quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

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Falta(m) pouco(s) para os 300 verdade?

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Portugal



Gosto de Portugal. Embora sinta que muita coisa tem de mudar (antes dos governantes) para que fiquemos melhor do que estamos. Mas acredito nas nossas potencialidades. E por isso não podia deixar de publicar este vídeo que está lindo. Talvez ao vê-lo nos apercebamos do que temos e do que somos capazes para que façamos alguma coisa.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Presidenciais e eleições

Estava agora a consultar o portal do eleitor e apercebi-me que houve mais de 4% de votos em branco. O que segundo me lembro é um resultado mais alto do que o normal. E, tendo estado ontem e em quase todas as eleições anteriores em mesas de voto, resolvi aproveitar para esclarecer as pessoas que nas eleições presidenciais nem os votos brancos nem os nulos contam para o resultado final.

O que acontece é que estes votos são contados sim mas depois para efeitos de eleição do presidente da república apenas contam os votos efectivos, ou seja, os votos nos candidatos. Imaginem que numa mesa de voto houve 500 votantes. Mas que houve 35 votos em branco e 15 nulos. Ora, os votos que efectivamente contam quando se vão fazer as percentagens são 450 e não 500. É como se os 450 votos fossem 100%. E depois atribui-se a cada candidato a percentagem relativa ao seu número de votos. Mas atenção que não é o mesmo votar em branco ou nulo do que não votar. Voltando a fazer um exercício imaginem que a mesa de voto tem 1060 eleitores inscritos (que é o normal pelo menos no sítio onde costumo estar). Votam as mesmas 500 pessoas. Então existem 47% de abstenções. Apenas depois de se fazer o total de abstenções é que se contam os votos e se fazem as percentagens retirando então os votos brancos e nulos. Ontem quem acompanhou as emissões especiais das televisões deve ter visto que, contrariamente às outras eleições, quando eram mostrados os quadros com as classificações dos candidatos não apareciam os votos brancos e nulos. Exactamente porque não contam para os resultados.

Também li por aí dúvidas quando à percentagem do candidato vencedor tendo em conta a abstenção. Dizia uma pessoa que não era possível o vencedor ter tido 52% se tinha havido 50% de abstenção. Mas mais uma vez a resposta é a mesma. Quando são apurados os resultados o que conta são os votos expressos. Dos votos que se apuram é que se calculam as percentagens de cada candidato. A abstenção é calculada antes dos resultados. E se assim não fosse ninguém teria ganho ontem porque foi ela a grande vencedora. Embora eu ache que todas as eleiçoes com mais de 50% de abstenção deveriam ser repetidas. Mas isso é outra história.

Existe no nosso país uma ignorância muito grande no que diz respeito não só à política como ao sistema eleitoral. Dizia a senhora que falou na abstenção que quem faz as eleições não é quem vota mas quem conta os votos dando a entender que os membros das mesas adulterariam os resultados. E eu garanto-vos que isso é virtualmente impossível. Porque em cada mesa está um elemento militante/simpatizante de cada partido. O que faz com que ninguém se atreva a sugerir favorecer nenhum candidato.

Relativamente às situções que existiram com o cartão de cidadão não me vou pronunciar. Tenho cartão de cidadão mas não só o meu número não mudou como sendo eu membro das mesas e sabendo que havia pessoas que tinham ficado sem cartão de eleitor, quando fui fazer o dito cartão, disse à senhora que não queria que mo inutilizasse. Dizem que as pessoas a quem o número de eleitor foi alterando receberam a informação. Mas não sei se é verdade. Claro que podiam ter ido ver mais cedo o número e o local de voto mas para isso teriam de adivinhar que o número tinha mudado. E muitas pessoas não sabiam disso. Por isso falhou quem está a fazer os cartões de cidadão e não informou as pessoas.

