segunda-feira, 18 de março de 2013
A minha dieta - Lev
Já tinha escrito que estava a seguir uma dieta rigorosa. E prometi que falava dela. Chegou a altura.
Ontem fez 30 dias que estou a seguir este plano. E, ao fim de 30 dias, a minha balança dita menos 9,7 kgs. Sim, quase menos 10 kgs. em 30 dias.
E então, que plano é este que estou a seguir?
É a LEV.
A LEV é uma dieta que consiste na troca da alimentação tradicional por substitutos alimentares, de alto valor proteico, praticamente isentos de hidratos de carbono e gorduras. Há outras dietas no mercado que se baseiam em substituições alimentares? Há! Mas em qual delas é que se pode comer mousse de chocolate ao lanche, cacau quente ao pequeno almoço e batatas fritas a meio da tarde?
É verdade: na LEV podemos comer todas estas coisas e emagrecemos. Ao início passa-se alguma fome, não vou dizer que não, porque, apesar de as coisas serem saborosas, vêm em doses pequenas. Mas isso é uma das grandes vantagens da dieta: com o passar do tempo, o nosso estômago vai-se habituando a comer menos, e, quando regressamos a uma alimentação tradicional, já não conseguimos comer nem a quantidade que comiámos nem as porcarias que nos faziam mal. Porque não só nos habituamos a comer menos, como nos habituamos a comer de forma mais saudável.
A dieta LEV é feita em quatro fases. Na primeira, apenas se comem mesmo alimentos LEV. 5 a 7 refeições por dia, sendo que o consumo de legumes (de uma lista de legumes permitidos) é obrigatório ao almoço e ao jantar. Na segunda, aquela em que estou agora, começa a introduzir-se aos poucos, carne e o peixe, magros, sem molhos e pele, numa refeição por dia, preferencialmente ao almoço. Nesta fase consomem-se 4 a 5 refeições LEV por dia, e continua a ser obrigatório comer legumes (à lista de legumes permitidos na primeira fase é acrescentado o tomate!).
Claro que a LEV tem um senão; não é propriamente uma dieta barata. É verdade que substituímos todas as nossas refeições e, por isso, a despesa em supermercado passa a ser menor. Mas, ainda assim, cada caixa com 5 refeições anda à volta de 16,5€. E é ainda necessário tomar suplementos, que nos garantam todas as vitaminas e minerais que podemos não consumir através da alimentação, o que encare um bocadinho mais a coisa. Atenção: eu disse suplementos, não disse comprimidos para emagrecer.
O que eu fiz, para tentar controlar alguns custos, foi consumir o mínimo de refeições LEV por dia. 5 na primeira fase e 4 agora na segunda. Ao jantar, por exemplo, comi sempre, ou sopa, feita com os legumes permitidos, ou um prato de legumes, apenas. Mas isso sou eu, que estudo à noite e só chego a casa às 22h30, pelo que tenho que fazer 3 lanches. Porque, para quem tiver horários normais, dá para jantar LEV e, mesmo assim, manter-se apenas nas 5 refeições LEV. Além disto, eu defini um tecto de quanto dinheiro queria/podia gastar, e, por isso, restringi a duração das fases. Vou fazer 20 dias de cada fase. Claro que, quando terminar, continuo a precisar de perder algum peso. Mas o que eu precisava era mesmo um boost, um arranque, uma coisa que me voltasse a pôr nos carris. Porque eu há 3 anos tinha perdido 20 quilos, e tinha-os recuperado. E, digo-vos, é uma frustração muito grande pensar que temos de fazer tudo de novo. Custa arrancar. Custa voltar a começar. Custa acreditar que vamos conseguir. E, nisso, a LEV ajudou-me.
Sei que há muitas pessoas que vão ler isto e vão pensar que, com este tipo de dieta, quando eu parar, vou engordar tudo. Mas eu não penso assim. Tal como vos disse, com dieta tradicional, emagreci e voltei a engordar. Por isso, o que eu acho é que, com qualquer dieta, se não tivermos cuidado a seguir, voltamos a engordar. A a LEV educa-nos; puxa-nos pela imaginação na confeção dos legumes, obriga-nos a aprender a comer quantidades menores, limpa o nosso organismo de todas as porcarias que fomos acumulando ao longo dos anos. Ensina-nos a ser mais saudáveis, a interessarmo-nos por uma alimentação mais racional e equilibrada, a pensar em receitas para podermos fazer depois, que sejam, ao mesmo trmpo, saudáveis e com baixas calorias.
