quinta-feira, 31 de março de 2011
Uma coisa que não gosto é que as pessoas se metam na minha vida sem que lhes tenha dado confiança para o fazerem. E se com esta frase posso parecer pouco humilde passo a explicar que o que quero dizer não é que não aceito críticas nem conselhos. Aceito. E até agradeço. Mas de pessoas a quem dei confiança para o fazerem. Que me conhecem bem o sufiente, que sabem dizer as coisas e que não atiram simplesmente coisas para o ar que não fazem sentido. Aquilo de que não gosto mesmo é de palpites. E foi isso que me aconteceu hoje quando a dona do sítio onde trabalho me telefonou, e por eu ter dito que estava no shopping me respondeu, "estás a gastar dinheiro?". Confesso que fiquei uns segundos em silêncio. Por acaso até tinha estado a falar com ela outro dia ao de leve sobre dinheiro mas será que isso lhe dá o direito de dar palpites? Por acaso até não estava a gastar dinheiro. Tinha ido fazer um recado a uma pessoa. Mas e se eu realmente precisasse de comprar alguma coisa? O que é que ela tinha a ver com o assunto? Por acaso até nos damos bem e é uma pessoa de quem gosto mas não somos amigas. Muito menos temos confiança para dizermos este tipo de coisas uma à outra. Claro que não é nada de grave, nem me ofendeu e nem sequer vou ficar zangada. Mas não gosto deste tipo de atitudes. Sobretudo porque eu não as tenho. E se às vezes me apetece dizer algumas coisas a algumas pessoas, antes páro e penso se tenho direito de o fazer e se aquilo faz algum sentido no âmbito da relação que temos e se vai fazer alguma diferença na vida da pessoa. Não atiro palpites. E por isso não gosto que o façam comigo. Sobretudo neste assunto. Porque, se até admito que há uns anos fiz algumas escolhas financeiras erradas, aprendi com elas e agora até considero que sei gerir bem aquilo que tenho.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Psicanálise dos contos de fadas
Existe um livro do autor Bruno Bettelheim, psicólogo infantil norte-americado judeu nascido na Aústria, chamado A psicanálise dos contos de fadas. Ainda não o li mas esta imagem que encontrei no facebook do pai de uma amiga fez-me lembrar o assunto. Gostei muito da mensagem transimitida. A brincar mostra aquilo que, muitas vezes sem nos apercebermos, vamos transmitindo às crianças durante o crescimento, altura em que elas estão a formar tudo aquilo que irão ser. E chega que não vos quero dar uma seca com lições de psicologia.
sexta-feira, 25 de março de 2011
E não é que graças a um passatempo no blogue desta menina, que por acaso é uma querida, ganhei pela primeira vez um passatempo? Obrigada à clinique e à Poisoned por ter feito o passatempo. E quando experimentar os produtos venho dizer o que achei.
quinta-feira, 24 de março de 2011
CENSOS
Estive agora mesmo preencher o questionário electronicamente. E não é que, mesmo depois de dizermos que estamos desempregados, nos "obrigam" a preencher informações sobre aspectos relacionados com o trabalho (tal como local de trabalho, empresa onde trabalhamos, número de pessoas que trabalham connosco)? Mas isto faz algum sentido? E como é electronicamente não podemos deixar as perguntas em branco. O que é que eu fiz? Escrevi, nos campos onde era possível, "estou desempregada tal como referi atrás por isso não faz sentido que me façam perguntas sobre trabalho". Ainda voltei atrás para verificar se tinha respondido mal a alguma pergunta mas verifiquei que não. Aconteceu isto a mais alguém? Pergunto como é suposto com este tipo de procedimentos obter um retrato da nossa situação.
segunda-feira, 14 de março de 2011
A geração e a música e o emprego: mas esta miúda não se cala com este assunto?
Vou tentar escrever sobre isto pela última vez. Porque é um assunto que já cansa. E onde cada pessoa tem um ponto de vista diferente, muito motivado pelo seu percurso profissional, e pelo das pessoas à sua volta.
