quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Bom, tendo em conta o que acabei de ler algures, venho aqui só esclarecer que eu tenho 30 anos, motivo pelo qual não sou assim tão velha nem "tenho idade para ter juízo" (subentenda-se que aqui o ter juízo era não criticar as alarvidades que uma certa pessoa dizia de quem lhe apetecia, fazendo, depois, papel de vítima e coitadinha, "tanto que me criticam que só podem ter inveja") e não ando à procura de um gajo que me ature. Também não entendo a agressividade que me é dirigida. Existe, aliás, e pelo menos um comentário onde essa pessoa diz "I love you Miss G.". Mas foi só começar a criticá-la e a chamar a atenção para as maldades que dizia que comecei a ser alvo de críticas. Ainda bem que o teu blogue terminou. Tenho pena é que tenha durado tanto.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

E por falar em dietas...

Quanto peso é que acham que tinham nesta fotografia? Dou uma pista: tinha 17 anos, tinha feito dieta há pouco tempo e desde então (infelizmente) nunca voltei a estar assim. Schnif!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Questão aos leitores/seguidores

Sem tornar este blogue um blogue dito light, até porque a minha tendência é muito mais para ter um blogue eclético, gostavam de ler aqui algumas coisas sobre a minha dieta (conselhos, refeições, exercícios, dificuldades pelas quais vou passando e várias outras coisas relacionadas com a tentativa de adoptar um estilo de vida saudável)?

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Não sou pessoa de frases feitas, mas, depois de nos últimos tempos ter lido tantas e tantas e tantas críticas, não podia ter encontrado imagem mais adequada. É que mesmo isto que penso de quem passa a vida a criticar os outros. Falta de coisas mais interessantes que fazer. Pobreza de espírito. Pequenez.

P.S.: e agora é que eu começo a ter anónimos. Melhor. Passo a ter uma comentadora anónima. Parva. Ressabiada. E má como as cobras.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Castigos e consequências

Estava agora mesmo a ver uma parte do programa "Você na Tv", programa que não costumo ver,mas que deixei a gravar propositadamente porque queria ouvir o comentário do psicólogo Quintino Aires (profissional que respeito mas com o qual não concordo muitas vezes).
A intervenção dele consistia em comentar uma situação fictícia de um pai a ralhar e ser verbalmente agressivo com um filho na rua.
A propósito desta situação ele falou em castigos e disse que não vale a pena castigar as crianças porque o comportamento delas não muda, uma vez que o comportamento muda na relação. Mas depois disse que já vale a pena premiar um comportamento que se quer que a criança repita. A seguir ainda acrescentou que entre os 3 e os 5 anos se pode dar uma palmada, daquelas que não causam dor, mas que apenas mostram autoridade.
E eu não podia discordar mais do que ele disse. Primeiro, porque acho que as consequências (forma pela qual gosto de designar "castigos") são fundamentais na educação, uma vez que a educação deve mimetizar o que a criança futuramente vai encontrar no mundo real um dia mais tarde, e no mundo real todos os comportamentos têm consequências. Mas sobretudo o que acho fundamental é não se atribuir consequências apenas aos comportamentos negativos. É fundamental na educação como na vida sermos coerentes.Por isso se queremos "punir" os negativos temos de premiar os positivos. E vice versa.
Quanto à palmada, sou totalmente contra, ainda que seja em idades precoces. O respeito não se ganha pela violência. E mesmo bater ao de leve é uma forma de violência.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

E porque ela escreve tão mas tão bem, palavras que vêm diretamente do coração, e definiu (quase) tudo o que também quero para mim.

Exactamente Assim pela Margarida de "O Mundo de Margarida".

Assim ficam a conhecer-me também a mim um bocadinho melhor.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Não faço a mínima questão ser ser simpática para quem não o é para mim. Sobretudo com pessoas que fazem as coisas pela calada, que se acham mais espertas do que os outros e que, nem quando precisam, são capazes de ser humildes e pedir. Pessoas que exigem coisas dos outros sem perguntar se os outros podem. E eu que sou muito prestável e boa pessoa e cordial, depois, nestas ocasiões fico muito bruta. E sou antipática. E aí as pessoas não gostam. Mas estou um bocadinho farta de, por ter esta postura afável, as pessoas assumam que podem abusar. Mas não podem. E quando tentam eu respondo. Pronto.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Foi no Natal que o pedi nos dois anos anteriores, mas, tal como nos anteriores o meu desejo para o ano que vem é que a minha mãe continue bem. E peço ao Pai Natal, novo ano e reis magos. O que quero é que mo concedam.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Sempre que vejo o "Diário da Nossa Paixão" não consigo não chorar.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Quanto mais posts com presentes vejo pela blogosfera mais me pergunto para onde foi a essência do Natal. Sim, os presentes também são importantes, uma forma de expressar o carinho que temos pelas pessoas, mas a família é, sempre, o mais importante. E os doces, pronto, Natal sem os tradicionais doces (que não me dizem muito) não é Natal.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal a todos os leitores do meu blogue. Com muitas coisas boas, amor, saúde, abraços, sorrisos, prendinhas se isso for importante, doces e tudo o mais que queiram. Beijinhos e abraços a todos.

P.S.: ainda hoje gosto de acreditar no Pai Natal como a personificação do sonho e do espírito e do calor do Natal.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Ele há coisas...

Mas alguém adormece na cadeira do dentista? Com o dentista a usar a broca para arranjar um dente? Foi o que me aconteceu ainda agora.

Deborah Blando - Unicamente



É um bocadinho para o antigo mas continua a ser daquelas que mexe comigo.

Manias

Gosto muito de calças de ganga clássicas, com corte direito, e as pernas largas.