quarta-feira, 1 de maio de 2013

Todos por Um



Muita gente já conhece a história do Rodrigo (um menino que tem leucemia, a quemo IPO já deu alta,por alegadamente não haver mais nada a fazer, mas cuja mãe, e ainda bem, se recusa a desistir,e que,por isso, para isso, precisa de ajuda - só poderá haver esperança para o Rodrigo no estrangeiro), mas não é demais, nunca é, voltar a falar no assunto, relembrar, chamar a atenção.

Hoje pelo Rodrigo, amanhã por qualquer um de nós.

A leucemia, o cancro todas as outras doenças não batem à porta. Chegam sem avisar, entram derompante e viram-nos a vida do avesso. Muitas vezes ninguém pode fazer nada por nós,a não ser os médicos. Mas, neste caso,não. Neste caso todos nós podemos fazer a diferença.

Como?

Indo ao evento de apoio ao Rodrigo, no Porto, organizado, sobretudo por três bloggers fabulosas, (Miss Glitering, Pólo Norte, SMS - uma vénia a todas vocês), mas apoiado por muitas e muitos outros, contribuindo monetariamente com alguma coisa, tornando-se dadores de medula.

Não vamos virar a cara para o lado e fingir que não é nada connosco, pois não?    

P.S.: outra formade ajudar quem sofre com estas doenças é doar sangue no IPO. Eles precisam sempre e agracedem. Eu sou dadora.


sexta-feira, 26 de abril de 2013

LEV - Conclusão

Já devia ter escrito aqui sobre o final da minha experiencia com a LEV.

Perdi 14 kgs. em dois meses.

Correu muito bem, nunca senti fome, nunca tive vontade de pecar, resisti a um jantar de aniversário, ao almoço de Páscoa, não fiz um único erro, não cometi um único deslize, aprendi a procurar e a gostar de cozinhar comidas saudáveis,a inventar pratos saborosos com as opções que tinha.

É, definitivamente, uma dieta que recomendo. Eficaz, saborosa. Se daqui a uns tempos voltar a poder investir dinheiro emdietas, investirei nesta.

Segue-se agora tentar continuar a perder peso com alimentação tradicional.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Sitemeter

Sou a única que está a ter problemas com o sitemeter?
Não me regista as visitas, nãoconsigo entrar na minha área pessoal, não me enviam emails...

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Crónicas da lontra

Tenho um anónimo que tem andado muito incomodado com a minha "lontrice" e me tem deixado vários comentários nesse sentido. Ora diz que eu tenho umas mãos muito gordas e devo ser mesmo uma lontra, ora diz que eu faço dieta porque devo ser mesmo uma lontra, entre outras pérolas.
E,isto, só me faz lembrar os miúdos da escola primária, que chamam gordos,magros e feios uns aos outros, porque, coitadinhos, são pequeninos e não conseguem mais.
Mas, como deduzo que o meu anónimo não seja uma criança, a única coisa que me ocorre dizer-lhe é que sim, estou com excesso de peso. Não o escondo, nunca o escondi, e é por isso que faço dieta. Não me ofende por me chamar lontra, mas acho que este tipo de comentários diz muito mais de si do que de mim. Diz, por exemplo, que se sente bem em rebaixar os outros. E isso não é nada bonito. Mostra uma pessoa insegura que, seguramente, não se sente feliz.
E, quanto aos outros insultos com que me têm presenteado, deixo a mensagem que está aí acima: algumas vezes,aquilo que pensamos sobre uma pessoa não corresponde ao que a pessoa realmente é.

domingo, 14 de abril de 2013

Courgettes redondas recheadas

E este foi o meu almoço de hoje, courgettes redondas receheadas com carne de frango picada e cogumelos frescos, acompanhadas de legumes salteados.
Muito bom, saudável e delicioso.


P.S.: se quiserem a receita é só pedir.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Wishlist

E, a nove dias do meu aniversário, deixo aqui algumas prendinhas que não me importava de receber (post a ser atualizado):

 Saia La Redoute

 Blusa Mango

 Camisola Mango

 Camisola Mango

 Blusa Mango

 Livro "A Irmã de Freud"

 Livro "O problema Espinosa"

terça-feira, 2 de abril de 2013

sábado, 30 de março de 2013

Sobre os anónimos



Com o aumento de visitas, é normal os blogues começarem a receber também comentários anónimos, e eu não sou excepção.

Não os publico, sejam dirigidos a mim ou a outras pessoas, mas não posso deixar de fazer algumas considerações.

