sexta-feira, 17 de abril de 2009

Da vida #1

Hoje estive com uma amiga de quem gosto muito e de quem sou amiga há anos. Desde o 10º ano (tenho quase 28 e nunca chumbei).
E hoje pensei e pensei sobre os diferentes rumos que a vida e as opções nos fazem tomar.
E, transpondo isso da amizade para o amor, percebi, não me tendo sentido identificada, tendo, até, sentido algum distanciamento, (mais ainda) porque é que, em relações amorosas, o amor apenas não chega.
É que por mais que gostemos das pessoas, as escolhas, as vivências, as formas de estar, sentir e viver, a identificação são, também, muito, muito importantes.
E se é assim na amizade, que, supostamente é mais duradoura do que o amor, neste então...

Hopes (and fears...)

One Day (Belinda More)

Somebody who's cool
Somebody who want's to see it through
Tell me why our hope's grew
Why I play the fool
Never find the right guyS
omebody tell me why?
Tell me why?
See I've become an expert
Hearing lies, gettin' hurt
Tired of the goodbyes
Somebody tell me why?
(Somebody tell me)
Tell me why?
He'll come along
(Life can say that)
Real love is strong
(There's no doubt that)
One day I'll find
Somebody who's cool
Somebody who's true
Someone who wants to see it through
One day I'll find
Someone so sweet
Somebody who knows just how to treat
Somebody like me
hey,yeah,yeah,yeah,yeah,
Seems that time has come again
I'm the one who's cryin'
So unsatisfied
Somebody tell me why?
Tell me why?
(Somebody tell me why)
Everytime I fall down
Im on the rebound
Never find the right guy
Somebody tell me why?
(Somebody tell me)
Tell me why?
He'll come along
(Im not satisfied)
Real love is strong
(There's no doubt that)
One day I'll find
Somebody who's cool
Somebody who's true
Someone who wants to see it through
One day I'll find
Someone so sweet
Somebody who knows just how to treat
Somebody like me
Hey,yeah,yeah,yeah,yeah,
Gotta find the one who will make it fun
Even when times may get me down
No need to try
One day I'll findOh!
Hey, yeah,yeah,yeah,yeah,
Somebody who's true
Someone who wants to see it through
One day I'll findSomeone so sweet
Somebody who knows just how to treat
Somebody like me

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Para ti, sempre

Um dia gostava de acordar com o sol a entrar pela janela e saber-te na varanda, a olhar o infinito, pelo mar. De me erguer demoradamente, ainda ensonada, vestir o roupão turco, abrir a janela e abraçar-te por trás, sabendo que me esperavas. Debruçar-me sobre os teus ombros e dar-te um beijo terno no pescoço, pleno de carinho, que reflectisse o que vivemos na noite que ainda agora amanheceu.
Saber que estavas lá fora não porque não quisesses estar deitado ao meu lado, mas porque precisavas de perceber como é que afinal tudo fazia ainda, e após tantos anos de ausência e distância, tanto sentido. E porque me esperavas, querendo sentir que quando acordasse eras o primeiro lugar onde me dirigia.
Sentir que encostavas a cabeça ao ombro, depois de te beijar o pescoço, como que a proteger o beijo que te tinha dado. Para não o deixares fugir. Para o conservares em ti. Ao mesmo tempo que abraçavas as minhas mãos nas tuas mãos.
Palavras não eram precisas. Nunca tinham sido, não eram e não seriam. E no entanto, amiúde, havia-as em demasia, porque a comunicação em nós sempre funcionara, reflexo da enorme amizade e ainda maior admiração. Por isso sabíamos sempre o que outro queria, precisava e estava a pensar.
Ficar ali, abraçada a ti, em cumplicidade, a olhar o mar e a pensar na noite que acabara havia pouco, na qual finalmente tínhamos realizado o desejo tantos anos contido, umas vezes confessado, outras escondido e outras mesmo até negado.

