sábado, 30 de março de 2013

Sobre os anónimos



Com o aumento de visitas, é normal os blogues começarem a receber também comentários anónimos, e eu não sou excepção.

Não os publico, sejam dirigidos a mim ou a outras pessoas, mas não posso deixar de fazer algumas considerações.

Não consigo perceber como é que alguém se dá ao trabalho de vir a um blogue que não gosta, fazer considerações desagradáveis, e, na maioria dos casos, erradas, sobre essa pessoa e o dito blogue. Não consigo perceber como é que essas pessoas perdem tempo nisto, quando o podiam aproveitar para tentar ser felizes. Não consigo perceber, sobretudo, como é que estas pessoas não percebem que, o facto de deixarem comentários desagradáveis, anónimos e na maioria dos casos ressabiados, diz muito mais sobre elas do que sobre as pessoas que criticam; diz, por exemplo, que são pessoas que não estão bem nem com elas nem com a vida e que sentem prazer em rebaixar os outros.

E, o pior de tudo isto, é estes anónimos falarem de coisas que não sabem, o que faz com os comentários que deixam não correspondam, em nada, à realidade. Tal como diz a imagem, a opinião deles não tem que ser, e regra geral não é mesmo, a nossa realidade. O que é triste é estas pessoas, que nem coragem têm de assinar um comentário, se sentirem donas da verdade e acharem que sabem mais da vida dos bloggers do que os próprios bloggers.

Também leio coisas em alguns sítios das quais não gosto. Também há bloggers que não me cativam, que não acho interessantes, que não me dá prazer ler. Mas, nesses casos, é simples: não vou aos respectivos blogues. E, no caso de ler um texto com o qual não concordo, deixo um comentário, assinado, com a minha opinião escrita de forma construtiva. Mas isto é tudo o que os anónimos não fazem.

E eu tenho pena, tenho mesmo pena que percam tempo com coisas mesquinhas e não percebam, que, com isto deixam um retrato muito pouco agradável deles próprios.


sexta-feira, 29 de março de 2013

Na altura em que tinha o blogue mais activo, recebia alguns emails de leitores e leitoras, dos quais gostava muito. Tenho um blogue porque gosto de escrever, mas mais ainda porque gosto da partilha e da interação que os blogues permitem. Com as ausências, nas alturas em que o blogue esteve mais parado, esses emails terminaram. Mas, agora que regressei, fico muito contente por esses emails terem também regressado. Às meninas que me escreveram, obrigada, responder-vos-ei em breve.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Facebook

Então pessoas, crio eu um facebook para o blogue, e ainda só tenho dois likes?

Vão aqui!

segunda-feira, 18 de março de 2013

Facebook

E já temos facebook do blogue!
Agora espero pelos vossos likes :)

http://www.facebook.com/AVidaDeUmaGaija

Facebook

Estamos quase, quase, quase a ter uma página de facebook para o blogue!

A minha dieta - Lev

Já tinha escrito que estava a seguir uma dieta rigorosa. E prometi que falava dela. Chegou a altura.

Ontem fez 30 dias que estou a seguir este plano. E, ao fim de 30 dias, a minha balança dita menos 9,7 kgs. Sim, quase menos 10 kgs. em 30 dias.

E então, que plano é este que estou a seguir?

É a LEV.

A LEV é uma dieta que consiste na troca da alimentação tradicional por substitutos alimentares, de alto valor proteico, praticamente isentos de hidratos de carbono e gorduras. Há outras dietas no mercado que se baseiam em substituições alimentares? Há! Mas em qual delas é que se pode comer mousse de chocolate ao lanche, cacau quente ao pequeno almoço e batatas fritas a meio da tarde?

É verdade: na LEV podemos comer todas estas coisas e emagrecemos. Ao início passa-se alguma fome, não vou dizer que não, porque, apesar de as coisas serem saborosas, vêm em doses pequenas. Mas isso é uma das grandes vantagens da dieta: com o passar do tempo, o nosso estômago vai-se habituando a comer menos, e, quando regressamos a uma alimentação tradicional, já não conseguimos comer nem a quantidade que comiámos nem as porcarias que nos faziam mal. Porque não só nos habituamos a comer menos, como nos habituamos a comer de forma mais saudável.

