sábado, 26 de setembro de 2009

O ensino, as licenciaturas/mestrados/doutoramentos e o nível de desenvolvimento de um país

O nível de licenciados (e mestres e doutorados) de um país está directamente relacionado com o nível de desenvolvimento desse país. Isto é um um facto inquestionável. E que me desculpem os que pensam de forma diferente, mas, não assumir isto parece-me algo que só acontece num país onde, há pouco mais de um ano, um ditador foi eleito como o português mais ilustre de sempre, num país onde ainda temos tanto velhos como jovens a dizer que no tempo dele é que era bom, num país onde se valoriza o chico-espertismo em lugar da inteligência, do saber e da vontade de progredir.

Sou, já há mais de muitos anos, da opinião que o problema de Portugal não é a falta de recursos, não é a pequenez, nem são os políticos, mas sim as pessoas com a sua mentalidade pequenina. Acho que somos pouco ambiciosos, queremos ganhar muito sem trabalhar o correspondente, e olhamos com desprezo para os que conseguem ir mais longe porque tiveram oportunidades que nós não tivemos. Pensamos pequeno e pouco, temos vistas curtas e somos invejosos. Além de que não sabemos nem sequer aproveitar aquilo que de bom temos ou conseguimos conquistar e isso, meus caros, vem dos Descobrimentos. E faltam-nos algo extremamente importante que é sabermos olhar para nós e reconhecermos não só os nossos defeitos como as nossas lacunas. E, em vez de encararmos as situações, crtíticas e desafios como oportunidades, vêmo-los como ataques pessoais e defendemo-nos, quando nunca nos atacaram, desatando a dizer disparates sob forma, na maior parte das vezes, de ataques pessoais baixos e sem fundamento.

Eu concluí a minha licenciatura logo a seguir ao secundário. E sim, assumo-o sem pudores, apesar de ter sempre tentado ter alguma ocupação para ganhar um dinheiro extra, foram os meus pais que me proporcionaram o curso que eu quis. Se há quem não tenha tido essa sorte, lamento. Acho que todos deviámos ter iguais oportunidades pois só aí se veria com clareza quem tem de facto capacidade para ir mais longe e quem não tem. Mas não me sinto de forma alguma envergonhada por ter tido essa oportunidade e acho lamentável que se diga que muitas das pessoas que se licenciaram sem necessitar de trabalhar como meninos dos papás. Mas é alguma vergonha ter pais que lutaram para nos proporcionar um curso superior? Não será antes um orgulho? Claro que acho saudável que as pessoas vão tendo alguma ocupação ao longo da vida para irem percebendo como funcionam as coisas, mas isso não significa que despreze quem nunca o fez e muito menos que aceite que me apontem como mimada porque me proporcionaram educação.

E penso sinceramente que este é um dos problemas que impedem que este país vá mais além. A inveja do que conseguiu ir mais longe. Já a mim, se vejo alguém ir mais longe, desde que não o tenha feito passando por cima de alguém, só posso ficar contente por isso. Porque sei que isso mais tarde de irá traduzir em desenvolvimento para o país. E confesso que este hábito tão português de desdenhar nos outros que conseguem algo mais do que nós me faz um bocadinho de, como dizer, urticária. Sem meias palavras, chamo-lhe ressabiamento. E isso não é bonito, nem aqui, nem na China.

Agora, uma coisa é dizer que o número de licenciados atesta o nível de desenvolvimento de um país e outra muito diferente é dizer que todos têm de ter formação superior. Claro que não. Mas todos deveriam ter um nível de escolaridade superior ao 9º ano e formação específica para a área onde vão trabalhar. Talvez isso diminuísse as grandes diferenças entre quem trabalha num supermercado e numa universidade.

E, não, também não concordo com muitas das coisas do nosso sistema de ensino actual, onde se pretende, mais do que realmente dar formação e conhecimento, atribuir um grau para subir nas estatísticas. Tal como penso que há excesso de licenciados em áreas que não necessitam e falta de licenciados em áreas extremamente necessárias. Tal como ninguém é menos inteligente ou menos capaz ou menos pessoa por não ter formação. Por isso deixem lá quietas as avózinhas que não sabem ler que ninguém pôs em causa o valor delas nem a sua habilidade para vida. O que falamos é de formação, informação e preparação para um mundo que é, cada vez, mais competitivo.