O que me faz mais confusão, relativamente a este assunto e às diferentes perspectivas e às diferentes opiniões expressas, é que ne negue a crise que existe. Porque ela existe. Mas Portugal não tem estado sempre em crise? Tem. Mas a crise agora é mundial. E isso afecta ainda mais o nosso país do que todas as outras crises que temos vindo a atravessar. E esta crise tem uma expressão ainda maior nos jovens licenciados. E nos idosos também mas não é sobre isto que estou a escrever.
Sou da opinião que se deve trabalhar seja em que área for. E acho que isso ficou explícito no meu percurso profissional que descrevi uns textos abaixo. E também acho que uma das saídas para este desemprego tão acentuado é o empreendedorismo. A questão é que no que diz respeito a trabalhar em outras áreas as ofertas maiores são call centers, supermercados e lojas. E sabemos que esse tipo de empregos não garante futuro. Mesmo que os jovens se quisessem agarrar a isso e criar uma carreira muito dificilmente o conseguem. E relativamente à criação do próprio emprego a questão é que, por muita vontade que se tenha, muitas vezes não existe condições monetárias para tal. Por isso acho que o empreendedorismo é valorizável sim e é uma das soluções para a crise mas não podemos é achar que quem não o põe em prática é menos do que quem o põe. Porque se calhar não tem forma de o fazer.
Comentei alguns textos da Gata Escaldada onde se calhar até parecia que estava contra ela. Mas não estou. Nem contra ela, nem contra a Pólo Norte, nem contra ninguém que tenha escrito sobre o assunto. Tenho é uma perspectiva diferente em muitas coisas.
Mas concordo com muitas outras. Concordo com o facto de as licenciaturas terem de ser bem escolhidas. Com a necessidade de se criar a própria sorte. Mas, talvez pela minha realidade pessoal, e a das pessoas de quem estou rodeada, tenha percebido que nem sempre isso chega. E que nem sempre é o mérito que leva a que se alcance sucesso. E é sobretudo contra isto que estou. Não acho que o estado tenha de me arranjar um emprego. E penso que isso sempre ficou bem claro. Até porque eu não estou totalmente desempregada. O que acho é que tem que haver condições para que as pessoas possam mostrar o seu valor. E tudo o que escrevi se resume a esta última frase. Nem vou falar da questão dos recibos verdes, nem da falta de contratos de trabalho, nem dos contratos temporários que não o são. Também não vou falar das pessoas que esperam qu tudo lhes caia do céu aos trambolhões. Existem? Claro. Mas também existe quem trabalha, tenha iniciativa e valor e vontade e não o consiga mostrar. E é a estes que me refiro.
E não fui à manifestação? Motivos? A Pólo tem um comentário no blogue onde os explica. Charros, gadjets, alcóol. Não é esse tipo de coisas que vejo como uma manifestação séria. Mas aplaudo quem foi e não ficou sentado.
O que me faz mais confusão, relativamente a este assunto e às diferentes perspectivas e às diferentes opiniões expressas, é que ne negue a crise que existe. Porque ela existe. Mas Portugal não tem estado sempre em crise? Tem. Mas a crise agora é mundial. E isso afecta ainda mais o nosso país do que todas as outras crises que temos vindo a atravessar. E esta crise tem uma expressão ainda maior nos jovens licenciados. E nos idosos também mas não é sobre isto que estou a escrever.
Sou da opinião que se deve trabalhar seja em que área for. E acho que isso ficou explícito no meu percurso profissional que descrevi uns textos abaixo. E também acho que uma das saídas para este desemprego tão acentuado é o empreendedorismo. A questão é que no que diz respeito a trabalhar em outras áreas as ofertas maiores são call centers, supermercados e lojas. E sabemos que esse tipo de empregos não garante futuro. Mesmo que os jovens se quisessem agarrar a isso e criar uma carreira muito dificilmente o conseguem. E relativamente à criação do próprio emprego a questão é que, por muita vontade que se tenha, muitas vezes não existe condições monetárias para tal. Por isso acho que o empreendedorismo é valorizável sim e é uma das soluções para a crise mas não podemos é achar que quem não o põe em prática é menos do que quem o põe. Porque se calhar não tem forma de o fazer.