Por isso, não estou nada arrependida de ter dado este passo e ter investido em mim, antes pelo contrário. À LEV só tenho que agradecer. Porque está a fazer de facto a diferença na minha vida.
E, claro, não posso deixar de agradecer ao V., por todo o apoio, durante a dieta, mas, sobretudo por todo o apoio que me deu antes. Eu sempre tive alguns problemas de auto-estima (um dia falo sobre isso) e isso fazia com que eu me boicotasse constantemente, como se achasse que não merecia emagrecer e sentir-me bem comigo. E o V. ajudou-me nisso, dizendo-me e mostrando-me que uma mulher mais gordinha também é bonita. E isso, eu sei hoje, foi o meu click. Foi o que me fez mudar a perspectiva e ter força para começar tudo de novo, para querer ser o melhor que posso ser, para me permitir dar-me o que sempre quis: ser mais magra, mais elegante, e mais feliz.
Ontem fez 30 dias que estou a seguir este plano. E, ao fim de 30 dias, a minha balança dita menos 9,7 kgs. Sim, quase menos 10 kgs. em 30 dias.
E então, que plano é este que estou a seguir?
É a LEV.
A LEV é uma dieta que consiste na troca da alimentação tradicional por substitutos alimentares, de alto valor proteico, praticamente isentos de hidratos de carbono e gorduras. Há outras dietas no mercado que se baseiam em substituições alimentares? Há! Mas em qual delas é que se pode comer mousse de chocolate ao lanche, cacau quente ao pequeno almoço e batatas fritas a meio da tarde?
É verdade: na LEV podemos comer todas estas coisas e emagrecemos. Ao início passa-se alguma fome, não vou dizer que não, porque, apesar de as coisas serem saborosas, vêm em doses pequenas. Mas isso é uma das grandes vantagens da dieta: com o passar do tempo, o nosso estômago vai-se habituando a comer menos, e, quando regressamos a uma alimentação tradicional, já não conseguimos comer nem a quantidade que comiámos nem as porcarias que nos faziam mal. Porque não só nos habituamos a comer menos, como nos habituamos a comer de forma mais saudável.
A dieta LEV é feita em quatro fases. Na primeira, apenas se comem mesmo alimentos LEV. 5 a 7 refeições por dia, sendo que o consumo de legumes (de uma lista de legumes permitidos) é obrigatório ao almoço e ao jantar. Na segunda, aquela em que estou agora, começa a introduzir-se aos poucos, carne e o peixe, magros, sem molhos e pele, numa refeição por dia, preferencialmente ao almoço. Nesta fase consomem-se 4 a 5 refeições LEV por dia, e continua a ser obrigatório comer legumes (à lista de legumes permitidos na primeira fase é acrescentado o tomate!).
Claro que a LEV tem um senão; não é propriamente uma dieta barata. É verdade que substituímos todas as nossas refeições e, por isso, a despesa em supermercado passa a ser menor. Mas, ainda assim, cada caixa com 5 refeições anda à volta de 16,5€. E é ainda necessário tomar suplementos, que nos garantam todas as vitaminas e minerais que podemos não consumir através da alimentação, o que encare um bocadinho mais a coisa. Atenção: eu disse suplementos, não disse comprimidos para emagrecer.
O que eu fiz, para tentar controlar alguns custos, foi consumir o mínimo de refeições LEV por dia. 5 na primeira fase e 4 agora na segunda. Ao jantar, por exemplo, comi sempre, ou sopa, feita com os legumes permitidos, ou um prato de legumes, apenas. Mas isso sou eu, que estudo à noite e só chego a casa às 22h30, pelo que tenho que fazer 3 lanches. Porque, para quem tiver horários normais, dá para jantar LEV e, mesmo assim, manter-se apenas nas 5 refeições LEV. Além disto, eu defini um tecto de quanto dinheiro queria/podia gastar, e, por isso, restringi a duração das fases. Vou fazer 20 dias de cada fase. Claro que, quando terminar, continuo a precisar de perder algum peso. Mas o que eu precisava era mesmo um boost, um arranque, uma coisa que me voltasse a pôr nos carris. Porque eu há 3 anos tinha perdido 20 quilos, e tinha-os recuperado. E, digo-vos, é uma frustração muito grande pensar que temos de fazer tudo de novo. Custa arrancar. Custa voltar a começar. Custa acreditar que vamos conseguir. E, nisso, a LEV ajudou-me.