E nesse sentido parece-me uma grande tontice não assumir que o número de pessoas com formação superior é demonstrativo do nível de desenvolvimento de um país. Porque o é. Inquestionavelmente.

P.S.: este texto é para a Luna, que tanta paciência tem tido para se desdobrar em explicações de algo que devia ser claro para todos.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

A verdade é que esta doença é mesmo a doença do medo.
A minha mãe foi operada na Quarta-feira. Foi uma operação bastante longa, cerca de 6 horas, e segundo o médico correu tudo bem.
Estive lá o tempo todo que a operação decorreu. E se por um lado ficava mais aliviada à medida que o tempo passava, porque, nestes casos é mau sinal quando as operações são muito curtas, por outro aumentava o meu medo que alguma coisa pudesse não estar a correr bem. Mas, ao fim das tais seis horas, lá vi a minha mãe sair para o recobro.
Tenho estado lá no Hospital com ela, tanto tempo quanto posso. Soube agora que o médico diz que ela ficou bem. Mas até tenho medo de acreditar nisso.
Claro que me sinto mais aliviada, mas sempre com pézinhos de lã. Vamos vivendo um dia de cada vez. E aproveitando mesmo tudo aquilo que pudermos. Porque como já escrevi estas situações só nos mostram a imprevisibilidade da vida.
E com isto percebi algo que já sabia, que é o facto de, àqueles que amo, fazer tudo o que está e não está ao meu alcance. Querer, acima de tudo, que estejam bem. E estar sempre lá para eles.

domingo, 13 de setembro de 2009

Sozinhas por opção?

Não vou começar o texto como a Muxi até porque eu já passei os olhos pelo Segredo e não sei nada sobre o Amor. Do Segredo não fiquei fã embora ache que muito passa por acreditarmos em nós, no que queremos, e no que sentimos. Em relação ao Amor não sei nada. A experiência é pouca, o medo demasiado, as barreiras que imponho a mim e aos outros altas demais.

No entanto não posso deixar de me pronunciar sobre este assunto. Sem querer que ninguém se sinta pessoalmente atingido, até porque, tanto a Kitty Fane, como a Luna, como a Miss Glitering são bloggers que gosto de ler e que considero inteligentes, interessantes e divertidas. Mas a verdade é que e aqui tenho de parafrasear a Muxi, que diz e bem que o ser humano não gosta de estar sozinho.

Uma coisa é não termos de nos cingir às normas sociais que nos mandam casar ou começar a ter filhos só porque estamos a chegar ou já passámos a barreira dos 30. Aí concordo que as coisas se devem fazer quando temos vontade de as fazer, quando sentimos que chegou a altura ou quando encontrámos a pessoa com quem o fazer. Mas a verdade é são raras as pessoas que realmente estão sozinhas por opção.

E o que eu quero dizer com isto não é que somos todas umas encalhadas. Sim, que eu também me incluo no grupo de mulher-com-quase-30-e-longe-de-ter-algo-que-se-pareça-com-um-relacionamento-sério. E muitas as minhas amigas estão exactamente na mesma situação. Claro que não é por falta de homem que estamos sozinhas. Claro que não somos nenhumas enjeitadas. Claro que temos quem nos pegue.

Mas é diferente não sermos encalhadas de estarmos sozinhas por opção. O que penso que acontece hoje em dia com determinadas mulheres onde me incluo é que não nos deixamos levar por estereótipos, não nos preocupamos com rótulos nem com supostos prazos de validade. E como tal não nos sujeitarmos ao primeiro que nos aparece só porque as pessoas à nossa volta acham que deviamos estar emparelhadas.

Queremos alguém com quem nos identifiquemos. Alguém que nos faça mais felizes do que somos apenas connosco. Que partilhe as nossas formas de estar, ser e pensar. Que nos complete. Que nos dê mimo. Que esteja lá quando precisamos. E não apenas que esteja lá porque sim.