A dieta LEV é feita em quatro fases. Na primeira, apenas se comem mesmo alimentos LEV. 5 a 7 refeições por dia, sendo que o consumo de legumes (de uma lista de legumes permitidos) é obrigatório ao almoço e ao jantar. Na segunda, aquela em que estou agora, começa a introduzir-se aos poucos, carne e o peixe, magros, sem molhos e pele, numa refeição por dia, preferencialmente ao almoço. Nesta fase consomem-se 4 a 5 refeições LEV por dia, e continua a ser obrigatório comer legumes (à lista de legumes permitidos na primeira fase é acrescentado o tomate!).

Claro que a LEV tem um senão; não é propriamente uma dieta barata. É verdade que substituímos todas as nossas refeições e, por isso, a despesa em supermercado passa a ser menor. Mas, ainda assim, cada caixa com 5 refeições anda à volta de 16,5€. E é ainda necessário tomar suplementos, que nos garantam todas as vitaminas e minerais que podemos não consumir através da alimentação, o que encare um bocadinho mais a coisa. Atenção: eu disse suplementos, não disse comprimidos para emagrecer.

O que eu fiz, para tentar controlar alguns custos, foi consumir o mínimo de refeições LEV por dia. 5 na primeira fase e 4 agora na segunda. Ao jantar, por exemplo, comi sempre, ou sopa, feita com os legumes permitidos, ou um prato de legumes, apenas. Mas isso sou eu, que estudo à noite e só chego a casa às 22h30, pelo que tenho que fazer 3 lanches. Porque, para quem tiver horários normais, dá para jantar LEV e, mesmo assim, manter-se apenas nas 5 refeições LEV. Além disto, eu defini um tecto de quanto dinheiro queria/podia gastar, e, por isso, restringi a duração das fases. Vou fazer 20 dias de cada fase. Claro que, quando terminar, continuo a precisar de perder algum peso. Mas o que eu precisava era mesmo um boost, um arranque, uma coisa que me voltasse a pôr nos carris. Porque eu há 3 anos tinha perdido 20 quilos, e tinha-os recuperado. E, digo-vos, é uma frustração muito grande pensar que temos de fazer tudo de novo. Custa arrancar. Custa voltar a começar. Custa acreditar que vamos conseguir. E, nisso, a LEV ajudou-me.

Sei que há muitas pessoas que vão ler isto e vão pensar que, com este tipo de dieta, quando eu parar, vou engordar tudo. Mas eu não penso assim. Tal como vos disse, com dieta tradicional, emagreci e voltei a engordar. Por isso, o que eu acho é que, com qualquer dieta, se não tivermos cuidado a seguir, voltamos a engordar. A a LEV educa-nos; puxa-nos pela imaginação na confeção dos legumes, obriga-nos a aprender a comer quantidades menores, limpa o nosso organismo de todas as porcarias que fomos acumulando ao longo dos anos. Ensina-nos a ser mais saudáveis, a interessarmo-nos por uma alimentação mais racional e equilibrada, a pensar em receitas para podermos fazer depois, que sejam, ao mesmo trmpo, saudáveis e com baixas calorias.

Por isso, não estou nada arrependida de ter dado este passo e ter investido em mim, antes pelo contrário. À LEV só tenho que agradecer. Porque está a fazer de facto a diferença na minha vida.

E, claro, não posso deixar de agradecer ao V., por todo o apoio, durante a dieta, mas, sobretudo por todo o apoio que me deu antes. Eu sempre tive alguns problemas de auto-estima (um dia falo sobre isso) e isso fazia com que eu me boicotasse constantemente, como se achasse que não merecia emagrecer e sentir-me bem comigo. E o V. ajudou-me nisso, dizendo-me e mostrando-me que uma mulher mais gordinha também é bonita. E isso, eu sei hoje, foi o meu click. Foi o que me fez mudar a perspectiva e ter força para começar tudo de novo, para querer ser o melhor que posso ser, para me permitir dar-me o que sempre quis: ser mais magra, mais elegante, e mais feliz.

