Quanto peso é que acham que tinham nesta fotografia? Dou uma pista: tinha 17 anos, tinha feito dieta há pouco tempo e desde então (infelizmente) nunca voltei a estar assim. Schnif!
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
E por falar em dietas...
Quanto peso é que acham que tinham nesta fotografia? Dou uma pista: tinha 17 anos, tinha feito dieta há pouco tempo e desde então (infelizmente) nunca voltei a estar assim. Schnif!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Questão aos leitores/seguidores
Sem tornar este blogue um blogue dito light, até porque a minha tendência é muito mais para ter um blogue eclético, gostavam de ler aqui algumas coisas sobre a minha dieta (conselhos, refeições, exercícios, dificuldades pelas quais vou passando e várias outras coisas relacionadas com a tentativa de adoptar um estilo de vida saudável)?
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Não sou pessoa de frases feitas, mas, depois de nos últimos tempos ter lido tantas e tantas e tantas críticas, não podia ter encontrado imagem mais adequada. É que mesmo isto que penso de quem passa a vida a criticar os outros. Falta de coisas mais interessantes que fazer. Pobreza de espírito. Pequenez. P.S.: e agora é que eu começo a ter anónimos. Melhor. Passo a ter uma comentadora anónima. Parva. Ressabiada. E má como as cobras.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Castigos e consequências
Estava agora mesmo a ver uma parte do programa "Você na Tv", programa que não costumo ver,mas que deixei a gravar propositadamente porque queria ouvir o comentário do psicólogo Quintino Aires (profissional que respeito mas com o qual não concordo muitas vezes).
A intervenção dele consistia em comentar uma situação fictícia de um pai a ralhar e ser verbalmente agressivo com um filho na rua.
A propósito desta situação ele falou em castigos e disse que não vale a pena castigar as crianças porque o comportamento delas não muda, uma vez que o comportamento muda na relação. Mas depois disse que já vale a pena premiar um comportamento que se quer que a criança repita. A seguir ainda acrescentou que entre os 3 e os 5 anos se pode dar uma palmada, daquelas que não causam dor, mas que apenas mostram autoridade.
E eu não podia discordar mais do que ele disse. Primeiro, porque acho que as consequências (forma pela qual gosto de designar "castigos") são fundamentais na educação, uma vez que a educação deve mimetizar o que a criança futuramente vai encontrar no mundo real um dia mais tarde, e no mundo real todos os comportamentos têm consequências. Mas sobretudo o que acho fundamental é não se atribuir consequências apenas aos comportamentos negativos. É fundamental na educação como na vida sermos coerentes.Por isso se queremos "punir" os negativos temos de premiar os positivos. E vice versa.
Quanto à palmada, sou totalmente contra, ainda que seja em idades precoces. O respeito não se ganha pela violência. E mesmo bater ao de leve é uma forma de violência.
A intervenção dele consistia em comentar uma situação fictícia de um pai a ralhar e ser verbalmente agressivo com um filho na rua.
A propósito desta situação ele falou em castigos e disse que não vale a pena castigar as crianças porque o comportamento delas não muda, uma vez que o comportamento muda na relação. Mas depois disse que já vale a pena premiar um comportamento que se quer que a criança repita. A seguir ainda acrescentou que entre os 3 e os 5 anos se pode dar uma palmada, daquelas que não causam dor, mas que apenas mostram autoridade.
E eu não podia discordar mais do que ele disse. Primeiro, porque acho que as consequências (forma pela qual gosto de designar "castigos") são fundamentais na educação, uma vez que a educação deve mimetizar o que a criança futuramente vai encontrar no mundo real um dia mais tarde, e no mundo real todos os comportamentos têm consequências. Mas sobretudo o que acho fundamental é não se atribuir consequências apenas aos comportamentos negativos. É fundamental na educação como na vida sermos coerentes.Por isso se queremos "punir" os negativos temos de premiar os positivos. E vice versa.
Quanto à palmada, sou totalmente contra, ainda que seja em idades precoces. O respeito não se ganha pela violência. E mesmo bater ao de leve é uma forma de violência.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
E porque ela escreve tão mas tão bem, palavras que vêm diretamente do coração, e definiu (quase) tudo o que também quero para mim.
Exactamente Assim pela Margarida de "O Mundo de Margarida".
Assim ficam a conhecer-me também a mim um bocadinho melhor.
Exactamente Assim pela Margarida de "O Mundo de Margarida".
Assim ficam a conhecer-me também a mim um bocadinho melhor.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Não faço a mínima questão ser ser simpática para quem não o é para mim. Sobretudo com pessoas que fazem as coisas pela calada, que se acham mais espertas do que os outros e que, nem quando precisam, são capazes de ser humildes e pedir. Pessoas que exigem coisas dos outros sem perguntar se os outros podem. E eu que sou muito prestável e boa pessoa e cordial, depois, nestas ocasiões fico muito bruta. E sou antipática. E aí as pessoas não gostam. Mas estou um bocadinho farta de, por ter esta postura afável, as pessoas assumam que podem abusar. Mas não podem. E quando tentam eu respondo. Pronto.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Quanto mais posts com presentes vejo pela blogosfera mais me pergunto para onde foi a essência do Natal. Sim, os presentes também são importantes, uma forma de expressar o carinho que temos pelas pessoas, mas a família é, sempre, o mais importante. E os doces, pronto, Natal sem os tradicionais doces (que não me dizem muito) não é Natal.
domingo, 25 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
Feliz Natal a todos os leitores do meu blogue. Com muitas coisas boas, amor, saúde, abraços, sorrisos, prendinhas se isso for importante, doces e tudo o mais que queiram. Beijinhos e abraços a todos.P.S.: ainda hoje gosto de acreditar no Pai Natal como a personificação do sonho e do espírito e do calor do Natal.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Ele há coisas...
Mas alguém adormece na cadeira do dentista? Com o dentista a usar a broca para arranjar um dente? Foi o que me aconteceu ainda agora.
Deborah Blando - Unicamente
É um bocadinho para o antigo mas continua a ser daquelas que mexe comigo.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
A humildade é, realmente, (uma) (d)a(s) qualidade que mais aprecio nos outros. A capacidade de perceber que não somos mais que os outros. Que todos somos necessários à sociedade. Que ninguém é melhor que ninguém. Somos apenas diferentes. Uns melhores numas coisas. E outros noutras.
Por seu lado, a maldade gratuita, a falta de empatia e noção do que os nossos comportamentos provocam nos outros, de filtros que nos travem a língua quando pensamos em disparates, a noção de que olhar lá do alto e desdenhar os outros, que achamos que estão "abaixo" de nós, não é bonito, são coisas que me irritam.
Particularmente.
Por seu lado, a maldade gratuita, a falta de empatia e noção do que os nossos comportamentos provocam nos outros, de filtros que nos travem a língua quando pensamos em disparates, a noção de que olhar lá do alto e desdenhar os outros, que achamos que estão "abaixo" de nós, não é bonito, são coisas que me irritam.
Particularmente.
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