E sim tudo isto é mais que legítimo. Claro que é. Mas é também totalmente diferente de estarmos sozinhas porque queremos.

E não é necessário hastearmos a bandeira do orgulhosamente sós só para mostrar aos outros que não estamos sozinhas por não haver ninguém que nos pegue. Porque não estamos a ser sinceras. E porque estamos a jogar o jogo deles que tanto nos incomoda.

Não.

Claro que nos sentimos bem connosco próprias. Claro que temos momentos em que gostamos de estar enroladinhas na nossa manta a ver as nossas séries prefereridas sem que ninguém nos chateie. Claro que não nos importamos de fazer programas sozinhas. Claro que temos as melhores amigas do mundo e nos divertimos imenso mesmo sem ter namorado. Mas não estamos sozinhas porque queremos estar sozinhas.

Estamos sozinhas porque não encontrámos ninguém com quem achemos que vale realmente a pena estar. E claro que isto é uma opção face a estarmos com alguém que não nos enche as medidas. Mas não é o mesmo que estarmos sozinhas por opção.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Pergunto-me...

porque é que há tantas pessoas que passam a vida a dar opiniões sobre a vida, forma de estar e atitudes dos outros. Porque é que têm de fazer constamente julgamentos sobre escolhas, personalidades, maneiras de pensar. Não será esta mania de julgar tudo e todos um costume muito português?

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Sou só eu...

que acho que esta situação toda à volta do fim do Jornal Nacional de Sexta, na TVI, era previsível? Que até acho que é extremamente positivo que isso aconteça, uma vez que aquilo era demasiado espectáculo, sensacionalismo, e acusações sem fundamento ao Governo? E mais, sou só eu quem pensa que é impossível que tenha sido o Governo a fazer algo para que isso acontecesse, pois, sem sombra de dúvidas são os maiores prejudicados com tudo isto?

Dever cívico

Recebi por e-mail um apelo para visitar o site Breast Cancer e clicar no sítio onde se oferecem mamografias gratuitas a mulheres com baixos rendimentos.

E resolvi não só fazê-lo como estender o apelo a todos os que me leêm.

Porque nunca é demais fazê-lo.
Porque a prevenção ainda é a melhor arma.
Porque nunca sabemos quando nos tocará a nós.
Porque não custa nada e pode ajudar alguém.
Porque é importante alertar consciências.

Se quiserem ajudar cliquem aqui

Por todas nós.

Aqui deste lado

Quanto a mim, sou mais do género "boa onda", "tá-se bem", "bora lá". Adepta das coisas boas e das boas pessoas. Não daquelas que acham que são boas pessoas e passam a vida a apregoar isso, mas daquelas que emitem boa energia, que nos mostram em atitudes que valem a pena, que "nos fazem ver que há pequenos abrigos para onde podemos sempre fugir".
Não evito um confronto que seja necessário, uma troca de ideias mais dura, uma boa discussão que nos faça aprender, evoluir e traga coisas novas, mas detesto confusões que são apenas isso mesmo, confusões, situações que se enleiam à volta de um assunto que no fundo é nada, e que apenas sugam a energia, roubam sorrios e criam conflitos desnecessários, mal-entendidos que alimentam guerras e abrem precedentes de desconfiança, mal estar e desconforto entre as pessoas.
E às vezes tenho a sensação que há pessoas que, ainda que não se apercebam, vivem neste tipo de situações e não só não as tentam alterar como acabam por arrastar para dentro delas pessoas que não têm essa forma de estar.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Pessoas

Há pessoas tão mal-educadas, arrogantes, desagradáveis, que tratam tão mal outras pessoas (normalmente pessoas que não conhecem, são hierarquicamente inferiores ou não lhes interessam porque, de forma geral, este tipo de pessoas é cobarde) que eu me pergunto, frequentemente, de onde vem tanto azedume, tanto mal-estar, tanta má educação.

