quinta-feira, 3 de maio de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
sábado, 10 de março de 2012
Ainda te sinto em mim
Ontem, foi publicado no blogue da Lua uma carta que escrevi há mais ou menos um mês. Neste momento ela já não faz muito sentido, porque eu percebi que tenho que lutar por mim e apenas por mim, mas, agora, ao relê-la e ao ver os comentários, senti que fazia todo o sentido publicá-la aqui também.
"Não encontro forma melhor de o dizer. Amo-te, bolas. É só isso e é tanto.
Sei que tenho de continuar em frente, sei que no fundo não fazes parte da minha vida como eu gostava, sei que estás e vais continuar longe, mas eu amo-te, e sinto que ainda fazemos muito sentido.
O que é que eu posso fazer se a cada vez que te vejo ganha mais força a certeza que és tu quem eu quero?
Sei que a maioria das pessoas diz que eu vivo no passado. Mas eu tento, a sério que tento e muito, tento seguir em frente, tento não pensar, tento evitar qualquer tipo de recordações. Tento. E às vezes até penso que consigo. Mas depois quando te vejo, quando te vejo não sei explicar o que se passa. Sei que quando olho para ti, que quando nos abraçamos, que quando pegas na minha mão eu tenho a certeza que és a pessoa que eu quero.
Queria que isto mudasse, a sério que queria, mesmo. Queria achar que vou conseguir ser feliz ao lado de outra pessoa. Queria sentir que vou conseguir olhar para outro alguém e sentir toda a cumplicidade, carinho, ternura, amor e amizade que sinto quando olho para ti.
Mas por enquanto, o que sei, é que quando estás, viras o meu mundo do avesso, e tudo o que eu quero é estar contigo.
Porque te amo. Mesmo tendo quase a certeza que não me amas a mim. E que mesmo que amasses isso não ia alterar nenhuma das nossas circunstâncias.
Mas eu amo-te. E ainda te sinto (tanto!) em mim."
Foi escrita antes de ter conversado com ele, depois de o ter visto apenas uma vez, numa circunstância em que nenhum de nós queria estar. E é engraçado como nesta carta eu estava tão ligada à realidade e como, quando eu não ativo o meu lado inseguro, ansioso e sonhador, sou muito mas muito mais equilibrada. Modéstia à parte acho que está bonita, simples e sentida. Sem grandes racionalizações. É apenas o expressar de um sentir. Sentir que neste momento não faz sentido mas que, durante muito tempo, foi o fio condutor da minha vida, ainda que inconscientemente.
"Não encontro forma melhor de o dizer. Amo-te, bolas. É só isso e é tanto.
Sei que tenho de continuar em frente, sei que no fundo não fazes parte da minha vida como eu gostava, sei que estás e vais continuar longe, mas eu amo-te, e sinto que ainda fazemos muito sentido.
O que é que eu posso fazer se a cada vez que te vejo ganha mais força a certeza que és tu quem eu quero?
Sei que a maioria das pessoas diz que eu vivo no passado. Mas eu tento, a sério que tento e muito, tento seguir em frente, tento não pensar, tento evitar qualquer tipo de recordações. Tento. E às vezes até penso que consigo. Mas depois quando te vejo, quando te vejo não sei explicar o que se passa. Sei que quando olho para ti, que quando nos abraçamos, que quando pegas na minha mão eu tenho a certeza que és a pessoa que eu quero.
Queria que isto mudasse, a sério que queria, mesmo. Queria achar que vou conseguir ser feliz ao lado de outra pessoa. Queria sentir que vou conseguir olhar para outro alguém e sentir toda a cumplicidade, carinho, ternura, amor e amizade que sinto quando olho para ti.
Mas por enquanto, o que sei, é que quando estás, viras o meu mundo do avesso, e tudo o que eu quero é estar contigo.
Porque te amo. Mesmo tendo quase a certeza que não me amas a mim. E que mesmo que amasses isso não ia alterar nenhuma das nossas circunstâncias.