Comentei alguns textos da Gata Escaldada onde se calhar até parecia que estava contra ela. Mas não estou. Nem contra ela, nem contra a Pólo Norte, nem contra ninguém que tenha escrito sobre o assunto. Tenho é uma perspectiva diferente em muitas coisas.
Mas concordo com muitas outras. Concordo com o facto de as licenciaturas terem de ser bem escolhidas. Com a necessidade de se criar a própria sorte. Mas, talvez pela minha realidade pessoal, e a das pessoas de quem estou rodeada, tenha percebido que nem sempre isso chega. E que nem sempre é o mérito que leva a que se alcance sucesso. E é sobretudo contra isto que estou. Não acho que o estado tenha de me arranjar um emprego. E penso que isso sempre ficou bem claro. Até porque eu não estou totalmente desempregada. O que acho é que tem que haver condições para que as pessoas possam mostrar o seu valor. E tudo o que escrevi se resume a esta última frase. Nem vou falar da questão dos recibos verdes, nem da falta de contratos de trabalho, nem dos contratos temporários que não o são. Também não vou falar das pessoas que esperam qu tudo lhes caia do céu aos trambolhões. Existem? Claro. Mas também existe quem trabalha, tenha iniciativa e valor e vontade e não o consiga mostrar. E é a estes que me refiro.
E não fui à manifestação? Motivos? A Pólo tem um comentário no blogue onde os explica. Charros, gadjets, alcóol. Não é esse tipo de coisas que vejo como uma manifestação séria. Mas aplaudo quem foi e não ficou sentado.
quarta-feira, 9 de março de 2011
O rapaz do pijama às riscas

Ficha técnicaTítulo original: The Boy in the Striped Pyjamas
Género: Guerra, Drama,
País: Reino Unido
Ano: 2007 Duração
Duração: 94m
Classificação: M12
Intérpretes: Asa Butterfield, Jack Scanlon (II), Amber Beattie, Vera Farmiga, David Thewlis, Domonkos Németh, Zac Mattoon O’Brien
Realização e argumento: Mark Herman

Sinopse: Um rapaz de oito anos, Bruno, é o protegido filho de um agente nazi cuja promoção leva a família a sair da sua confortável casa em Berlim para uma despovoada região onde Bruno não encontra nada para fazer nem ninguém com quem brincar. Esmagado pelo aborrecimento e traído pela curiosidade, Bruno ignora os constantes avisos da mãe para não explorar o jardim, por detrás da casa, e dirige-se à quinta que viu ali perto. Nesse local, Bruno conhece Shmuel, um rapaz da sua idade que vive numa realidade paralela, do outro lado da vedação de arame farpado. O encontro de Bruno com este rapaz de pijama às riscas vai arrancá-lo da sua inocência e resultar no despontar da sua consciência sobre o mundo adulto que o rodeia. Os repetidos e secretos encontros com Shmuel desaguam numa amizade com consequências inesperadas e devastadoras.

A minha tarde de carnaval foi passada a ver este filme. Que, tal como se pode ler na sinopse, retrata a vida de Bruno, um rapaz de 8 anos que vive em Berlim numa situação desafogada no período pré Segunda Guerra Mundial, com os pais e a irmã, até lhes comunicarem que vão mudar de casa devido ao pai ter sido promovido. O pai que facilmente percebemos ser um dos militares do regime nazi que na altura governava a Alemanha. E mudam-se para uma terra no meio do nado perto de um dos campos de concentração, a que Bruno chama quinta, na inocência da sua idade.
