Domingo, 28 de Novembro de 2010

Fui hoje experimentar uma técnica nova de manicure. Gelinho. Bom para quem como eu não gosta de unhas de gel mas quer que o verniz dure mais tempo. É um gel mas parece um verniz. Não fica grosso. Não se lima metade da unha. Não tem manutenção. Não se fazem extensões. Não se usam brocas para remover. E, apesar de achar que podia estar mais perfeito a nível de pintura e peles, gostei. Espero que realmente dure o tempo que dizem. E se assim for não me preocupo mais com o verniz estalar ao fim de pouco tempo. Querem saber como se aplica? Primeiro faz-se a manicure normal. Depois colocam uma espécie de base e colocamos as mãos no forno. A seguir é a vez da cor, é pintada uma unha de cada vez, e colocamos a mão no forno a seguir a cada pintura para o verniz não escorrer. E esta é mesmo a parte mais chata porque faz com que demore um bocadinho. Depois coloca-se um brilho em todas as unhas e levamos novamente as mãos no forno. Finalmente limpam com um produto que não sei qual é e temos as unhas prontas. O único incoveniente é não haver muitas cores. Mas gostei da técnica e recomendo. Agora é ver se realmente dura tanto tempo.

Sexta-feira, 26 de Novembro de 2010

Quero comprar uma máscara facial. A minha pele é sensível com tendência a seca. Tenho alguns pontinhos negros no nariz e por vezes no queixo. Estou a alguns meses de fazer 30 anos. O meu principal objectivo é hidratação, nutrição e prevenção do envelhecimento. A par disto se melhorar algumas (poucas) manchinhas melhor. O que é que me sugerem?

Domingo, 21 de Novembro de 2010

Tenho andado a ver o The Biggest Loser. E, além de me identificar com a Michelle em muitas coisas, faz-me confusão como é que há pessoas que ali estão e pensam em jogar e em ganhar dinheiro e em derrotar os outros. Quando o maior ganho é a perda de peso, a aprendizagem sobre eles próprios, o mudar tudo aquilo que estava mal até ali. Talvez seja uma metáfora da forma como algumas pessoas vivem. O foco nunca está neles mas sim nos outros. Não se preocupam em ser melhores pessoas a cada dia mas em ser melhor do que os outros. E não percebem que só olhando para nós, querendo ser uma pessoa melhor a cada dia, querendo superar os nossos próprios limites é que podemos viver bem connosco e com os outros.

Sexta-feira, 19 de Novembro de 2010

Lovefool

Dear, I fear we're facing a problem
You love me no longer, I know
And maybe there is nothing
That I can do to make you do
(Lovefool, The Cardigans)

Ultimamente tenho assistido a muitas situações assim. Mulheres que se mantém em histórias que de amor já nada têm. Talvez já tenham tido em tempos. Mas deixaram de ter e elas, nós, insistem em agarrar-se a um passado que já não é. A interpretar sinais que nada querem dizer. A correr atrás de homens que não gostam delas, que não lhes telefonam, não querem saber, não se preocupam, não se interessam. E a maior parte até tem noção disto. Que alguma coisa de facto mudou.
Mas por algum motivo continuam a aceitar migalhas como se fossem um óptimo manjar. A viver com o amargo de saber que aquela pessoa já não nos quer assim tanto. E se não nos quer assim tanto é porque não nos quer simplesmente.
Tenho dito algumas vezes que quando um homem quer estar com uma mulher faz tudo por estar. Claro que não sou ingénua ao ponto de achar que gostar é suficiente, porque muitas vezes não é, mas quando um homem quer estar tenta estar. E não há nada que o impeça. Por isso não adianta nós corrermos atrás e ligarmos e mandarmos mensagens desenfreadamante. Quando ele não atende, não telefona e não manda mensagens é porque não quer falar connosco.
E não é insistindo que vamos fazer com que ele queira. Antes pelo contrário. Vamos apenas humilhar-nos, fazer com que deixe de ter paciência para nós, e implorar por algo que devia ser dado de forma natural.
Uma coisa da qual temos que nos convencer é que o amor não se implora. E que nesse caminho apenas conseguimos destruir a nossa auto-estima. É duro assumir que uma pessoa não gosta de nós? É. Mas é preferível isso do que andar a correr atrás de quem não nos quer.
E se essa pessoa nem sequer tem respeito o suficiente para nos dizer "não" e vai empatando a situação com "não sei", "talvez", "não me pressiones" pior ainda. Porque nos dá uma algo a que nos agarrarmos. Mas acima de tudo porque mostra uma falta de consideração enorme. Falta de empatia com aquilo que estamos a sentir. Falta de carácter. E mostra ainda mais que não merece a nossa atenção.
A solução é simplesmente aceitar. Aceitar que os sentimentos mudam, que o amor também acaba, que existem pessoas não gostam de nós e que isso não significa que o problema seja nosso, que não sejamos mulheres interessantes, que tenhamos feito alguma coisa errada. E depois de aceitar encerrar o capítulo, fechar a porta e seguir com a nossa vida tal como faziámos antes de ele existir. Até porque se ele realmente gostar de nós sabe onde estamos, como nos contactar e não é por nos afastarmos que nos vai esquecer. E aí percebe que tem de nos valorizar, que não nos contentamos com menos do que merecemos, que nos valorizamos o suficiente para nos afastarmos de quem gostamos quando sentimos que não nos tratam bem.
Tal como o anúncio do leite matinal dizia há tanto tempo se nós não gostarmos de nós quem gostará?