quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Ao futuro homem da minha vida

"Vem fazer parte do meu mundo! Vem comigo fazer coisas que não farias com mais ninguém, vem apanhar pêssegos maduros e subir às árvores. Vem comigo fazer um pic-nic nas rochas e depois continuar a subir até ao castelo, entrar pela muralha.Podemos ficar acordados até tarde a ver filmes e a fazer bolachas. Vem passar tempo comigo. Veste uns calções e vamos correr ao pôr-do-sol, quando já não está tanto calor. Quero ficar ao teu lado, deitada na relva a ler e adormecer ao sol. Escreve uma música para mim e vamos cantá-la os dois. Dança comigo na Lua cheia, faz-me voar. Deixa-me cortar-te o cabelo e faz-me massagens nas mãos.Vem, entra na minha vida! Melhor ainda, vamos construir uma vida para os dois, com flores e conchas espalhadas pela casa, livros até ao tecto e janelas abertas. Dás-me um beijo na testa e dizes Adoro-te quando estou quase a dormir. Eu fico a ver a tua respiração descansada enquanto adormeces. Vamos de bicicleta comprar pão e pões-me uma flor no cabelo. Depois fazemos uma corrida e deixas-me ganhar, que querido! Abraça-me! Abraça-me para sempre no teu abraço infinito, enche-me do teu peito, não me deixes fugir dos teus braços enormes. Eu também não quero, não quero sair daqui nunca mais. Vamos viver aqui para sempre, juntos para sempre."
(texto daqui)

Porque para mim amar é mesmo isto. É dar coisas boas ao outro, passar bons momentos, partilhar sorrisos e a vida, mas tornando-a melhor e mais leve do que ela é. Para desgraças basta-nos o mundo lá fora e sorrir é sempre tão fácil e faz e sabe tão melhor. Claro que há problemas, mas, se genuinamente o que mais quisermos for que o outro tenha sempre um motivo para sorrir, não é complicado ser-se e fazer o outro feliz. Não é mesmo. E aproveitando para fazer uma adenda ao meu "Queres Ser o Meu Amor", nunca, mas nunca, em público, irei discutir ou dizer algo que te ponha em questão perante "estranhos", sejam eles familiares, amigos ou desconhecidos. Os problemas resolvem-se "em casa" e sempre com respeito, sem bocas foleiras, sem rebaixar ou ridicularizar o outro. Sobretudo à frente de terceiras pessoas à relação. Pelo menos, a mim, só assim me faz sentido.

2 comentários:

  1. E quando, por simples deslize ou mesmo por resposta a uma provocação parva, surgir uma palavra em público menos simpática dirigida à cara metade?...
    Será que nunca mais se irá perdoar tal situação?
    Será que isso é motivo de finalizar por tudo por uma tremenda falta de respeito?...

    Porquê que isso acompanhará sempre a cabeça Dela e talvez seja facilmente perdoado na cabeça Dele??...

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  2. Como eu gostava que me dissessem isto...

    O Amor nem é dificil...

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