Sei que há muitas pessoas que vão ler isto e vão pensar que, com este tipo de dieta, quando eu parar, vou engordar tudo. Mas eu não penso assim. Tal como vos disse, com dieta tradicional, emagreci e voltei a engordar. Por isso, o que eu acho é que, com qualquer dieta, se não tivermos cuidado a seguir, voltamos a engordar. A a LEV educa-nos; puxa-nos pela imaginação na confeção dos legumes, obriga-nos a aprender a comer quantidades menores, limpa o nosso organismo de todas as porcarias que fomos acumulando ao longo dos anos. Ensina-nos a ser mais saudáveis, a interessarmo-nos por uma alimentação mais racional e equilibrada, a pensar em receitas para podermos fazer depois, que sejam, ao mesmo trmpo, saudáveis e com baixas calorias.
Por isso, não estou nada arrependida de ter dado este passo e ter investido em mim, antes pelo contrário. À LEV só tenho que agradecer. Porque está a fazer de facto a diferença na minha vida.
E, claro, não posso deixar de agradecer ao V., por todo o apoio, durante a dieta, mas, sobretudo por todo o apoio que me deu antes. Eu sempre tive alguns problemas de auto-estima (um dia falo sobre isso) e isso fazia com que eu me boicotasse constantemente, como se achasse que não merecia emagrecer e sentir-me bem comigo. E o V. ajudou-me nisso, dizendo-me e mostrando-me que uma mulher mais gordinha também é bonita. E isso, eu sei hoje, foi o meu click. Foi o que me fez mudar a perspectiva e ter força para começar tudo de novo, para querer ser o melhor que posso ser, para me permitir dar-me o que sempre quis: ser mais magra, mais elegante, e mais feliz.
Este post NÃO é um post publicitário.
sexta-feira, 15 de março de 2013
Dieta - receitas #1
Graças à Luísa Alexandra, descobri uma óptima forma, e muito saudável e saborosa, de cozinhar peixe.
Gosto muito de peixe, mas não gosto nem de peixe frito, nem de peixe estufado, e também não acho graça a medalhões nem centros de pescada. O que eu gosto mesmo é de um belo peixinho grelhado. E também de peixe assado no forno.
Mas, ultimamente, o peixe assado no forno, provavelmente por levar cebola, vinho branco e ter algum molho, andava a fazer azia a mim e às pessoas cá de casa. E isso limitava-nos muito as formas de cozinhar peixe. Até que descobri esta receita, no blogue da Luísa e, hoje, resolvi experimentá-la.
Gosto muito de dourada, gosto ainda mais de dourada escalada na brasa, e, por isso pensei que o resultado só podia ser bom. Mas o que nunca pensei foi que fosse tão bom e tão simples de cozinhar. Basicamente, é pedir na peixaria para escalarem uma dourada, temperá-la com sal, alho em pó e pimenta, colocar alho picado, salsa e duas colheres de azeite. Vai ao forno até ter uma corzinha apetecível e comer.
A minha ficou assim:
Gosto muito de peixe, mas não gosto nem de peixe frito, nem de peixe estufado, e também não acho graça a medalhões nem centros de pescada. O que eu gosto mesmo é de um belo peixinho grelhado. E também de peixe assado no forno.
Mas, ultimamente, o peixe assado no forno, provavelmente por levar cebola, vinho branco e ter algum molho, andava a fazer azia a mim e às pessoas cá de casa. E isso limitava-nos muito as formas de cozinhar peixe. Até que descobri esta receita, no blogue da Luísa e, hoje, resolvi experimentá-la.
Gosto muito de dourada, gosto ainda mais de dourada escalada na brasa, e, por isso pensei que o resultado só podia ser bom. Mas o que nunca pensei foi que fosse tão bom e tão simples de cozinhar. Basicamente, é pedir na peixaria para escalarem uma dourada, temperá-la com sal, alho em pó e pimenta, colocar alho picado, salsa e duas colheres de azeite. Vai ao forno até ter uma corzinha apetecível e comer.
A minha ficou assim:
quinta-feira, 14 de março de 2013
E, ao fim de 5 meses...