Este post NÃO é um post publicitário. 

sexta-feira, 15 de março de 2013

Dieta - receitas #1

Graças à Luísa Alexandra, descobri uma óptima forma, e muito saudável e saborosa, de cozinhar peixe.

Gosto muito de peixe, mas não gosto nem de peixe frito, nem de peixe estufado, e também não acho graça a medalhões nem centros de pescada. O que eu gosto mesmo é de um belo peixinho grelhado. E também de peixe assado no forno.

Mas, ultimamente, o peixe assado no forno, provavelmente por levar cebola, vinho branco e ter algum molho, andava a fazer azia a mim e às pessoas cá de casa. E isso limitava-nos muito as formas de cozinhar peixe. Até que descobri esta receita, no blogue da Luísa e, hoje, resolvi experimentá-la.

Gosto muito de dourada, gosto ainda mais de dourada escalada na brasa, e, por isso pensei que o resultado só podia ser bom. Mas o que nunca pensei foi que fosse tão bom e tão simples de cozinhar. Basicamente, é pedir na peixaria para escalarem uma dourada, temperá-la com sal, alho em pó e pimenta, colocar alho picado, salsa e duas colheres de azeite. Vai ao forno até ter uma corzinha apetecível e comer.

A minha ficou assim:


quinta-feira, 14 de março de 2013

E, ao fim de 5 meses...

Gosto cada vez mais de ti e de nós.
Adoro adormecer e acordar ao teu lado, adoro quando cozinhamos juntos, adoro dançar contigo.
E espero que estes sejam os primeiros 5 meses de muitos.

terça-feira, 12 de março de 2013

Sobre o Amor



O amor é, a meu ver, o mais bonitos dos sentimentos que existem.

Podemos amar diferentes pessoas, de diferentes maneiras. Amamos os nossos pais, os nossos avós, os nossos amigos. E é com esses amores, com os quais vamos crescendo, que aprendemos a forma como, posteriormente, iremos amar no contexto de uma relação.

E, esse amor, o amor de uma relação amorosa, é algo que vai amadurecendo dentro de nós. Acredito, profundamente, que o que aprendemos, as experiências que vamos acumulando, nos ensinam a amar. De uma forma mais madura, racional, e equilibrada. E, claro, de uma forma mais bonita, menos possessiva e menos egoísta.

A forma como vejo e sinto o amor é, hoje, muito diferente da forma como o via e sentia aos 20 anos. Porque eu cresci. Porque eu mudei. Porque fui vivendo experiências, adquirindo conhecimentos e passando por situações que me tornaram uma pessoa mais equilibrada, mais sensata, menos impulsiva.

Hoje sei que amar não significa correr atrás de migalhas, não significa exigir aquilo que não nos dão, não significa iludirmo-nos com coisas que, muitas vezes, não existiram de uma forma tão grandiosa como nós achamos. Sei que não se ama o que está distante, e que nos permite voar ao ritmo da imaginação, mas sim o que é real, palpável, e está ao nosso lado, todos os dias. Ama-se o que, e quem, está connosco e, connosco, constrói, dia após dia, algo real, bonito, sincero. Ama-se o quê e quem se preocupa em fazer-nos felizes, em tomar conta de nós. Ama-se a pessoa que nos faz sorrir e a quem temos vontade de nos dar, por inteiro.

Não se amam fantasias, pessoas imaginadas, coisas que nunca existiram. Ama-se a realidade, tal como ela é, sem fazer exigências que não nos levam a lado, aceitando a pessoa, com defeitos e qualidade, porque nós também os temos.

Acredito, mesmo, que o amor não exige nada, aceita que é dado. O que não quer dizer que nos conformemos com migalhas. Não é nada disso. O que acontece é que, se temos que exigir, o que vem não é genuíno. E deixa de fazer sentido. Se o que temos, ou o que nos dão, não nos agrada, não nos chega, se achamos que merecemos mais, então o melhor é ir embora. Porque, ou aprendemos que as pessoas nos dão o que têm e o que podem, e isso nos chega, ou, então, vamos levar uma vida inteira a exigir, a tentar mudar o outro, e a perder tempo e energia com isso.