Não consigo perceber como é que alguém se dá ao trabalho de vir a um blogue que não gosta, fazer considerações desagradáveis, e, na maioria dos casos, erradas, sobre essa pessoa e o dito blogue. Não consigo perceber como é que essas pessoas perdem tempo nisto, quando o podiam aproveitar para tentar ser felizes. Não consigo perceber, sobretudo, como é que estas pessoas não percebem que, o facto de deixarem comentários desagradáveis, anónimos e na maioria dos casos ressabiados, diz muito mais sobre elas do que sobre as pessoas que criticam; diz, por exemplo, que são pessoas que não estão bem nem com elas nem com a vida e que sentem prazer em rebaixar os outros.

E, o pior de tudo isto, é estes anónimos falarem de coisas que não sabem, o que faz com os comentários que deixam não correspondam, em nada, à realidade. Tal como diz a imagem, a opinião deles não tem que ser, e regra geral não é mesmo, a nossa realidade. O que é triste é estas pessoas, que nem coragem têm de assinar um comentário, se sentirem donas da verdade e acharem que sabem mais da vida dos bloggers do que os próprios bloggers.

Também leio coisas em alguns sítios das quais não gosto. Também há bloggers que não me cativam, que não acho interessantes, que não me dá prazer ler. Mas, nesses casos, é simples: não vou aos respectivos blogues. E, no caso de ler um texto com o qual não concordo, deixo um comentário, assinado, com a minha opinião escrita de forma construtiva. Mas isto é tudo o que os anónimos não fazem.

E eu tenho pena, tenho mesmo pena que percam tempo com coisas mesquinhas e não percebam, que, com isto deixam um retrato muito pouco agradável deles próprios.


sexta-feira, 29 de março de 2013

Na altura em que tinha o blogue mais activo, recebia alguns emails de leitores e leitoras, dos quais gostava muito. Tenho um blogue porque gosto de escrever, mas mais ainda porque gosto da partilha e da interação que os blogues permitem. Com as ausências, nas alturas em que o blogue esteve mais parado, esses emails terminaram. Mas, agora que regressei, fico muito contente por esses emails terem também regressado. Às meninas que me escreveram, obrigada, responder-vos-ei em breve.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Facebook

Então pessoas, crio eu um facebook para o blogue, e ainda só tenho dois likes?

Vão aqui!

segunda-feira, 18 de março de 2013

Facebook

E já temos facebook do blogue!
Agora espero pelos vossos likes :)

http://www.facebook.com/AVidaDeUmaGaija

Facebook

Estamos quase, quase, quase a ter uma página de facebook para o blogue!

A minha dieta - Lev

Já tinha escrito que estava a seguir uma dieta rigorosa. E prometi que falava dela. Chegou a altura.

Ontem fez 30 dias que estou a seguir este plano. E, ao fim de 30 dias, a minha balança dita menos 9,7 kgs. Sim, quase menos 10 kgs. em 30 dias.

E então, que plano é este que estou a seguir?

É a LEV.

A LEV é uma dieta que consiste na troca da alimentação tradicional por substitutos alimentares, de alto valor proteico, praticamente isentos de hidratos de carbono e gorduras. Há outras dietas no mercado que se baseiam em substituições alimentares? Há! Mas em qual delas é que se pode comer mousse de chocolate ao lanche, cacau quente ao pequeno almoço e batatas fritas a meio da tarde?

É verdade: na LEV podemos comer todas estas coisas e emagrecemos. Ao início passa-se alguma fome, não vou dizer que não, porque, apesar de as coisas serem saborosas, vêm em doses pequenas. Mas isso é uma das grandes vantagens da dieta: com o passar do tempo, o nosso estômago vai-se habituando a comer menos, e, quando regressamos a uma alimentação tradicional, já não conseguimos comer nem a quantidade que comiámos nem as porcarias que nos faziam mal. Porque não só nos habituamos a comer menos, como nos habituamos a comer de forma mais saudável.

A dieta LEV é feita em quatro fases. Na primeira, apenas se comem mesmo alimentos LEV. 5 a 7 refeições por dia, sendo que o consumo de legumes (de uma lista de legumes permitidos) é obrigatório ao almoço e ao jantar. Na segunda, aquela em que estou agora, começa a introduzir-se aos poucos, carne e o peixe, magros, sem molhos e pele, numa refeição por dia, preferencialmente ao almoço. Nesta fase consomem-se 4 a 5 refeições LEV por dia, e continua a ser obrigatório comer legumes (à lista de legumes permitidos na primeira fase é acrescentado o tomate!).

Claro que a LEV tem um senão; não é propriamente uma dieta barata. É verdade que substituímos todas as nossas refeições e, por isso, a despesa em supermercado passa a ser menor. Mas, ainda assim, cada caixa com 5 refeições anda à volta de 16,5€. E é ainda necessário tomar suplementos, que nos garantam todas as vitaminas e minerais que podemos não consumir através da alimentação, o que encare um bocadinho mais a coisa. Atenção: eu disse suplementos, não disse comprimidos para emagrecer.

