e na qual normalmente chove e faz frio. Será que é assim tão difícil perceber?
É que com todas estas coisas até se torna fácil perceber a Marta Leite Castro dizer que preferia ter nascido brasileira. Se, nestes três dias, o país inteiro se esquece da sua identidade, história e tradições, como é que nos podemos admirar? É que ao que se saiba eles não nos tentam imitar.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Pergunto-me...

porque é que as pessoas têm sempre tantas opiniões sobre a vida dos outros e tão poucas sobre as suas próprias.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Eu não gosto de erros ortográficos como já disse aqui muitas vezes. Mas ver escrito concordá-se em vez de concordasse é algo que nunca esperei. Concorda-se já é mau, concordá-se então é péssimo.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Ser e parecer

As pessoas que passam a vida preocupadas em parecer alguma coisa não percebem que, se em vez de tentar parecer, gastarem esse tempo em ser essa mesma coisa, vão parecê-la também, e assim faz muito mais sentido.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Há uns dias li, num artigo da Visão (para os que, há uns tempos me disseram que os desiludiu eu ler a TV 7 Dias, que não leio, apenas li dois artigos que deram direito a texto aqui no blogue, pasmem-se, eu também leio, e leio mesmo, revistas de notícias, crónicas e informação) esta frase:

"Há um lugar na mancha das frases inolvidáveis, de cujo nome não consigo lembrar-me (talvez num livro, talvez num filme...), que diz qualquer coisa como isto: as pessoas esquecem o que fizeste, esquecem o que disseste, mas jamais esquecem como as fizeste sentir."

A frase continua. Dando depois lugar ao que este tipo de coisas pode levar. Nomeadamente a actos de violência conta quem fez as pessoas sentirem determinadas coisas. Até porque é um artigo sobre o filme "O Laço Branco", que, não tendo visto, sei que apresenta uma hipótese de justificação para o comportamento dos Alemães que levaram Hitler ao poder.

Mas não é isso que me interessa. Coloquei a frase aqui porque acho que é fundamental termos sentido de empatia. Conseguirmos perceber o que as nossas frases, actos, e até omissões, causam nos outros. Porque mesmo que não venham a dar episódios de violência pode contribuir para que essa pessoa se sinta desvalorizada. Que se questione enquanto pessoa. Que acabe por ter comportamentos que a prejudiquem baseada em algo que ouviu. Porque acima de tudo ninguém é saco de boxe de ninguém. E se estamos tristes, chateados ou irritados, podemos desabafar, tendo o devido cuidado de perceber se o que vamos dizer vai interferir no momento de vida que a pessoa está a viver, mas não temos o direito de descarregar em alguém. Há tantas coisas que podemos fazer para descomprimir. Ver o mar. Ler. Gritar. Chorar. Não fazer nada. Conduzir. Compras. Nada disto ou tudo ao mesmo tempo. Mas maltratar as pessoas como forma de expiarmos as nossas frustrações é que não. Porque não serve de nada. Não alivia nem traz conforto. Magoa os outros. E a longo prazo acaba por nos trazer mais frustrações porque vai afastando as pessoas de nós. Ninguém gosta de se sentir rebaixado, de sofrer humilhações ou de ser maltratado.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Sobre os livros e os autores e os preconceitos

