Qual foi a situação mais estranha pela qual já passaram?
P.S.: "Pergunta" é uma das rubricas do "A Vida de Uma gaija" que têm por objectivo incentivar a vossa participação e os vossos comentários, por forma a estimular debate/discussão e aprendermos algo uns com os outros.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
É de mim...
ou esta história de o Cristiano Ronaldo vir à selecção é uma teimosia para lá de parva do Carlos Queirós?
Se ele estivesse a jogar no Real Madrid, eu até percebia que o convocassem na mesma, porque poderia ser uma teimosia do clube que não quisesse permitir que o jogador viesse. Mas, estando ele lesionado, não estando a jogar, que palermice é esta de o forçarem a vir e quererem que ele jogue?
Eu até não sou especialmente fã dele, embora reconheça que é um óptimo jogador, mas acho que se o forçarem a jogar, a lesão só vai piorar. Além de fazer com que os responsáveis do Real Madrid fiquem de pé atrás com a selecção. E, quanto a mim, com muita razão.
Se ele estivesse a jogar no Real Madrid, eu até percebia que o convocassem na mesma, porque poderia ser uma teimosia do clube que não quisesse permitir que o jogador viesse. Mas, estando ele lesionado, não estando a jogar, que palermice é esta de o forçarem a vir e quererem que ele jogue?
Eu até não sou especialmente fã dele, embora reconheça que é um óptimo jogador, mas acho que se o forçarem a jogar, a lesão só vai piorar. Além de fazer com que os responsáveis do Real Madrid fiquem de pé atrás com a selecção. E, quanto a mim, com muita razão.
Comportamentos e atitudes
Uma pessoa que é simpática contigo mas é rude e/ou mal-educada com o empregado de mesa não poder boa pessoa!
Não sei quem escreveu isto, mas não podia estar mais de acordo! Subscrevo inteiramente. Claro que todos temos dias maus e eventualmente havemos de já ter tratado alguém menos bem, mas há pessoas que fazem questão de tratar mal todos os que consideram estar abaixo delas. Pois para mim essas pessoas é que estão abaixo, muito abaixo de quem quer que seja. As pessoas valem pelo que são enquanto pessoas e não pelo estatuto social, nº de zeros na conta bancária ou carro que têm na garagem! E devemos tratar toda a gente com respeito! Todos somos importantes, desde o médico ao canalizador.
Não sei quem escreveu isto, mas não podia estar mais de acordo! Subscrevo inteiramente. Claro que todos temos dias maus e eventualmente havemos de já ter tratado alguém menos bem, mas há pessoas que fazem questão de tratar mal todos os que consideram estar abaixo delas. Pois para mim essas pessoas é que estão abaixo, muito abaixo de quem quer que seja. As pessoas valem pelo que são enquanto pessoas e não pelo estatuto social, nº de zeros na conta bancária ou carro que têm na garagem! E devemos tratar toda a gente com respeito! Todos somos importantes, desde o médico ao canalizador.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Decididamente, há homens que não se tocam.
Um em particular.
Há pelo menos uns três anos que me telefona e aparece cá em casa, apesar de eu ser sempre seca com ele e lhe responder em monossílabos.
Há uns tempos que andava em silêncio. E eu ontem eliminei o número dele. Pensei que já não me chateasse.
Mas estava enganada.
Um em particular.
Há pelo menos uns três anos que me telefona e aparece cá em casa, apesar de eu ser sempre seca com ele e lhe responder em monossílabos.
Há uns tempos que andava em silêncio. E eu ontem eliminei o número dele. Pensei que já não me chateasse.
Mas estava enganada.
Porque nós mulheres... #2
domingo, 8 de novembro de 2009
Porque nós mulheres...