Gosto cada vez mais de ti e de nós.
Adoro adormecer e acordar ao teu lado, adoro quando cozinhamos juntos, adoro dançar contigo.
E espero que estes sejam os primeiros 5 meses de muitos.
Adoro adormecer e acordar ao teu lado, adoro quando cozinhamos juntos, adoro dançar contigo.
E espero que estes sejam os primeiros 5 meses de muitos.
terça-feira, 12 de março de 2013
Sobre o Amor
O amor é, a meu ver, o mais bonitos dos sentimentos que existem.
Podemos amar diferentes pessoas, de diferentes maneiras. Amamos os nossos pais, os nossos avós, os nossos amigos. E é com esses amores, com os quais vamos crescendo, que aprendemos a forma como, posteriormente, iremos amar no contexto de uma relação.
E, esse amor, o amor de uma relação amorosa, é algo que vai amadurecendo dentro de nós. Acredito, profundamente, que o que aprendemos, as experiências que vamos acumulando, nos ensinam a amar. De uma forma mais madura, racional, e equilibrada. E, claro, de uma forma mais bonita, menos possessiva e menos egoísta.
A forma como vejo e sinto o amor é, hoje, muito diferente da forma como o via e sentia aos 20 anos. Porque eu cresci. Porque eu mudei. Porque fui vivendo experiências, adquirindo conhecimentos e passando por situações que me tornaram uma pessoa mais equilibrada, mais sensata, menos impulsiva.
Hoje sei que amar não significa correr atrás de migalhas, não significa exigir aquilo que não nos dão, não significa iludirmo-nos com coisas que, muitas vezes, não existiram de uma forma tão grandiosa como nós achamos. Sei que não se ama o que está distante, e que nos permite voar ao ritmo da imaginação, mas sim o que é real, palpável, e está ao nosso lado, todos os dias. Ama-se o que, e quem, está connosco e, connosco, constrói, dia após dia, algo real, bonito, sincero. Ama-se o quê e quem se preocupa em fazer-nos felizes, em tomar conta de nós. Ama-se a pessoa que nos faz sorrir e a quem temos vontade de nos dar, por inteiro.
Não se amam fantasias, pessoas imaginadas, coisas que nunca existiram. Ama-se a realidade, tal como ela é, sem fazer exigências que não nos levam a lado, aceitando a pessoa, com defeitos e qualidade, porque nós também os temos.
Acredito, mesmo, que o amor não exige nada, aceita que é dado. O que não quer dizer que nos conformemos com migalhas. Não é nada disso. O que acontece é que, se temos que exigir, o que vem não é genuíno. E deixa de fazer sentido. Se o que temos, ou o que nos dão, não nos agrada, não nos chega, se achamos que merecemos mais, então o melhor é ir embora. Porque, ou aprendemos que as pessoas nos dão o que têm e o que podem, e isso nos chega, ou, então, vamos levar uma vida inteira a exigir, a tentar mudar o outro, e a perder tempo e energia com isso.
Confesso,que, neste contexto, me, faz hoje em dia, alguma confusão, mulheres que não conseguem ver as coisas como elas são. Que não percebem que há coisas que só existem na cabeça delas. Que, quando uma pessoa quer estar, está. Que, se não está connosco, estando nós disponíveis, é porque não quer. Dói? Claro que sim. Mas mais vale cortar de ver, e ir embora, do que sofrer agarrada a algo que não existe.
Quando uma pessoa pensa em nós e se preocupa, demonstra-o. E, nós, sentimos. Sentimos e sabemos, quando alguém de facto nos ama e quer estar connosco. Sabemos e sentímo-lo, no olhar, no sorriso, na forma como a pessoa nos trata.
Porque o amor não se esconde, não se evita, não se exige, não se arrepende, não julga, não critica, não faz birras, não é orgulhoso, não implica com coisas parvas, não amua.
Porque é raro as pessoas fugirem do que as faz felizes.
E, o amor, faz-nos sempre felizes.
Se não faz, então, não é amor.
domingo, 10 de março de 2013
*
Há mais ou menos um ano escrevi, aqui no blogue, que, se a minha vida fosse uma comédia romântica, “quando menos esperasse,lhe aparecia alguém que lhe provava que não, ela não ia ficar sozinha, e quesim, que ela merecia e tinha direito de ser amada e que lutassem por ela”.