Mas eu amo-te. E ainda te sinto (tanto!) em mim."
Foi escrita antes de ter conversado com ele, depois de o ter visto apenas uma vez, numa circunstância em que nenhum de nós queria estar. E é engraçado como nesta carta eu estava tão ligada à realidade e como, quando eu não ativo o meu lado inseguro, ansioso e sonhador, sou muito mas muito mais equilibrada. Modéstia à parte acho que está bonita, simples e sentida. Sem grandes racionalizações. É apenas o expressar de um sentir. Sentir que neste momento não faz sentido mas que, durante muito tempo, foi o fio condutor da minha vida, ainda que inconscientemente.
quinta-feira, 8 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
Aprendizagens
Defendo, acerrimamente, a ideia de que, se conseguirmos ultrapassar determinados preconceitos, podemos aprender com toda a gente. Mesmo com as pessoas que passam na nossa vida e não ficam, mesmo com pessoas de quem não gostamos, mesmo com aquelas que aparentemente não nos teriam nada a ensinar.
O meu trabalho actual é um campo muito fértil de aprendizagem. A brincar costumo dizer que é melhor do que tirar um mestrado e ainda me pagam. Mas a verdade é que realmente se aprende muito, sobretudo no que diz respeito a relações humanas, e aos seres humanos em geral.
Uma das coisas que aprendi nestes últimos três meses foi a (tentar) aprender a agir sem reagir.
E o que é que isto quer dizer? Bem, resumidamente, todas as acções, nossas para com os outros e dos outros para connosco, geram uma reacção. Estão a ver o cão do Pavlov? A campainha tocava, traziam-lhe carne, ele começou a associar o toque da campainha à carne e, uns tempos depois, mesmo quando havia carne e só campainha, a sua resposta foi a mesma (salivar). O cão reagiu. Porque se ele tivesse agido sem reagir, primeiro iria verificar se havia carne, e só depois então agiria de forma adequada.
O "agir sem reagir" pode então ser definido como um tipo de comportamento onde, primeiro, nos tentamos aperceber de toda a situação, pensamos na melhor forma de lhe responder e só depois damos resposta.
Claro que normalmente nos reagimos. Não temos sequer tempo suficiente para pensar no que está acontecer. E por isso é que tentas e tantas vezes, algum tempo depois, pensamos "devia ter dito antes isto" ou "devia ter dito antes aquilo" ou ainda "se eu tivesse pensado melhor".
Existem, também, situações na vida onde é importante reagir logo no imediato. Quando nos magoamos ou nos queimamos a reacção normal é afastarmo-nos dessa fonte de dor. E é saudável que assim seja.
Mas, em situações de interacção com outros seres humanos, sobretudo em situações de alguma tensão, é bom que nos demos tempo de pensar um bocadinho sobre o assunto. Ainda que sejam alguns segundos. E que tenhamos em mente que reagir é uma coisa e agir outra completamente diferente. E que nem sempre a reacção será o comportamento mais adequado. Por isso é fundamental saber parar, identificar o que estamos a sentir e só depois dar uma resposta.
É que comportamento gera comportamento, e se tivermos isto presente conseguimos muitas vezes evitar situações mais complicadas. Claro que existem alturas em que os conflitos são importantes, deles podem nascer coisas muito positivas, mas mesmo um conflito deve ser ponderado. E devemos sempre ter em conta não só aquilo que estamos a sentir como também o impacto que a nossa acção ou reacção vai ter no outro.
O meu trabalho actual é um campo muito fértil de aprendizagem. A brincar costumo dizer que é melhor do que tirar um mestrado e ainda me pagam. Mas a verdade é que realmente se aprende muito, sobretudo no que diz respeito a relações humanas, e aos seres humanos em geral.
Uma das coisas que aprendi nestes últimos três meses foi a (tentar) aprender a agir sem reagir.