O que não concordo é que tenha sido esse fenómeno o responsável pela abstenção. Porque ela tem vindo a aumentar em todas as eleições. E o cartão de cidadão não existe assim há tanto tempo. O que acontece é que cada vez mais as pessoas se desinteressam pela política. E se por um lado os percebo por outro não acho admissível as pessoas queixarem-se tanto mas depois não mexerem o rabo para ir votar. É que dizer que nada muda é muito fácil. Mas se não forem votar é que nada muda de certeza. E é por isso que sou partidária do voto obrigatório.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Durante algum tempo tentei não escrever sobre a morte do Carlos Castro. Sentia que não tinha grande coisa a acrescentar a tudo o que já tinha sido escrito. Mas continuo a ler por aí coisas que me fazem uma confusão tão grande que tenho mesmo de dizer alguma coisa.
Que o Carlos Castro era homossexual toda a gente neste país sabia. Não é novidade para mim, nem para ninguém que viva cá há algum tempo. E também não é novidade que não era das figuras mais apreciadas do país devido ao trabalho de cronista social.
Mas, e aqui entra a minha indignação, merecia por isto ser morto como foi?
E o Renato, por ser jovem, bonito, modelo, tem de ser desculpado pelo crime horrível que cometeu?
O que me parece quando leio coisas sobre este assunto é que os valores de algumas pessoas estão completamente invertidos.
Sei que a linha entre a sanidade e a loucura é muito ténue. Que em situações limite todos podemos psicotizar. Que existem situações que nos colocam completamente fora de nós.
Mas não é por isso que devemos deixar de ser castigados.
E se é verdade que não sabemos ao certo o que aconteceu naquele quarto também é verdade que o Renato tinha milhares de opções que não matar. Podia ter-se simplesmente vindo embora. Podia, com a estrutura física que tinha, ter agredido o Carlos Castro para lhe mostrar que não pactuava com o que ele queria. Podia ter pedido ajuda ao consulado e à embaixada se sentia que estava a ser vítima de alguma coisa.
Mas não foi nada disto que ele fez. Matou. E se eu até conseguiria (embora muito dificilmente) perceber que o tivesse feito em legítima defesa não é para isso que os contornos deste crime apontam. Porque a seguir a matar torturou. Castrou. E ainda ficou quatro horas com o cádaver no quarto.
Algumas vezes pergunto-me se a reacção das pessoas seria a mesma se isto tivesse acontecido entre um casal de pessoas heterossexuais com idades aproximadas. E sinto que não era. Que o facto de o Carlos Castro ser velho e homossexual e ter uma imagem algo negativa na sociedade e o Renato ser bonito e jovem e modelo influencia muito a atitude das pessoas.
Percebo a dor da família do Renato. Percebo que não queiram acreditar que o filho/irmão/neto tenha comitido um crime destes. Percebo também a indignação das pessoas que o conheciam. O que já me custa a perceber são todas as outras pessoas que não o conheciam e o defendem com unhas e dentes. E que digam que a história tem de estar mal contada. Que tem de ter acontecido alguma coisa naquele quarto que o tenha feito fazer o que fez. Que não sabemos o que o Carlos Castro lhe terá prometido e depois não terá cumprido.
E o que eu tenho a dizer é que as pessoas se esquecem que o Carlos Castro era uma pessoa que foi morta e torturada. Que também tinha uma família. Que não há nada que justifique tirar a vida a outro ser humano. Que há sempre outra saída. E sobretudo que muitas vezes, infelizmente, não é preciso haver razões para se matar. Que o facto de o Renato ser bonito e jovem e modelo não significa que não possa ser assassino. Que o Carlos Castro não devia nada ao Renato. Que estava com ele porque queria ter sucesso da maneira mais fácil. Que não era uma criancinha inocente que foi abusada por um pedófilo.

Adenda: acabei de ler na Visão que agora existe uma petição para a extradição do Renato Seabra para Portugal caso seja condenado. Uma petição para trazer uma pessoa que confessou um crime. E que ainda por cima não foi feita pela família. E não consigo mesmo entender o que se passa na cabeça destas pessoas. Mesmo.

P.S.: relativamente a este assunto gostei muito de ler a Cat, s SMS, e a Ritititz.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Uma amiga perguntou-me há dias como é que podemos esquecer alguém. E a resposta seria muito fácil se este alguém lhe tivesse feito mal. Tinha apenas de lhe dizer para pensar nela e ter amor próprio e lembrar-se do que ele fez. Mas não é essa a situação. É uma situação aliás totalmente diferente.
O que aconteceu neste caso foi que essa minha amiga teve alguém que gostou muito dela mas com quem ela não chegou a ter uma relação. Porque na altura havia outra pessoa na vida dela por quem ela optou e com quem namorou ainda bastante tempo. Mas agora passados uns anos e terminada essa relação ela questiona se fez a escolha certa. Sente que não. Que devia antes ter optado pela outra pessoa. E não se consegue esquecer disso. O problema é que essa pessoa por quem ela não optou tem agora um compromisso sério. Por isso não há forma de ela ir ter com essa pessoa e tentar aquilo que não tentou. Por isso a solução tem de ser mesmo esquecer. Mas ela não sabe como e eu também não tenho uma resposta mágica para lhe dar. Apenas me lembro das coisas habituais que se costumam dizer. Que é necessário esquecer para seguir em frente. Que se ela na altura fez esta escolha é porque era o que sentia e que não devemos contrariar aquilo que sentimos. Que não adianta pensarmos no passado, a não ser para aprender com ele, porque ele não vai mudar.
E gostava muito de lhe poder dizer alguma coisa diferente. Que realmente a ajudasse a esquecer. Porque ela é uma pessoa fantástica. Que merece muito ser feliz. Mas ela diz-me que esta pessoa deve ter sido quem mais gostou dela até agora. Que fez coisas por ela que nunca ninguém tinha feito. Que não sabe se volta a encontrar alguém assim. E por isso é que lhe é tão difícil esquecer.