Confesso,que, neste contexto,  me, faz hoje em dia, alguma confusão, mulheres que não conseguem ver as coisas como elas são. Que não percebem que há coisas que só existem na cabeça delas. Que, quando uma pessoa quer estar, está. Que, se não está connosco, estando nós disponíveis, é porque não quer. Dói? Claro que sim. Mas mais vale cortar de ver, e ir embora, do que sofrer agarrada a algo que não existe.

Quando uma pessoa pensa em nós e se preocupa, demonstra-o. E, nós, sentimos. Sentimos e sabemos, quando alguém de facto nos ama e quer estar connosco. Sabemos e sentímo-lo, no olhar, no sorriso, na forma como a pessoa nos trata.

Porque o amor não se esconde, não se evita, não se exige, não se arrepende, não julga, não critica, não faz birras, não é orgulhoso, não implica com coisas parvas, não amua.

Porque é raro as pessoas fugirem do que as faz felizes.

E, o amor, faz-nos sempre felizes.

Se não faz, então, não é amor.

domingo, 10 de março de 2013

*


Há mais ou menos um ano escrevi, aqui no blogue, que, se a minha vida fosse uma comédia romântica,quando menos esperasse,lhe aparecia alguém que lhe provava que não, ela não ia ficar sozinha, e quesim, que ela merecia e tinha direito de ser amada e que lutassem por ela”.


Foi uma altura de viragem na minha vida, uma altura em que percebi que tinha, mesmo, de fechar a porta ao passado, mas, sobretudo, que o queria fazer. Que era isso que me fazia sentido. Que tinha passado demasiado tempo agarrada a uma história que, no fundo, nunca tinha sido, e que funcionava apenas como uma âncora para me prender e me impedir de ser feliz. Nessa altura, chorei, e chorei, e chorei, em frente a um espelho, mas, quando, limpei as lágrimas e saí dali, fechei a porta da casa de banho e o passado, com ela. Percebi que o passado é um bom sítio para visitarmos, de vez em quando, com o qual aprendemos lições, mas um sítio péssimo para ficar.


E, a verdade, é que tudo isto, que eu tinha escrito, mas em que, no fundo, não acreditava, aconteceu. Com uma pessoa que eu já conhecia há um tempo, mas a quem nunca tinha dado grande espaço para que pudesse, de facto, entrar na minha vida. Uma pessoa que, apesar disso, se soube manter presente sem ser demasiado insististe e que, eu, no fundo, admito hoje, acho que sempre soube que queria por perto. Um homem maravilhoso, de quem eu gosto MUITO, em quem tenho muito orgulho. Um homem que é das melhores pessoas que já conheci, que respeita, se preocupa e tem uma grande consideração, não só por ele próprio e por mim, mas por todas as pessoas que o rodeiam. Um homem que me faz feliz, que se preocupa comigo, que me faz sorrir e sorri quando estamos juntos, que faz com os meus olhos brilhem. Um homem no ombro de quem eu gosto e posso deitar a cabeça, sem me preocupar com mais nada. Um homem com quem adoro passar o meu tempo, com quem adoro partilhar as minhas coisas e que também partilha as dele comigo. Com quem adoro conversar, mas com quem o silêncio é muito confortável. Que já me fez chorar de felicidade mais do que uma vez. Que me ensinou a gostar mais de mim, a aceitar-me como sou, que me dá paz e tranquilidade. Com quem me faz muito, mas mesmo muito sentido estar. 
É por tudo isto, e por muito mais, que não consigo transpor para palavras, que te amo, V. Amo-te e gosto muito, muito, muito de nós, do que somos, juntos. De sentir que sou uma pessoa melhor ao teu lado, e que também faço sobressair o melhor que há em ti. Obrigada por existires, por seres quem e como és, e por fazeres parte da minha vida.