Não é que seja algo que me incomode quando me é dirigido a mim. Ao início chateia. Claro. Mas, invariavelmente, tendo a pensar que aquilo não é mais do que um descarregar de uma enorme frustração que essas pessoas sentem e geralmente negam.

E aí a única coisa que sinto é pena. Porque não é desta forma que vão deixar de ser infelizes. Antes pelo contrário.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Serviço Público #3

Não sabem em quem vão votar nas próximas eleições? Não sabem qual é o partido que vos gera mais simpatias? Não conseguem perceber afinal o que é isto de esquerda e direita?

Vão a http://www.bussolaeleitoral.pt/, respondam a umas perguntas e o resultado é-vos servido de bandeja. Não só o vosso posicionamento político, esquerda-direita, tradicional-moderno, conservador-cosmopolita, como também o partido português de quem mais se aproximam. E ainda podem comparar as vossas respostas às perguntas com as respostas de todos os partidos.

Quem é querida?

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

(Sem título)

Há uns dias li numa entrevista a uma repórter da Sic Notícias, a Ana Lourenço, uma frase que dizia qualquer coisa como "quando uma pessoa da nossa família está doente, isso sim é um problema. O resto são meros precalces que de forma mais fácil ou mais difícil acabam por se resolver".
E eu não podia estar mais de acordo com isto. Porque o sinto na pele. Todos os dias, minutos e segundos. Porque, por mais que queiramos pensar que vai correr tudo bem, há sempre medo. Porque, por mais que as pessoas nos digam vai correr tudo bem, há sempre receio. Porque, por mais que queiramos pensar noutra coisa e deixar o tempo passar e resolver as coisas pelo melhor, o nosso coração está sempre apertadinho.
Sei que há muitas pessoas que vão entender o que eu estou a dizer. Porque estão a passar por isso. Porque já passaram. Porque conhecem alguém próximo que já passou e lhes sentiram o sofrimento. Mas sei também que há outros que vão achar que estou a exagerar. Mas não estou. E espero sinceramente, sejam quem forem essas pessoas, que nunca tenham de passar por uma situação assim para perceberem que não há aqui ponta de exagero.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Constatação #4

Gosto (MUITO) de pessoas directas. Que dizem o que têm a dizer no matter what. Porque as amizades se o forem aguentam. E, no extremo oposto, não gosto de quem diz as coisas de forma indirecta, dissimuladamente, fazendo uso de subterfúgios. Acho que quando algo nos chateia ou temos coragem e sem ofender dizemos à pessoa o que pensamos ou é preferível ficarmos calados. Mas isso sou apenas eu.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Este homem #4

Bonito, elegante, inteligente, culto e interessante... É preciso dizer mais alguma coisa? Apaixonava-me em menos de três tempos...