E o que é que isto quer dizer? Bem, resumidamente, todas as acções, nossas para com os outros e dos outros para connosco, geram uma reacção. Estão a ver o cão do Pavlov? A campainha tocava, traziam-lhe carne, ele começou a associar o toque da campainha à carne e, uns tempos depois, mesmo quando havia carne e só campainha, a sua resposta foi a mesma (salivar). O cão reagiu. Porque se ele tivesse agido sem reagir, primeiro iria verificar se havia carne, e só depois então agiria de forma adequada.
O "agir sem reagir" pode então ser definido como um tipo de comportamento onde, primeiro, nos tentamos aperceber de toda a situação, pensamos na melhor forma de lhe responder e só depois damos resposta.
Claro que normalmente nos reagimos. Não temos sequer tempo suficiente para pensar no que está acontecer. E por isso é que tentas e tantas vezes, algum tempo depois, pensamos "devia ter dito antes isto" ou "devia ter dito antes aquilo" ou ainda "se eu tivesse pensado melhor".
Existem, também, situações na vida onde é importante reagir logo no imediato. Quando nos magoamos ou nos queimamos a reacção normal é afastarmo-nos dessa fonte de dor. E é saudável que assim seja.
Mas, em situações de interacção com outros seres humanos, sobretudo em situações de alguma tensão, é bom que nos demos tempo de pensar um bocadinho sobre o assunto. Ainda que sejam alguns segundos. E que tenhamos em mente que reagir é uma coisa e agir outra completamente diferente. E que nem sempre a reacção será o comportamento mais adequado. Por isso é fundamental saber parar, identificar o que estamos a sentir e só depois dar uma resposta.
É que comportamento gera comportamento, e se tivermos isto presente conseguimos muitas vezes evitar situações mais complicadas. Claro que existem alturas em que os conflitos são importantes, deles podem nascer coisas muito positivas, mas mesmo um conflito deve ser ponderado. E devemos sempre ter em conta não só aquilo que estamos a sentir como também o impacto que a nossa acção ou reacção vai ter no outro.
segunda-feira, 5 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
A minha vida dava um filme
E, se fosse uma comédia romântica, o momento pelo qual estou a passar agora era aquele em que a protagonista se apercebia que afinal era mesmo gira, que era mesmo uma mulher maravilhosa, começava a tratar mais dela e a pensar mais nela própria, a ser muito mais ela, a preocupar-se menos com o que os outros pensam e, quando menos esperasse, lhe aparecia alguém que lhe provava que não, ela não ia ficar sozinha, e que sim, que ela merecia e tinha direito de ser amada e que lutassem por ela.
Mas como isto não é um filme a minha pergunta é mais "o que se faz quando um dos nossos maiores sonhos se desfaz em pedaços?"
Sei a resposta. Viramo-nos do avesso. Reconstruímo-nos. Recomeçamos. Com muito mais amor próprio, cultivando a auto-estima e o bem estar, esperando, desejando e torcendo para que o resto venha por arrasto.
Mas como isto não é um filme a minha pergunta é mais "o que se faz quando um dos nossos maiores sonhos se desfaz em pedaços?"
Sei a resposta. Viramo-nos do avesso. Reconstruímo-nos. Recomeçamos. Com muito mais amor próprio, cultivando a auto-estima e o bem estar, esperando, desejando e torcendo para que o resto venha por arrasto.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Sobre a resiliência
"A resiliência é um conceito psicológico proveniente da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico."
Outro dia estava a ler a activa e deparei-me com uma entrevista do Daniel Oliveira na qual, entre outras coisas, ele dizia que tinha sofrido muito com a morte do avô, mas que não tinha exteriorizado esse sofrimento. E isto é uma coisa que me faz alguma confusão. Existe uma tendência actualmente para escondermos o sofrimento.
E mais do que isso existe uma tendência para se achar que ser resiliente significa ser resistente ao sofrimento. Mas as coisas não são bem assim. Uma pessoa resiliente não é uma pessoa que não sofre. É uma pessoa que sofre, aceita que sofre, se permite viver o sofrimento mas não se deixa paralisar por ele. Uma garrafa de vidro não é resiliente. É verdade que não se deixa deformar quando a apertamos. Mas parte-se em grande resistência quando cai. E uma garra de plástico? Deixa-se apertar entre os nossos dedos, mas volta à forma inicial quando a libertamos da pressão e, muito mais importante, não se parte quando cai ao chão.