P.S.: escrevo este texto hoje, ao mesmo tempo que inauguro um novo cabeçalho aqui no blogue, feito por ele, que tem um talento enorme para fotografia e imagem. 

Dieta - Auxiliares #1

Estou, desde há três semanas, a seguir uma dieta bastante rigorosa, da qual irei falar nos próximos dias. Mas, hoje, estava a cozinhar uma coisa que tem sido um grande aliado nesta dieta, e resolvi tirar fotos, para colocar aqui. De que é que eu estou a falar?

Cogumelos. Cogumelos brancos frescos. São dos alimentos menos calóricos que existem e têm a vantagem de ser muito saborosos, versáteis, fáceis e rápidos de cozinhar.

Costumo fazer os meus sempre da mesma maneira. Compro cogumelos inteiros, lamino-os em fatias não muito finas, deito uma colher de azeite numa frigideira, pico alho e junto os cogumelos. Depois, tempero com um bocadinho de sal, pimenta e, por vezes, alho em pó. E ali ficam eles, a saltear. Costumam deitar bastante água, é normal, mas, no fim, ficam sequinhos e com óptimo aspecto.

Deixo aqui duas fotografias, uma dos cogumelos a serem cozinhados, outra com eles já prontos, preparados para irem para o frigorífico.

Acrescento ainda que eu uso cogumelos em tudo: nas saladas, nos salteados, como acompanhamento.



Informação nutricional (por 100 gramas):
Calorias: 22
Gordura: 0,34
Hidratos de carbono: 3,28
Proteínas: 3,09

Nota: nos meus cogumelos salteados, há que juntar uma colher de azeite, que tem aproximadamente 90 calorias; mas uso uma colher para cada duas embalagens de cogumelos frescos, mais ou menos umas 600 grs. de cogumelos. 

sábado, 9 de março de 2013

"She"




Porque, hoje, me apetece.
Porque é linda.
(E, segundo ele, "porque és linda").
Obrigada, "he" :)

quarta-feira, 6 de março de 2013

Sintra Inn

Sintra é uma das vilas mais bonitas e mais românticas do nosso país.
E, hoje, ao folhear uma agenda cultural, descobri um site onde podemos pesquisar todas as unidades hoteleiras disponíveis na vila e arredores.
Pareceu-me interessante e, por isso, decidi partilhá-lo aqui:

http://sintrainn.net/

Espero que gostem.

Sobre o regresso

Há muito que quero falar aqui da minha luta contra o excesso de peso; contar coisas sobre a minha dieta, sobre a minha alimentação, colocar algumas receitas e refeições saudáveis, esse tipo de coisas. Mas sempre tive algum receio de transformar este blogue num blogue light, algo que não quero. E não quero não por ter alguma coisa contra os blogues e as bloggers light, mas porque a minha vida não é unicamente a dieta, não gira em torno da dieta, e eu sou muito mais do que a dieta ou do que o excesso de peso.
E, por isso, o meu blogue vai ser o que sempre foi: eclético. Falar de tudo o que faz parte da minha vida; cinema, e as "críticas" a filmes que tanto gozo me dão fazer, amor, música, dieta, receitas, amizades, pensamentos, formas de estar e ser. Vai, no fundo, ser e reflectir aquilo que sou.
Com a novidade que vou, também, falar da dieta, que foi uma coisa de que sempre falei pouco.
E é isto.
Sejam bem-vindos a bordo :)

sábado, 2 de março de 2013

Regresso

E, após muito, demasiado, tempo de ausência, estou de volta.
De volta ao blogue que sempre me disse tanto, às letras e à escrita, que são o meu mundo, com muita, muita, muita vontade de escrever e muitas coisas para contar.
Neste regresso, mudei completamente a imagem do blogue, tudo graças à querida Marianne. Na verdade, o novo design é da autoria dela; eu só expliquei o que queria e ela fez.
A ela, obrigada.
A vocês, que me lêem, espero que gostem do novo visual, do regresso e de tudo o que vão poder voltar a ler por aqui.