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Um dia nós aprendemos

Depois de algum tempo tu aprendes a diferença,
A subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E tu aprendes que amar não significa apoiares-te,
E que companhia nem sempre significa segurança.
E começas a aprender que beijos não são contratos
E presentes não são promessas.
E começas a aceitar as tuas derrotas
Com a cabeça erguida e olhos adiante,
Com a graça de um adultoE não com a tristeza de uma criança.
E aprendes a construir todas as tuas estradas no hoje,
Porque o terreno do amanhãÉ incerto demais para os planos,
E o futuro tem o costume de cair no meio do vão.
Depois de um tempo tu aprendes
Que o sol queima se ficares exposto por muito tempo.
E aprendes que não importa o quanto tu te importes,
Algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceitas que não importa quão boa seja uma pessoa,
Ela vai ferir-te de vez em quando e tu precisas perdoá-la por isso.
Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobres que se leva anos para se construir confiança
E apenas segundos para destruí-la,
E que tu podes fazer coisas num instante,
Das quais te arrependerás para o resto da vida.
Aprendes que as verdadeiras amizades
Continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que tu tens na vida,
Mas quem tu tens na vida.
E que bons amigos são a família
Que nos permitiram escolher.
Aprendes que não temos que mudar de amigos
Se compreendemos que os amigos mudam,
Percebes que o teu melhor amigo e tu
Podem fazer qualquer coisa, ou nada,
E terem bons momentos juntos.
Descobres que as pessoas
Com quem tu mais te importas na vida
São-te tomadas muito depressa,
Por isso sempre devemos deixar
As pessoas que amamos com palavras amorosas,
Pode ser a última vez que as vemos.
Aprendes que as circunstâncias e os ambientes
Têm influência sobre nós,
Mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começas a aprender que não te deves comparar com os outros,
Mas com o melhor que podes ser.
Descobres que levas muito tempo
Para te tornares na pessoa que queres ser,
E que o tempo é curto.
Aprendes que não importa aonde já chegaste,
Mas para onde estás a ir.
Mas se tu não sabes para onde estás a ir,
Qualquer lugar serve.
Aprendes que, ou tu controlas as tuas acções
Ou elas te controlarão,
E que ser flexível não significaS
er fraco ou não ter personalidade,
Pois não importa quão delicada e frágil
Seja um situação,Existem sempre dois lados.
Aprendes que heróis são pessoas
Que fizeram o que era necessário fazer,
Enfrentando as consequências.
Aprendes que a paciência requer muita prática.
Descobres que algumas vezes
A pessoa que tu esperas que te chute quando tu cais~
É uma das poucas que te ajuda a levantar.
Aprendes que maturidade tem mais a ver
Com os tipos de experiência que tiveste
E o que tu aprendeste com elas
Do que com quantos aniversários já celebraste.
Aprendes que há mais dos teus pais em ti
Do que tu supunhas.
Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança
Que os sonhos são uma parvoíce,
Poucas coisas são tão humilhantes
E seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprendes que quando estás com raiva
Tens o direito de estar com raiva,
Mas isso não te dá o direito de seres cruel.
Descobres que só porque alguém não te ama
Da forma que tu queres que te ame,
Não significa que esse alguém
Não te ame com tudo o que pode,
Pois existem pessoas que nos amam,
Mas simplesmente não sabem
Como demonstrar ou viver isso.
Aprendes que nem sempre é suficiente
Ser perdoado por alguém,
Algumas vezes tu tens que aprender
A perdoar-te a ti mesmo.
Aprendes que com a mesma severidade com que julgas,
Tu serás em algum momento condenado.
Aprendes que não importa
Em quantos pedaços o teu coração foi partido,
O mundo não pára para que tu o consertes.
Aprendes que o tempo não é algo
Que possa voltar para trás,
Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma,
Ao invés de esperares que alguém te traga... flores.
E tu aprendes que realmente podes suportar...
Que realmente és forte,
E que podes ir muito mais longe
Mesmo depois de pensares que não podes mais.
E que realmente a vida tem valor
E que tu tens valor diante da vida!
As nossas dádivas são traidoras
E fazem-nos perder
O bem que poderíamos conquistar,
Se não fosse o medo de o tentar...'

(William Shakespeare)
Recebi por e-mail o aviso, do Sávio Fernandes, de que este poema não é do Shakespeare e sim a adaptação do poema After a while, da Veronica Shoffstall.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Pergunta #6

Duas pessoas que se amam fazem sempre amor ou também fazem sexo? E podem fazer ao mesmo tempo sexo e amor? Ou quando fazem amor é uma coisa e quando fazem sexo é outra?

P.S.: "Pergunta" é uma das rubricas do "A Vida de Uma gaija" que têm por objectivo incentivar a vossa participação e os vossos comentários, por forma a estimular debate/discussão e aprendermos algo uns com os outros.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Pergunta #5

Vamos lá descontruir um mito (ou quem sabe ajudar a confirmá-lo): a primeira vez é mesmo assim tão importante? E é possível que na primeira vez o sexo seja bom (e por bom não digo que seja bonito e fofinho e ternurento)? E é marcante ou não para a vida futura?

P.S.: "Pergunta" é uma das rubricas do "A Vida de Uma gaija" que têm por objectivo incentivar a vossa participação e os vossos comentários, por forma a estimular debate/discussão e aprendermos algo uns com os outros.