O que eu fiz, para tentar controlar alguns custos, foi consumir o mínimo de refeições LEV por dia. 5 na primeira fase e 4 agora na segunda. Ao jantar, por exemplo, comi sempre, ou sopa, feita com os legumes permitidos, ou um prato de legumes, apenas. Mas isso sou eu, que estudo à noite e só chego a casa às 22h30, pelo que tenho que fazer 3 lanches. Porque, para quem tiver horários normais, dá para jantar LEV e, mesmo assim, manter-se apenas nas 5 refeições LEV. Além disto, eu defini um tecto de quanto dinheiro queria/podia gastar, e, por isso, restringi a duração das fases. Vou fazer 20 dias de cada fase. Claro que, quando terminar, continuo a precisar de perder algum peso. Mas o que eu precisava era mesmo um boost, um arranque, uma coisa que me voltasse a pôr nos carris. Porque eu há 3 anos tinha perdido 20 quilos, e tinha-os recuperado. E, digo-vos, é uma frustração muito grande pensar que temos de fazer tudo de novo. Custa arrancar. Custa voltar a começar. Custa acreditar que vamos conseguir. E, nisso, a LEV ajudou-me.

Sei que há muitas pessoas que vão ler isto e vão pensar que, com este tipo de dieta, quando eu parar, vou engordar tudo. Mas eu não penso assim. Tal como vos disse, com dieta tradicional, emagreci e voltei a engordar. Por isso, o que eu acho é que, com qualquer dieta, se não tivermos cuidado a seguir, voltamos a engordar. A a LEV educa-nos; puxa-nos pela imaginação na confeção dos legumes, obriga-nos a aprender a comer quantidades menores, limpa o nosso organismo de todas as porcarias que fomos acumulando ao longo dos anos. Ensina-nos a ser mais saudáveis, a interessarmo-nos por uma alimentação mais racional e equilibrada, a pensar em receitas para podermos fazer depois, que sejam, ao mesmo trmpo, saudáveis e com baixas calorias.

Por isso, não estou nada arrependida de ter dado este passo e ter investido em mim, antes pelo contrário. À LEV só tenho que agradecer. Porque está a fazer de facto a diferença na minha vida.

E, claro, não posso deixar de agradecer ao V., por todo o apoio, durante a dieta, mas, sobretudo por todo o apoio que me deu antes. Eu sempre tive alguns problemas de auto-estima (um dia falo sobre isso) e isso fazia com que eu me boicotasse constantemente, como se achasse que não merecia emagrecer e sentir-me bem comigo. E o V. ajudou-me nisso, dizendo-me e mostrando-me que uma mulher mais gordinha também é bonita. E isso, eu sei hoje, foi o meu click. Foi o que me fez mudar a perspectiva e ter força para começar tudo de novo, para querer ser o melhor que posso ser, para me permitir dar-me o que sempre quis: ser mais magra, mais elegante, e mais feliz.

Este post NÃO é um post publicitário. 

sexta-feira, 15 de março de 2013

Dieta - receitas #1

Graças à Luísa Alexandra, descobri uma óptima forma, e muito saudável e saborosa, de cozinhar peixe.

Gosto muito de peixe, mas não gosto nem de peixe frito, nem de peixe estufado, e também não acho graça a medalhões nem centros de pescada. O que eu gosto mesmo é de um belo peixinho grelhado. E também de peixe assado no forno.

Mas, ultimamente, o peixe assado no forno, provavelmente por levar cebola, vinho branco e ter algum molho, andava a fazer azia a mim e às pessoas cá de casa. E isso limitava-nos muito as formas de cozinhar peixe. Até que descobri esta receita, no blogue da Luísa e, hoje, resolvi experimentá-la.

Gosto muito de dourada, gosto ainda mais de dourada escalada na brasa, e, por isso pensei que o resultado só podia ser bom. Mas o que nunca pensei foi que fosse tão bom e tão simples de cozinhar. Basicamente, é pedir na peixaria para escalarem uma dourada, temperá-la com sal, alho em pó e pimenta, colocar alho picado, salsa e duas colheres de azeite. Vai ao forno até ter uma corzinha apetecível e comer.

A minha ficou assim:


quinta-feira, 14 de março de 2013

E, ao fim de 5 meses...

Gosto cada vez mais de ti e de nós.
Adoro adormecer e acordar ao teu lado, adoro quando cozinhamos juntos, adoro dançar contigo.
E espero que estes sejam os primeiros 5 meses de muitos.