P.S.: conseguem ajudar-me a dizer-lhe alguma coisa que a ajude?

domingo, 26 de dezembro de 2010

E este ano...

Volto a pedir ao Pai Natal, ainda que um bocadinho mais tarde, o mesmo que pedi o ano passado. Que a minha mãe continue a recuperar, que tudo continue a correr como tem corrido e que ela viva muito mais anos com saúde, na minha companhia e na de todas as pessoas que a querem bem. E espero que me seja concedido tal como foi este ano. Não peço que o ano que vem seja melhor do que o anterior. Apenas que continue assim que já está bom. Depois de um ano como 2009, 2010 conseguiu ser um bocadinho mais calmo, apesar dos tratamentos, exames e idas ao Hospital. E o que quero é que em 2011 as coisas continuem assim. Porque a minha mãe é sem dúvida a pessoa mais importante para mim. E este é realmente o meu desejo para o próximo ano.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

A Maria, o gato e o sonho

E eu nunca falei aqui da Maria pois não? Então a Maria é uma mulher que tem um sonho e resolveu lutar para o concretizar. O sonho da Maria é ir estudar para Bruges. Mas estas coisas de estudar são caras e por isso a Maria está a vender todo o recheio da casa para o conseguir. E nós o que temos de fazer para ajudar? Pouco. Dar um livro para o leilão ou comprar um ou conhecer alguém que queira patrocinar e divulgar, divulgar, divulgar e pensar em ideias geniais que possam ajudar a Maria a concretizar o sonho. Gosto de pessoas que sonham. E que estão dispostas a lutar para os concretizar. E por isso apoio a Maria. E para mais informações é só ir aqui ou aqui que está lá tudo explicado.

domingo, 28 de novembro de 2010

Fui hoje experimentar uma técnica nova de manicure. Gelinho. Bom para quem como eu não gosta de unhas de gel mas quer que o verniz dure mais tempo. É um gel mas parece um verniz. Não fica grosso. Não se lima metade da unha. Não tem manutenção. Não se fazem extensões. Não se usam brocas para remover. E, apesar de achar que podia estar mais perfeito a nível de pintura e peles, gostei. Espero que realmente dure o tempo que dizem. E se assim for não me preocupo mais com o verniz estalar ao fim de pouco tempo. Querem saber como se aplica? Primeiro faz-se a manicure normal. Depois colocam uma espécie de base e colocamos as mãos no forno. A seguir é a vez da cor, é pintada uma unha de cada vez, e colocamos a mão no forno a seguir a cada pintura para o verniz não escorrer. E esta é mesmo a parte mais chata porque faz com que demore um bocadinho. Depois coloca-se um brilho em todas as unhas e levamos novamente as mãos no forno. Finalmente limpam com um produto que não sei qual é e temos as unhas prontas. O único incoveniente é não haver muitas cores. Mas gostei da técnica e recomendo. Agora é ver se realmente dura tanto tempo.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Quero comprar uma máscara facial. A minha pele é sensível com tendência a seca. Tenho alguns pontinhos negros no nariz e por vezes no queixo. Estou a alguns meses de fazer 30 anos. O meu principal objectivo é hidratação, nutrição e prevenção do envelhecimento. A par disto se melhorar algumas (poucas) manchinhas melhor. O que é que me sugerem?

domingo, 21 de novembro de 2010

Tenho andado a ver o The Biggest Loser. E, além de me identificar com a Michelle em muitas coisas, faz-me confusão como é que há pessoas que ali estão e pensam em jogar e em ganhar dinheiro e em derrotar os outros. Quando o maior ganho é a perda de peso, a aprendizagem sobre eles próprios, o mudar tudo aquilo que estava mal até ali. Talvez seja uma metáfora da forma como algumas pessoas vivem. O foco nunca está neles mas sim nos outros. Não se preocupam em ser melhores pessoas a cada dia mas em ser melhor do que os outros. E não percebem que só olhando para nós, querendo ser uma pessoa melhor a cada dia, querendo superar os nossos próprios limites é que podemos viver bem connosco e com os outros.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Lovefool

Dear, I fear we're facing a problem
You love me no longer, I know
And maybe there is nothing
That I can do to make you do
(Lovefool, The Cardigans)