Foi uma altura de viragem na minha vida, uma altura
em que percebi que tinha, mesmo, de fechar a porta ao passado, mas, sobretudo,
que o queria fazer. Que era isso que me fazia sentido. Que tinha passado
demasiado tempo agarrada a uma história que, no fundo, nunca tinha sido, e que
funcionava apenas como uma âncora para me prender e me impedir de ser feliz. Nessa
altura, chorei, e chorei, e chorei, em frente a um espelho, mas, quando, limpei
as lágrimas e saí dali, fechei a porta da casa de banho e o passado, com ela.
Percebi que o passado é um bom sítio para visitarmos, de vez em quando, com o
qual aprendemos lições, mas um sítio péssimo para ficar.
Antes disso, tinha escrito, uns meses antes, que
queria, precisava e tinha de me apaixonar. Que queria “um amor. Alguém com quem
possa passear de mãos dados e no ombro de quem possa deitar a a cabeça. Alguém
que partilhe comigo os seus dias, noites, tristezas, alegrias, experiências.
Alguém a quem eu possa fazer um chá de limão, quando a garganta o arranhar. Alguem
que queira fazer doce de morango comigo, e me mostre coisas que eu nunca vi e
me ensine coisas que eu não sei. Alguém que entre na minha vida sem pedir
licença e me faça acreditar que sim, que eu também vou encontrar um amor, que
eu também vou ser feliz ao lado de alguém.”
E, a verdade, é que tudo isto, que eu tinha
escrito, mas em que, no fundo, não acreditava, aconteceu. Com uma pessoa que eu
já conhecia há um tempo, mas a quem nunca tinha dado grande espaço para que
pudesse, de facto, entrar na minha vida. Uma pessoa que, apesar disso, se soube
manter presente sem ser demasiado insististe e que, eu, no fundo, admito hoje,
acho que sempre soube que queria por perto. Um homem maravilhoso, de quem eu
gosto MUITO, em quem tenho muito orgulho. Um homem que é das melhores pessoas
que já conheci, que respeita, se preocupa e tem uma grande consideração, não só
por ele próprio e por mim, mas por todas as pessoas que o rodeiam. Um homem que
me faz feliz, que se preocupa comigo, que me faz sorrir e sorri quando estamos
juntos, que faz com os meus olhos brilhem. Um homem no ombro de quem eu gosto e
posso deitar a cabeça, sem me preocupar com mais nada. Um homem com quem adoro
passar o meu tempo, com quem adoro partilhar as minhas coisas e que também
partilha as dele comigo. Com quem adoro conversar, mas com quem o silêncio é
muito confortável. Que já me fez chorar de felicidade mais do que uma vez. Que me ensinou a gostar mais de mim, a aceitar-me como sou, que me dá paz e tranquilidade. Com
quem me faz muito, mas mesmo muito sentido estar.
É por tudo isto, e por muito mais, que não consigo transpor
para palavras, que te amo, V. Amo-te e gosto muito, muito, muito de nós, do que somos, juntos. De sentir que sou uma pessoa melhor ao teu lado, e que também faço sobressair o melhor que há em ti. Obrigada por existires, por seres quem e como és,
e por fazeres parte da minha vida.
P.S.: escrevo este texto hoje, ao mesmo tempo que
inauguro um novo cabeçalho aqui no blogue, feito por ele, que tem um talento enorme para fotografia e imagem.
Dieta - Auxiliares #1
Estou, desde há três semanas, a seguir uma dieta bastante rigorosa, da qual irei falar nos próximos dias. Mas, hoje, estava a cozinhar uma coisa que tem sido um grande aliado nesta dieta, e resolvi tirar fotos, para colocar aqui. De que é que eu estou a falar?
Cogumelos. Cogumelos brancos frescos. São dos alimentos menos calóricos que existem e têm a vantagem de ser muito saborosos, versáteis, fáceis e rápidos de cozinhar.
Costumo fazer os meus sempre da mesma maneira. Compro cogumelos inteiros, lamino-os em fatias não muito finas, deito uma colher de azeite numa frigideira, pico alho e junto os cogumelos. Depois, tempero com um bocadinho de sal, pimenta e, por vezes, alho em pó. E ali ficam eles, a saltear. Costumam deitar bastante água, é normal, mas, no fim, ficam sequinhos e com óptimo aspecto.