... às vezes somos mesmo assim.Achamos que os homens têm de adivinhar aquilo que nós queremos, mesmo não dizendo uma única palavra. E ficamos chateadas, tristes e irritadas quando eles não nos percebem. O mesmo se aplica a quando fazem ou dizem algo que não gostamos. Amuamos em vez de falarmos e explicarmos. O problema é que nos esquecemos que ninguém tem de adivinhar o que nos vai na cabeça, no coração e na alma. E, se não falarmos, para a próxima acontece o mesmo e lá voltamos nós a ficar tristes, amuadas e a achar que eles não gostam de nós. E esquecemo-nos também que eles não têm o dom da intuição, competência emocional muito mais desenvolvida nas mulheres do que nos homens. E, na maior parte das vezes, uma conversa sincera evitava tudo isto. Mas, para acrescentar a tudo isto, muitas vezes ainda nos queixamos que eles não querem falar.
sábado, 7 de novembro de 2009
Gostar de Alguém
(Há uns tempos que ando para escrever sobre isto e fica desde já aqui prometido que o farei, mas, enquanto não faço, aqui fica algo que acabei de ler e gostei muito. Podem ler o texto todo aqui, algo que aconselho vivamente.)
"Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós."
"Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós."
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
E esta aqui...
Inquérito/sondagem aos meus leitores e seguidores
De há uns meses para cá que escrevo pouco. Por vezes passam semanas sem que actualize o blogue. E quando não passam semanas é muito raro escrever mais do que um post por semana.
No entanto, o meu número de seguidores continua a crescer. Tenho muito mais seguidores do que leitores diários, é bem verdade, e notei um grande decréscimo nos leitores desde que passei a escrever menos. Tenho imensas leituras quando escrevo, quando não escrevo, desce. Tudo isto é verdade.
Mas, como disse, o número de seguidores, continua a crescer (e os mails que vou recebendo também). Gosto muito disso. Como disse outro dia a alguém que me escreveu, se não quisesse ser lida, escrevia um diário. Gosto muito de escrever e também muito de saber que me lêem, dos comentários, dos mails, de receber feedback, de saber que as pessoas gostam e se identificam, que aquilo que escrevo toca alguém.
E, por isso, queria perguntar-vos, em jeito de inquérito/sondagem (e quero uma grande participação, que pode ser por comentário ou por e-mail): o que é que vos leva, numa altura em que eu escrevo tão pouco, a tornarem-se meus seguidores?
No entanto, o meu número de seguidores continua a crescer. Tenho muito mais seguidores do que leitores diários, é bem verdade, e notei um grande decréscimo nos leitores desde que passei a escrever menos. Tenho imensas leituras quando escrevo, quando não escrevo, desce. Tudo isto é verdade.
Mas, como disse, o número de seguidores, continua a crescer (e os mails que vou recebendo também). Gosto muito disso. Como disse outro dia a alguém que me escreveu, se não quisesse ser lida, escrevia um diário. Gosto muito de escrever e também muito de saber que me lêem, dos comentários, dos mails, de receber feedback, de saber que as pessoas gostam e se identificam, que aquilo que escrevo toca alguém.
E, por isso, queria perguntar-vos, em jeito de inquérito/sondagem (e quero uma grande participação, que pode ser por comentário ou por e-mail): o que é que vos leva, numa altura em que eu escrevo tão pouco, a tornarem-se meus seguidores?
sábado, 31 de outubro de 2009
Não consigo perceber...
as carrinhas, carros, camiões de entregas que, quando têm assim um espaço enorme livre para estacionar em frente à loja onde vão levar mercadorias, preferem deixar os carros por trás de outros carros que estão bem estacionados.Eu até sou tolerante nestas coisas. Até percebo que quando não há lugares estacionem mal, porque, muitas vezes as mercadorias são pesadas e eles não têm que ajude.Mas, quando em frente à loja, há praticamente cinco lugares seguidos, não vejo justificação. Não só porque incomodam o trânsito, como causam problemas a quem está estacionado, como, ainda, não estão descansados porque a qualquer momento alguém pode querer sair e lá têm de vir eles interrompendo o que estavam a fazer.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Apesar de ser público que não gosto nem um bocadinho da Luciana Abreu, ou, sendo mais justa, uma vez que não a conheço pessoalmente, não gosto da imagem que ela passa, gosto bastante da mocinha que consta aqui da fotografia.Acho-a muito bonita, simpática, sem toques de vedetismo, sem tentar passar uma imagem de boazinha e simples. Não sei se é ou não inteligente e se tem alguma coisa dentro da cabeça, mas, depois de ter visto no YouTube o episódio do programa Alta Definição onde participou, fiquei com a sensação de que, pelo menos, sabia falar, sabia expôr as ideias e não era nenhuma tontinha.