Ultimamente tenho assistido a muitas situações assim. Mulheres que se mantém em histórias que de amor já nada têm. Talvez já tenham tido em tempos. Mas deixaram de ter e elas, nós, insistem em agarrar-se a um passado que já não é. A interpretar sinais que nada querem dizer. A correr atrás de homens que não gostam delas, que não lhes telefonam, não querem saber, não se preocupam, não se interessam. E a maior parte até tem noção disto. Que alguma coisa de facto mudou.
Mas por algum motivo continuam a aceitar migalhas como se fossem um óptimo manjar. A viver com o amargo de saber que aquela pessoa já não nos quer assim tanto. E se não nos quer assim tanto é porque não nos quer simplesmente.
Tenho dito algumas vezes que quando um homem quer estar com uma mulher faz tudo por estar. Claro que não sou ingénua ao ponto de achar que gostar é suficiente, porque muitas vezes não é, mas quando um homem quer estar tenta estar. E não há nada que o impeça. Por isso não adianta nós corrermos atrás e ligarmos e mandarmos mensagens desenfreadamante. Quando ele não atende, não telefona e não manda mensagens é porque não quer falar connosco.
E não é insistindo que vamos fazer com que ele queira. Antes pelo contrário. Vamos apenas humilhar-nos, fazer com que deixe de ter paciência para nós, e implorar por algo que devia ser dado de forma natural.
Uma coisa da qual temos que nos convencer é que o amor não se implora. E que nesse caminho apenas conseguimos destruir a nossa auto-estima. É duro assumir que uma pessoa não gosta de nós? É. Mas é preferível isso do que andar a correr atrás de quem não nos quer.
E se essa pessoa nem sequer tem respeito o suficiente para nos dizer "não" e vai empatando a situação com "não sei", "talvez", "não me pressiones" pior ainda. Porque nos dá uma algo a que nos agarrarmos. Mas acima de tudo porque mostra uma falta de consideração enorme. Falta de empatia com aquilo que estamos a sentir. Falta de carácter. E mostra ainda mais que não merece a nossa atenção.
A solução é simplesmente aceitar. Aceitar que os sentimentos mudam, que o amor também acaba, que existem pessoas não gostam de nós e que isso não significa que o problema seja nosso, que não sejamos mulheres interessantes, que tenhamos feito alguma coisa errada. E depois de aceitar encerrar o capítulo, fechar a porta e seguir com a nossa vida tal como faziámos antes de ele existir. Até porque se ele realmente gostar de nós sabe onde estamos, como nos contactar e não é por nos afastarmos que nos vai esquecer. E aí percebe que tem de nos valorizar, que não nos contentamos com menos do que merecemos, que nos valorizamos o suficiente para nos afastarmos de quem gostamos quando sentimos que não nos tratam bem.
Tal como o anúncio do leite matinal dizia há tanto tempo se nós não gostarmos de nós quem gostará?

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

E ao texto que a Miss Glitering escreveu eu apenas acrescentava que as pessoas conseguem sempre surpreender-nos por mais que pensemos que não. Tenho de parar de ser bambi. E de achar que todas as pessoas têm determinados valores. Não me costumo queixar por que sou assim porque quero. Não sou assim para que sejam assim comigo. E quero continuar a acreditar nas pessoas. Mas há situações em que pensamos mesmo que temos de deixar de ser ingénuas.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Uma mensagem trocada com uma amiga devolveu-me a lembrança algo de que já me tinha esquecido, como é (TÃO BOM) começarmos a apaixonarmo-nos por alguém: os olhos nos olhos e o sentimento de "há lugar para mim", os toques inocentes e casuais primeiro para sentir a pele do outro e ver se faz contacto, o posar da mão no braço durante uma conversa e os toques mais demorados depois, quando já há pouco a esconder, as conversas intermináveis na descoberta do outro, a saudade a apertar quando não se está e ainda não percebe bem o que se sente, a vontade de estar sempre ao lado dele e descobrir cada vez mais e mais coisas até ao momento em que os lábios se tocam pela primeira vez e é a confirmação de tudo o que tinha sentido até aí: ternura, carinho, paixão e um amor embrionário, uma vontade de que corra bem, de que seja "desta vez", de que o outro venha a gostar de nós como sonhamos ser possível gostar dele, de estar nas nuvens e ser tão bom, de pensar nele assim, do nada a meio do dia e ficar com um sorriso...

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Não sei se vos tem acontecido o mesmo mas reparei, nos últimos dias pelo menos, que mesmo quando desligo o computador a minha sessão no blogger continua iniciada. E isso acontece em mais do que um computador. E agora tentei mesmo terminar a sessão, coisa que normalmente não faço porque isto costuma terminar sozinha quando se desliga o computador, e não consegui. Alguém sabe o que se está a passar?