Deixo aqui duas fotografias, uma dos cogumelos a serem cozinhados, outra com eles já prontos, preparados para irem para o frigorífico.
Acrescento ainda que eu uso cogumelos em tudo: nas saladas, nos salteados, como acompanhamento.
Cogumelos. Cogumelos brancos frescos. São dos alimentos menos calóricos que existem e têm a vantagem de ser muito saborosos, versáteis, fáceis e rápidos de cozinhar.
Costumo fazer os meus sempre da mesma maneira. Compro cogumelos inteiros, lamino-os em fatias não muito finas, deito uma colher de azeite numa frigideira, pico alho e junto os cogumelos. Depois, tempero com um bocadinho de sal, pimenta e, por vezes, alho em pó. E ali ficam eles, a saltear. Costumam deitar bastante água, é normal, mas, no fim, ficam sequinhos e com óptimo aspecto.
Deixo aqui duas fotografias, uma dos cogumelos a serem cozinhados, outra com eles já prontos, preparados para irem para o frigorífico.
Acrescento ainda que eu uso cogumelos em tudo: nas saladas, nos salteados, como acompanhamento.
Informação nutricional (por 100 gramas):
Calorias: 22
Gordura: 0,34
Hidratos de carbono: 3,28
Proteínas: 3,09
Nota: nos meus cogumelos salteados, há que juntar uma colher de azeite, que tem aproximadamente 90 calorias; mas uso uma colher para cada duas embalagens de cogumelos frescos, mais ou menos umas 600 grs. de cogumelos.
sábado, 9 de março de 2013
"She"
Porque, hoje, me apetece.
Porque é linda.
(E, segundo ele, "porque és linda").
Obrigada, "he" :)
quarta-feira, 6 de março de 2013
Sintra Inn
Sintra é uma das vilas mais bonitas e mais românticas do nosso país.
E, hoje, ao folhear uma agenda cultural, descobri um site onde podemos pesquisar todas as unidades hoteleiras disponíveis na vila e arredores.
Pareceu-me interessante e, por isso, decidi partilhá-lo aqui:
http://sintrainn.net/
Espero que gostem.
E, hoje, ao folhear uma agenda cultural, descobri um site onde podemos pesquisar todas as unidades hoteleiras disponíveis na vila e arredores.
Pareceu-me interessante e, por isso, decidi partilhá-lo aqui:
http://sintrainn.net/
Espero que gostem.
Sobre o regresso
Há muito que quero falar aqui da minha luta contra o excesso de peso; contar coisas sobre a minha dieta, sobre a minha alimentação, colocar algumas receitas e refeições saudáveis, esse tipo de coisas. Mas sempre tive algum receio de transformar este blogue num blogue light, algo que não quero. E não quero não por ter alguma coisa contra os blogues e as bloggers light, mas porque a minha vida não é unicamente a dieta, não gira em torno da dieta, e eu sou muito mais do que a dieta ou do que o excesso de peso.
E, por isso, o meu blogue vai ser o que sempre foi: eclético. Falar de tudo o que faz parte da minha vida; cinema, e as "críticas" a filmes que tanto gozo me dão fazer, amor, música, dieta, receitas, amizades, pensamentos, formas de estar e ser. Vai, no fundo, ser e reflectir aquilo que sou.
Com a novidade que vou, também, falar da dieta, que foi uma coisa de que sempre falei pouco.
E é isto.
Sejam bem-vindos a bordo :)
sábado, 2 de março de 2013
Regresso
E, após muito, demasiado, tempo de ausência, estou de volta.
De volta ao blogue que sempre me disse tanto, às letras e à escrita, que são o meu mundo, com muita, muita, muita vontade de escrever e muitas coisas para contar.
Neste regresso, mudei completamente a imagem do blogue, tudo graças à querida Marianne. Na verdade, o novo design é da autoria dela; eu só expliquei o que queria e ela fez.
A ela, obrigada.
A vocês, que me lêem, espero que gostem do novo visual, do regresso e de tudo o que vão poder voltar a ler por aqui.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
Beijo
Algumas (poucas) vezes, até uma mulher de letras, que adora escrever e dissertar sobre as coisas, sente que as palavras pouco ou nada acrescentam, e que as imagens dizem tudo o que é preciso.
domingo, 9 de dezembro de 2012
Esqueletos no Armário
Aos 30 (31, 32, 33, 34,
35, 36, 37, 38, 39) já não somos os mesmos que fomos aos 15, nem aos 20, nem
aos 25. Porque já vivemos muito mais coisas, boas e más, que, inevitavelmente,
nos deixaram marcas. A vida já passou por nós e deixou marcas, cicatrizes, coisas
que ficam por mais tempo que passe.