E, romântica como sou, fiquei encantada a olhar para as imagens em que ela dizia estar grávida. Achei muito bonito a felicidade que se lhe desenhou no rosto e no olhar assim como as palavras que proferiu. E fiquei ainda mais encantada quando ela falou na reacção do namorado, o actor Pedro Teixeira, à notícia. Embora a relação deles provavelmente também tenha problemas, como qualquer relação, achei que o projecto deste filho era mesmo um projecto de amor entre duas pessoas que estão, em toda a acepção da palavra, juntas. E sobretudo, duas pessoas que mostram isso na forma de estar, de se expressarem e de falarem, sem terem de andar a dizer baboseiras como "trata-me como uma princesa", "pediu-me em namoro à minha mãe com um ramo de rosas", ou a escrever cartinhas para dize aos fãs que encontraram um princípe e são muito felizes, patati patatá patató.
Confesso que sempre vi o conceber de um filho como um projecto de amor entre duas pessoas. E infelizmente vejo muitos caos à minha volta em que o que acontece é tudo menos isso, em que há mil e uma razões pelas quais as pessoas têm filhos, sem que o amor, a vontade de estar juntos e de construir um projecto de vida em comum estejam presentes. E, como neste caso, é tão gritante que a gravidez está a acontecer pelos motivos certos, não podia deixar, ainda que nenhum deles algum dia leia estas palavras, de lhes endereçar os meus sinceros parabéns e desejar que a felicidade que sentem dure muito, muito, muito tempo.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Piscas e rotundas
Às vezes penso que sou só eu a achar que os piscas nas rotundas são realmente importantes!
Mas, então, como é suposto que adivinhemos para onde os outros vão? É que há situações em que não se percebe pela inclinação do carro. E, tendo em conta as prioridades e a forma como se deve circular, sem piscas fica tudo uma grande confusão.
Pois que eu, se não vejo o dito pisca, e mesmo que perceba para onde o outro carro vai, costumo, caso tenha tempo, entrar na rotunda. E fazer com a mão o sinal de pisca ao condutor do outro carro. Só para que ele perceba que o pisca, em algumas situações, é mesmo para ser utilizado.
Devia haver multas para isto. E também para os condutores que se instalam comodamente na faixa da direita e depois dificultam a vida a quem vai a circular correctamente e quer sair. E tenho dito.
*Excepção feita à minha amiga S., que, como conduz há relativamente pouco tempo, tem desculpa para não fazer os ditos piscas, sobretudo quando a rotunda é grande, confusa e movimentada.
Mas, então, como é suposto que adivinhemos para onde os outros vão? É que há situações em que não se percebe pela inclinação do carro. E, tendo em conta as prioridades e a forma como se deve circular, sem piscas fica tudo uma grande confusão.
Pois que eu, se não vejo o dito pisca, e mesmo que perceba para onde o outro carro vai, costumo, caso tenha tempo, entrar na rotunda. E fazer com a mão o sinal de pisca ao condutor do outro carro. Só para que ele perceba que o pisca, em algumas situações, é mesmo para ser utilizado.
Devia haver multas para isto. E também para os condutores que se instalam comodamente na faixa da direita e depois dificultam a vida a quem vai a circular correctamente e quer sair. E tenho dito.
*Excepção feita à minha amiga S., que, como conduz há relativamente pouco tempo, tem desculpa para não fazer os ditos piscas, sobretudo quando a rotunda é grande, confusa e movimentada.
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