A aparente inocência, tão bem retratada no título do filme, com que esta criança e até a mãe olham para o trabalho do pai e toda esta realidade, não impede que este filme seja impressionantemente realista. Enquanto ele brinca no baloiço que um dos judeus do campo lhe montou no jardim vemos passarem por trás camiões cheios de judeus cujo destino sabemos bem qual era. Não tendo ninguém com quem Brincar Bruno dedica-se a explorar os terrenos próximos. E essa exploração vai trazer-lhe um amigo, Schmuel, uma criança também de oito anos mas que estava do outro lado da vedação. E talvez por sabermos que tudo isto foi tão real o filme toca-nos de uma maneira inexplicável. É como se à distância de mais de 50 anos vivessemos todos aqueleces acontecimentos. E talvez por isso não sintamos mais pena de Bruno do que de todos os judeus que tinham o mesmo destino. Ele é apenas mais uma entre os milhões de vítimas que o trabalho do seu pai e tantos como ele causaram.
Foi um filme que me tocou particularmente. Talvez porque este momento da História é um dos que mais que impressiona. Não consigo conceber, sejam quais forem as circunstâncias, que um ser humano se considere melhor que outro. E pior ainda, que, com esse pretexto cometa atrocidades. Todos diferentes em muitas coisas mas todos iguais nos direitos. E isto devia ser básico para qualquer ser humano em qualquer momento da história e em todos os lugares do planeta.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Sondagem
A todas as mulheres que vivem ou viveram sozinhas durante algum tempo:
Que tarefas é que acham mais difícil fazer? O que é que gostavam que fizessem por vocês? Limpar, arrumar, passar a ferro, cozinhar, pintar, furar as paredes, etc. Não sei qual é o objectivo mas pediram-me que fizesse esta inquérito.
Obrigada por participarem.
Que tarefas é que acham mais difícil fazer? O que é que gostavam que fizessem por vocês? Limpar, arrumar, passar a ferro, cozinhar, pintar, furar as paredes, etc. Não sei qual é o objectivo mas pediram-me que fizesse esta inquérito.
Obrigada por participarem.
sexta-feira, 4 de março de 2011
A geração e a música e o emprego: outra vez o mesmo assunto
Talvez aquilo que vou dizer vá ser mal interpretado. Mas este assunto continua a mexer por aí e eu acho que ainda tenho coisas a dizer. E a minha questão principal é se se será assim tão errado as pessoas quererem encontrar um emprego na área para a qual estudaram?
Claro que as coisas não estão fáceis. Claro que temos acima de tudo de trabalhar. E eu não me insiro de forma nenhuma nos acomodados porque sempre trabalhei, criei um projecto meu, e acho que as pessoas devem trabalhar para adquirir noção do mundo de trabalho.
Mas o que não acho é que seja errado as pessoas quererem trabalhar naquilo para que estudaram. E percebo que de alguma forma se sintam frustradas quando vão a entrevistas e encontram pessoas com poucas ou nenhumas qualificações a concorrer para o mesmo lugar. Porque tenha sido no curso certo ou errado as pessoas investiram. Dedicaram anos de vida a estudar uma coisa na qual gostavam de trabalhar. E na qual muitas vezes não encontram colocação.
É importante estudar? É. É fundamental aprender. E eu mesmo sabendo que não iria ter emprego teria estudado na mesma. Talvez numa área diferente mas isso é outro assunto. Mas será que vale a pena ir para a universidade para depois não ter emprego? Não haverá outras formas de nos cultivarmos e de aprendermos e de nos tornarmos melhores pessoas? Posso estar a ser parva mas o meu curso universitário não me ensinou a ser melhor. Não tive uma única cadeira de civismo. E falta tanto civismo hoje em dia.
E eu acho sinceramente que o nosso governo tem culpa. Porque há coisas que poderiam ser feitas para melhorar a situação. Nem que fosse impôr números clausulus para os cursos que estão saturados.