Aos 30 já não temos a
mesma inocência tínhamos aos 15, quando nos apaixonámos perdidamente pela
primeira vez. Somos um bocadinho mais cínicos, mais cautelosos, porque já
sabemos que estas coisas do coração e das relações às vezes não correm bem. E
fazem doer.
Aos 30 já magoámos e já
fomos magoados. Mesmo que sejamos as melhores pessoas do mundo, mesmo que nos
preocupemos muito com os outros, mesmo que nunca o tenhamos feito de propósito,
é inevitável. Todos magoamos e todos somos magoados.
Aos 30 temos bagagens emocionais,
esqueletos no armário, que nos fazem ter medo de voltar a sofrer e fazer sofrer
e nos fazem ser muito mais cautelosos e contidos quando conhecemos alguém que
achamos que se calhar até vale a pena. Porque, no fundo, sabemos que leva muito
tempo a conhecermos alguém. E que, muitas vezes (tantas!), as pessoas nos surpreendem
pela negativa.
Eu, pessoalmente, tenho
uma necessidade estúpida de sentir que controlo as coisas. E, por isso,
custa-me imenso deixar-me ir. Custa-me dizer “gosto de estar contigo”, “gosto
de ti”. É como se, a partir do momento que o dissesse, me tornasse
vulnerável. O que é muito parvo, porque todos somos vulneráveis, todos somos frágeis
e, reconhecê-lo, é uma das nossas maiores forças.
Mas, independentemente da
forma como ajo, e contra a qual tento lutar, acho que não é ao sermos
cuidadosos, cautelosos e contidos que as coisas funcionam. Porque, nisto das
relações entre as pessoas, não é por sermos assim que vai correr melhor. Todas
as relações têm problemas, em todas as relações as pessoas discutem, todas as
pessoas magoam e são magoadas. Mas, algumas, até valem a pena. Quer resultem,
quer não. E, por essas, vale a pena batermos mil vezes com a cabeça. Sofrermos.
Magoarmos. Sermos magoados. Até encontrar alguém com que as coisas até correm
bem. Com quem até faz sentido partilharmo-nos.
E, mesmo que tenhamos uma
bagagem emocional pesada, mesmo que o nosso armário esteja cheio de esqueletos,
vale a pena, por momentos, não pensar nisso, pousar a bagagem, fechar a porta
ao armário, deixarmo-nos levar pela vida, pelas coisas boas que ela às vezes
nos traz, ir ao sabor da corrente e saborear, simplesmente. Sem pensar muito.
Sem grandes complicações. Até porque as coisas mais simples, aquelas em que não temos de pensar muito, e acontecem naturalmente, são as (que correm) melhores.
domingo, 2 de dezembro de 2012
Porque os pais devem por os filhos a chorar, por Bárbara Wong
Um texto com o qual concordo.
A ideia de fazer tudo para que os filhos sejam felizes, evitando que chorem, está ultrapassada. A teoria de disciplinar sem que a criança chore está desactualizada, diz Gordon Neufeld, psicólogo clínico canadiano que esteve em Portugal no final da semana.
“As crianças precisam da tristeza, da tragédia para crescerem. Precisam
de ter as suas lágrimas”, defende. Nos primeiros meses e anos de vida, o
“não” dito pelos pais ajuda a disciplinar, em vez de estragar a
criança. “Estamos a perder isso na nossa sociedade, não admira que as
crianças estejam estragadas com mimos. Afinal, elas são sempre as
vencedoras”, continua o investigador que esteve em Lisboa a convite da
empresa BeFamily, do Fórum Europeu das Mulheres, da Associação
Portuguesa de Famílias Numerosas e da Associação Portuguesa de Imprensa.A ideia de fazer tudo para que os filhos sejam felizes, evitando que chorem, está ultrapassada. A teoria de disciplinar sem que a criança chore está desactualizada, diz Gordon Neufeld, psicólogo clínico canadiano que esteve em Portugal no final da semana.