E ser resiliente é ter inteligência emocional para saber que os acontecimentos nos afectam. É admitir que temos fragilidades. É saber sofrer. E este saber sofrer é muito pessoal. Ninguém ensina ninguém a sofrer e todos temos a nossa forma. Mas isto é diferente de dizer "não adianta chorar" ou "não podemos mostrar aos outros o nosso sofrimento", "nem vale a pena pensar nisso". Não adianta mas, para muitas pessoas, é profundamente libertador. E se assim for, então, adianta muito chorar. É isso que nos faz viver os acontecimentos e conseguir ultrapassar as coisas, tornando-nos mais fortes, e fazendo-nos crescer.
Temos, aqui na blogosfera, um grande exemplo de alguém resiliente: a querida Me. A maioria de nós sabe que ela passou por algo muito difícil. E nunca se recusou a falar no assunto. Tal como não se recusou a viver o sofrimento que isso lhe causou. Mas não baixou os braços e continuou a ter a atitude que sempre teve perante a vida e as pessoas. E é por isso que hoje consegue falar no assunto com tanta naturalidade. Porque foi resiliente. Porque soube sofrer. Porque soube integrar esse acontecimento na sua vida e seguir em frente.
E eu que, quando passei por um acontecimento que me causou sofrimento, mas que não se pode comprarar com o que ela passou, e que me deixei paralisar (embora tenha agido como devia ter agido) e me esqueci de mim durante o processo, e que na altura tanto estranhei a atitude dela (e ela sabe), hoje, dou-lhe os parabéns e digo, à boca cheia, que aprendi muito com ela.
Outro dia estava a ler a activa e deparei-me com uma entrevista do Daniel Oliveira na qual, entre outras coisas, ele dizia que tinha sofrido muito com a morte do avô, mas que não tinha exteriorizado esse sofrimento. E isto é uma coisa que me faz alguma confusão. Existe uma tendência actualmente para escondermos o sofrimento.
E mais do que isso existe uma tendência para se achar que ser resiliente significa ser resistente ao sofrimento. Mas as coisas não são bem assim. Uma pessoa resiliente não é uma pessoa que não sofre. É uma pessoa que sofre, aceita que sofre, se permite viver o sofrimento mas não se deixa paralisar por ele. Uma garrafa de vidro não é resiliente. É verdade que não se deixa deformar quando a apertamos. Mas parte-se em grande resistência quando cai. E uma garra de plástico? Deixa-se apertar entre os nossos dedos, mas volta à forma inicial quando a libertamos da pressão e, muito mais importante, não se parte quando cai ao chão.
E ser resiliente é ter inteligência emocional para saber que os acontecimentos nos afectam. É admitir que temos fragilidades. É saber sofrer. E este saber sofrer é muito pessoal. Ninguém ensina ninguém a sofrer e todos temos a nossa forma. Mas isto é diferente de dizer "não adianta chorar" ou "não podemos mostrar aos outros o nosso sofrimento", "nem vale a pena pensar nisso". Não adianta mas, para muitas pessoas, é profundamente libertador. E se assim for, então, adianta muito chorar. É isso que nos faz viver os acontecimentos e conseguir ultrapassar as coisas, tornando-nos mais fortes, e fazendo-nos crescer.
Temos, aqui na blogosfera, um grande exemplo de alguém resiliente: a querida Me. A maioria de nós sabe que ela passou por algo muito difícil. E nunca se recusou a falar no assunto. Tal como não se recusou a viver o sofrimento que isso lhe causou. Mas não baixou os braços e continuou a ter a atitude que sempre teve perante a vida e as pessoas. E é por isso que hoje consegue falar no assunto com tanta naturalidade. Porque foi resiliente. Porque soube sofrer. Porque soube integrar esse acontecimento na sua vida e seguir em frente.