Gosto muito de ler e leio quase tudo. Mas no topo das preferências estão autores que eu saiba que nos seus enredos falam sobre coisas que me vão fazer aprender. E não sou preconceituosa nem em relação a autores nem em relação a livros. Posso dizer que não leio Margarida Rebelo Pinto e outras autoras do género. Tal como não leio Paulo Coelho. Mas já li ambos muitas vezes. E na altura em que li, gostei, e acho que aprendi. E, de certeza, não me acho superior a ninguém que ainda leia e goste desse tipo de leituras. Primeiro porque não tenho paciência para quem se acha superior aos outros. Seja o motivo qual for. Porque, se somos melhores que determinada pessoa numa determinada tarefa, de certeza que não o somos noutra. Porque não há pessoas perfeitas. Tal como não há pessoas totalmente imperfeitas.
Se há coisa que prezo num livro é que me ensine alguma coisa. E quando falo em ensinar tanto pode ser aumentar a minha cultura geral, como a minha inteligência emocional. Seja por falar de história, ciência, medicina ou por referir situações da vida emocional pelas quais posso vir a passar mais tarde ou pelas quais já tenha passado e me mostrem novas perspectivas de ver, pensar e sentir as coisas.
E porque é que eu estou para aqui a dizer estas coisas todas? Porque várias vezes leio por aí em blogues preconceitos sobre determinados livros. Nomeadamente Dan Brown, José Rodrigues dos Santos, Paulo Coelho, Margarida Rebelo Pinto, Nicholas Sparks e por aí em diante.
E eu acho uma parvoíce. Porque o que se devia pensar era que num país onde existe uma ileteracia tão grande o que importa é as pessoas lerem. E se Paulo Coelho e Margarida Rebelo Pinto eu já não leio porque já não me diz nada, leio os outros. Leio Nicholas Sparks quando me apetece um romanche lamechas, e leio Dan Brown com muito gosto, sem vergonha nenhuma e com a mente aberta.
Porque, e era sobretudo deste estilo de livros e de autores que queria falar, apesar de os thrillers muitas vezes serem repetitivos, e nos faltar um bocadinho a paciência, tudo aquilo que estes livros nos ensinam, sobre história, ciência, religião, faz com que valham a pena. E com que os preconceitos em relação a eles sejam parvitos.
Eu também não sou de carneiradas. E quando um livro vende muitos, e toda a gente o lê, e não se fala de outra coisa, fico um bocadinho de pé atrás, e hesito antes de o ler. Aconteceu-me isso com o Código Da Vinci. Mas quando o li senti que estava a aprender imenso. Não pela história em si mas pelas histórias dentro da história. E isso fez com que ficasse a gostar destes livros. Porque acho que nos ensinam mais do que os romances, Ainda que sejam excelentes romances. E no fundo eu gosto é de aprender.
Acho imensa piada aos anúncios do Continente, aqueles que dizem "uma refeição para quatro por apenas quatro euros" e depois têm ingredientes que sozinhos custam mais de 4€.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Que tal falarmos do Ídolos?

Eu nem sou muito apreciadora destes programas. Gosto de música, e gosto muito, mas não sou de reality shows. Sobretudo porque me faz muita confusão o avaliar as pessoas por algumas imagens que vamos vendo. E não se conhece ninguém em tão pouco tempo. Se até a nós próprios demoramos tanto tempo a conhecer. por isso dêem-me cinema, livrinhos, concertos e eu fico contente.
Mas o Ídolos começou quando a minha mãe estava internada no hospital depois de ser operada. E eu comecei a ver um bocado como escape. Distraía-me. E ainda distrai. Porque como comecei a ver quis continuar. Até porque os Domingos são tradicionalmente aquela noite em que estamos em casa no quentinho.
Acho que o Filipe tem muito boa voz. Isso é inegável. Mas não me consigo esquecer da fase de castings. Não digo que aquela hesitação tenha sido fabricada. Pode ter sido realmente genuína. Mas não é isso que interessa.
Porque eu não sou ninguém para avaliar pessoas sobretudo quando não as conheço.
E não é isso que está em jogo aqui certo? Quem somos nós para dizer se um deles é sincero, o outro fingido, se são boas pessoas ou não, se são genuínos?
Estamos à procura de um ídolo. Musical. Logo temos de ver quem canta melhor. Quem tem a melhor voz. Quem é mais versátil. Quem não se atrapalha a cantar seja que música for. Quem é mais animal de palco.
E em relação a isso, na minha opinião, não há dúvidas.
É a Diana. Que é uma artista completa. E tem um vozeirão que não se ouve com muita frequência. E a energia em palco? A versatilidade que mostra a cada música? O espectáculo que dá em cada canção?
Já para não dizer que parece que até hoje os vencedores tinham sempre o mesmo tipo de voz.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

E já são...

200 seguidores aqui do meu blogue. Só vos posso dizer OBRIGADA. E que irei continuar a escrever da forma que tenho escrito. Não se esqueçam da rúbrica "No divã com a Miss G.". E além disso sejam ou não questões que queiram ver "analisadas" estou sempre disponível em vidadeumagaija@gmail.com Posso demorar mas respondo sempre. Este blogue já trouxe à minha vida pessoas muito interessantes. Mas há sempre lugar para mais uns.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Frases

"Mesmo as noites totalmente sem estrelas podem anunciar, a aurora de uma grande realização"
Martin Luther King
Ora aí está algo em que hoje preciso mesmo de acreditar.