Na conferência sob o lema “Vínculos Fortes, Filhos Felizes”, Neufeld defende que só se atinge o bem-estar através da educação e que esta deve estar a cargo das famílias e não do Estado. E para garantir o bem-estar de qualquer ser humano ou sociedade é necessário preencher seis necessidades.
A primeira é o “aprender a crescer” e para isso há que chorar, é preciso que a criança seja confrontada, que viva conflitos, de maneira a amadurecer, a tornar-se resiliente, a saber viver em sociedade.
A segunda necessidade é a de a criança criar vínculos profundos com os adultos, estabelecer relações fortes. Como é que se faz? “Ganhando o coração dos filhos. É preciso amarmos e eles amarem-nos. Temos de ter o seu coração, mas perdemos essa noção”, lamenta o especialista que conta que, quando lhe entram na consulta pais preocupados com o comportamento violento dos filhos, a primeira pergunta que faz é: “Tem o coração do seu filho?”, uma questão que poucos compreendem, confidencia.
E dá um exemplo: Qual é a principal preocupação dos pais quanto à escola? Não é saber qual a formação do professor ou se este é competente. O que os pais querem saber é se a criança gosta do docente e vice-versa. “E esta relação permite prever o sucesso académico da criança”, sublinha Neufeld, reforçando a importância de “estabelecer ligações”.
E esta ligação deve ser contínua – a terceira necessidade –, de maneira a evitar problemas. Neufeld recorda que o maior medo das crianças é o da separação. Quando estão longe dos pais, as crianças começam a ficar ansiosas e esse sentimento pode crescer com elas, daí a permanente procura de contacto, por exemplo, entre os adolescentes com as mensagens enviadas por telemóvel ou nas redes sociais, muitas vezes, ligando-se a pessoas que nem conhecem, alerta o especialista.
O canadiano recomenda que os pais estabeleçam pontes com os seus filhos. Quando a hora da separação se aproxima, há que assegurar que o reencontro vai acontecer. Antes de sair da escola, dizer “até logo”; à hora de deitar, prometer “vou sonhar contigo”.
Mas a separação não é só física, há palavras que separam como “tu és a minha morte” ou “tu és a minha vergonha”. Mesmo quando há problemas graves para resolver, a frase “não te preocupes, serei sempre teu pai” ajuda a lembrar que a relação entre pai e filho é mais importante do que o problema. Hold on to your kids é o nome do livro que escreveu e onde defende esta teoria.
A importância de brincar
A quarta necessidade a ter em conta para garantir o bem-estar dos filhos é a necessidade de descansar. Cabe aos adultos providenciar o descanso e este passa por os pais serem pessoas seguras e que assegurem a relação com os filhos.As crianças precisam que os pais assumam a responsabilidade da relação, que mantenham e alimentem a relação, de modo a que elas possam descansar e, nesse período, desenvolver outras competências. Uma criança que está ansiosa pela atenção dos pais não está atenta na escola, por exemplo.
Brincar é a quinta necessidade a suprir. Não há mamífero que não brinque e é nesse contexto que se desenvolve, aponta Neufeld. E brincar não é estar à frente de uma consola ou de um computador; é “movimentar-se livremente num espaço limitado”, não é algo que se aprenda ou que se ensine. E, neste ponto, Neufeld critica o facto de as crianças irem cada vez mais cedo para a escola, o que não promove o desenvolvimento da brincadeira. “Os ecrãs estão a sufocar a brincadeira e as crianças não têm tempo suficiente para brincarem”, nota o psicólogo clínico que, nas últimas semanas, fez um périplo por vários países europeus, tendo sido ouvido no Parlamento Europeu, em Bruxelas sobre “qualidade na infância”.
Por fim, a sexta necessidade é a de ter capacidade de sentir as emoções, de ter um “coração sensível”. “Estamos tão focados em questões de comportamento, de aprendizagem, de educação; em definir o que são traumas; que nos esquecemos do que são os sentimentos. As crianças estão a perder os sentimentos quando dizem ‘não quero saber’, ‘isso não me interessa’, estão a perder os seus corações sensíveis”, diz Neufeld.
Em resumo, é necessário que os pais criem uma forte relação emocional com os filhos, de maneira a que estes sejam saudáveis. Os pais são os primeiros e são insubstituíveis na educação dos filhos e são eles que devem ser responsáveis pelo seu desenvolvimento integral e felicidade. Se assim for, estarão também a contribuir para o bem-estar da sociedade.
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