Por isso não acho que as pessoas estejam erradas quando protestam e quando querem ver o seu esforço recompensado e quando dizem que querem um emprego na área para a qual estudaram. O que não significa que não ache que não têm de se virar e trabalhar noutras coisas porque a situação não está fácil. Mas não condeno nem generalizo nem digo que as pessoas não querem trabalhar.
Claro que as coisas não estão fáceis. Claro que temos acima de tudo de trabalhar. E eu não me insiro de forma nenhuma nos acomodados porque sempre trabalhei, criei um projecto meu, e acho que as pessoas devem trabalhar para adquirir noção do mundo de trabalho.
Mas o que não acho é que seja errado as pessoas quererem trabalhar naquilo para que estudaram. E percebo que de alguma forma se sintam frustradas quando vão a entrevistas e encontram pessoas com poucas ou nenhumas qualificações a concorrer para o mesmo lugar. Porque tenha sido no curso certo ou errado as pessoas investiram. Dedicaram anos de vida a estudar uma coisa na qual gostavam de trabalhar. E na qual muitas vezes não encontram colocação.
É importante estudar? É. É fundamental aprender. E eu mesmo sabendo que não iria ter emprego teria estudado na mesma. Talvez numa área diferente mas isso é outro assunto. Mas será que vale a pena ir para a universidade para depois não ter emprego? Não haverá outras formas de nos cultivarmos e de aprendermos e de nos tornarmos melhores pessoas? Posso estar a ser parva mas o meu curso universitário não me ensinou a ser melhor. Não tive uma única cadeira de civismo. E falta tanto civismo hoje em dia.
E eu acho sinceramente que o nosso governo tem culpa. Porque há coisas que poderiam ser feitas para melhorar a situação. Nem que fosse impôr números clausulus para os cursos que estão saturados.
Por isso não acho que as pessoas estejam erradas quando protestam e quando querem ver o seu esforço recompensado e quando dizem que querem um emprego na área para a qual estudaram. O que não significa que não ache que não têm de se virar e trabalhar noutras coisas porque a situação não está fácil. Mas não condeno nem generalizo nem digo que as pessoas não querem trabalhar.
terça-feira, 1 de março de 2011
Gelinho
Escrevi aqui há uns tempos que tinha experimentado uma nova técnica de unhas. Gelinho. E na altura tinha gostado imenso, porque de facto ficam naturais, mas senti que podiam estar melhor pintadas. E procurei sítios novos até encontrar um onde gostei da pintura que fica mesmo juntinho à cutícula. Mas o resultado não foi brilhante. Porque pintam bem sim senhora mas usam um produto de cada linha e para quem não sabe é suposto usam a gama inteira desde a base ao removedor. E além disso para tirar o veriz em vez de o deixarem dissolver raspam as unhas. Claro que fiquei com as unhas muito mais fracas. E a própria rapariga que me faz diz que o gel é melhor e que o gelinho não é suposto usar continuamente e bla bla bla.
Resumindo e concluindo, tendo em conta que gosto da técnica, alguém já experimentou? O que queria era que me falassem da vossa experiência. Sítios, formas de aplicar, marcas, formas de remover, resultado nas unhas.
Porque eu não quero ter de me render ao gel. Mas também não posso usar verniz normal que ao fim de três dias tenho as unhas lascadas. E quero ter as unhas bonitas.
Ritititz: puxei o mesmo assunto que tu depois de te ler. Porque quero continuar a fazer gelinho. E preciso de saber onde o fazem bem.
Resumindo e concluindo, tendo em conta que gosto da técnica, alguém já experimentou? O que queria era que me falassem da vossa experiência. Sítios, formas de aplicar, marcas, formas de remover, resultado nas unhas.
Porque eu não quero ter de me render ao gel. Mas também não posso usar verniz normal que ao fim de três dias tenho as unhas lascadas. E quero ter as unhas bonitas.
Ritititz: puxei o mesmo assunto que tu depois de te ler. Porque quero continuar a fazer gelinho. E preciso de saber onde o fazem bem.
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