E eu que, quando passei por um acontecimento que me causou sofrimento, mas que não se pode comprarar com o que ela passou, e que me deixei paralisar (embora tenha agido como devia ter agido) e me esqueci de mim durante o processo, e que na altura tanto estranhei a atitude dela (e ela sabe), hoje, dou-lhe os parabéns e digo, à boca cheia, que aprendi muito com ela.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Uma coisa que me faz confusão são aquelas pessoas que passam a vida no facebook, e, escrevem, sempre "bom dia", "bom almoço", "bom jantar", "boa noite e até amanhã", "vou sair mas já volto". Sim, talvez seja a minha veia mais implicante, mas é coisa que me faz confusão. Muita.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Aviso à navegação
Podem fazer o pino, dar uma cambalhota para a frente e outra para trás e fazer três saltos mortais encarpados que, aqui neste blogue, continuamos sem querer entrar em polémicas, sem publicar comentários que direcionam para blogues difamatórios e sem responder a provocações.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Sabes, descobri outro dia, que esperei catorze anos que fizesses uma simples pergunta. Uma pergunta que eu (já) não esperava, mas que tu decidiste fazer, e que mudou tudo o que havia para mudar. Uma pergunta tão mas tão simples, "e nós?", e que pode mudar tanto. Uma pergunta que me mostrou que também para ti ainda faz sentido. Não sei o que vai acontecer, não sei que resposta vamos ambos a dar essa pergunta, mas sei que te amo e que estou disposta a fazer muito mais do que achava que estava para que consigamos, finalmente, descobrir o que afinal nos continua a unir ao fim de tanto tempo e de tanta(s) distância(s), e para que possamos ser felizes, juntos.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Confesso que me faz confusão pessoas que dizem uma coisa por trás e agem de outra forma pela frente. Por muito que eu tente evitar conflitos e nem sempre diga tudo o que penso (nem sempre acho que ser totalmente sincero seja uma virtude, mas hei-de falar disto um dia, não sei quando) uma coisa que não sou é falsa. Quando estou menos agradada com o comportamento de alguém acabo por mostrar. Outra coisa que também não gosto é quando as pessoas mandam recados. Sobretudo através de redes sociais. Mesmo achando que nem sempre devemos dizer tudo o que pensamos (porque podemos estar a interferir com a liberdade do outro) penso que, quando nos afecta ao ponto de termos que falar sobre o assunto, então aí devemos dizer à pessoa. É mais bonito. Muito mais sincero. E mais correcto.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Aprendendo...
a conter a minha ansiedade, a agir sem reagir desconstruindo e contendo a ansiedade dos outros, a crescer com situações que à partida parecem negativas.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Bom, tendo em conta o que acabei de ler algures, venho aqui só esclarecer que eu tenho 30 anos, motivo pelo qual não sou assim tão velha nem "tenho idade para ter juízo" (subentenda-se que aqui o ter juízo era não criticar as alarvidades que uma certa pessoa dizia de quem lhe apetecia, fazendo, depois, papel de vítima e coitadinha, "tanto que me criticam que só podem ter inveja") e não ando à procura de um gajo que me ature. Também não entendo a agressividade que me é dirigida. Existe, aliás, e pelo menos um comentário onde essa pessoa diz "I love you Miss G.". Mas foi só começar a criticá-la e a chamar a atenção para as maldades que dizia que comecei a ser alvo de críticas. Ainda bem que o teu blogue terminou. Tenho pena é que tenha durado tanto.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
E por falar em dietas...
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Questão aos leitores/seguidores
Sem tornar este blogue um blogue dito light, até porque a minha tendência é muito mais para ter um blogue eclético, gostavam de ler aqui algumas coisas sobre a minha dieta (conselhos, refeições, exercícios, dificuldades pelas quais vou passando e várias outras coisas relacionadas com a tentativa de adoptar um estilo de vida saudável)?
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