A noite anterior.
Perfeita.
Demais para ser verdade. Mas ainda com um sabor a demasiado pouco perante tudo o que sempre sentimos pelo outro. Como que a obrigar repetição. Sempre. Mais e mais e mais.
Começara num abraço. Os nossos abraços, sempre. Apertados, cúmplices, sinceros. A seguir um jantar, onde a conversa fluíra com a energia habitual. Silêncios a meio e um reflexo nos olhos do outro de que não era preciso dizer mais. Um olhar diferente, como o que havia há 10 anos. Olhar que levou a que um e outro pensássemos “é hoje!” sem no entanto o confessarmos.
Terminado o jantar, a vontade de continuarmos juntos ditou que fôssemos para outro lado e guiou-nos substituindo as palavras. Queríamos continuar juntos, a conversa e os muitos anos de afastamento a servirem de pretexto. Naturalmente, sem pensar, saímos do restaurante de mãos dadas e ao chegar ao carro, um novo abraço. Sempre cúmplice, mas mais quente. Pela primeira vez sentimos o corpo um do outro. Na verdadeira dimensão que sentir significa. Pela primeira vez assumirámos, em silêncio, ser um homem e uma mulher com sentimentos um pelo outro para além da amizade. E por isso aquele abraço foi mais que um abraço. Foi já o pronuncio de algo mais. Aquela noite era nossa. Aquela iria ser a nossa noite.
O beijo –o nosso primeiro beijo, inacreditável, surgiu alguns minutos depois, já sentados no muro da praia para onde tínhamos ido. Foi demasiado bom para ser real, mas, ao mesmo tempo, estranho. Acho que foi aí que percebemos que as palavras eram escusadas, tinha sido sempre o nosso maior problema –falarmos demais e ficarmos por aí. A seguir ao beijo um novo abraço e a pergunta, sussurrada:

- Queres passar a noite comigo?

A resposta veio num novo beijo, menos estranho, melhor ainda que o anterior.
Sem pensar e sem falar, dirigiramo-nos para um hotel, onde pudéssemos estar juntos.
Quando lá chegámos a primeira coisa que fiz foi ir à casa de banho. Queria ver-me ao espelho, para ter a certeza que estava ali. Ajeitei o cabelo, inspirei fundo e voltei ao quarto.
Estava escuro. Apenas a luz da lua me iluminava o caminho.
Vi-te, já deitado na cama, de olhos semi-fechados, dirigidos ao tecto. Deitei-me ao teu lado, de costas voltadas para ti e senti-te virar para mim. Abraçaste-me pela cintura e voltei a sentir-te. Encaixei-me no teu corpo. Deste-me um beijo terno no pescoço, que me proporcionou um arrepio por todo o corpo. Foi aí que me apercebi da tua proximidade e aproveitei para me encostar ainda mais a ti. Enroscados um no outro, ficámos ali uns minutos, em silêncio.
Até que me virei para ti. Fizeste-me uma festa no rosto e beijámo-nos durante alguns minutos. Começamos, a pouco e pouco, a tirar a roupa. Abraçados, encostamo-nos mais. O teu corpo está quente. Pela primeira vez sentimo-nos pele contra pele.
Beijas-me o pescoço, os lábios, os ombros até chegares aos meus seios, que beijas um a um, fazendo-me gemer e suspirar. Fico ainda mais excitada.
Deito-me de barriga para cima e deixo que me percorras o corpo com a língua, as mãos e os dedos, provocando-me arrepios de prazer em todo o lado. É tão bom sentir-te assim.
Continuas. Desces cada vez mais. Beijas-me a barriga de uma forma tão quente que me provocas pele de galinha. Mas sei que não vais parar por aí. E tenho razão.
Agarras-me as ancas com as mãos e puxas-me para ti.
Uns segundos depois sinto ainda mais o calor e a sensualidade da tua língua. Fecho os olhos e fico só assim, a sentir. Cada vez mais excitada.
Depois é a minha vez de te dar prazer. De percorrer o teu corpo com a minha língua e com as minhas mãos, até te fazer gemer de prazer.
De repente, fazes-me parar, voltar a deitar-me de barriga para cima e deitas-te em cima de mim.
Não consigo explicar o que senti logo a seguir, quando te senti entrar em mim e transformarmo-nos num só. Sei que o sentiste também, pela expressão que vi no teu olhar, pela forma como me beijaste em seguida.
Ficámos ali, num crescendo de prazer e intimidade até não aguentarmos mais e nos virmos, em simultâneo, com um suspiro profundo.
A noite foi nossa. E nela, descobrimos, juntos, o verdadeiro significado da expressão fazer amor. Uma, duas, três vezes. Qual delas a mais perfeita, quente, cúmplice, apaixonada, inebriante.
Os meus lábios nos teus, a tua pele na minha pele, as nossas mãos no corpo um do outro, o teu corpo no meu. Cada toque, cada gesto, cada beijo, cada suspiro de prazer, a dar sentido a tudo, a explicar o porquê de sempre nos termos sentido tão ligados.
E no fim, adormecermos abraços e abrir os olhos, várias vezes durante a noite, só para ter a certeza que de facto estávamos ali.
E de manhã, ir ter contigo à varanda, para olhar o infinito abraçada a ti.

O que é que vamos fazer? Não interessa. Juntos, conseguimos tudo. Porque tudo faz sentido.

Este texto é para ti.
Porque um dia gostava de acordar com o sol a entrar pela janela e saber-te na varanda, a olhar o infinito, pelo mar.
Porque apesar de não te amar neste momento, vou amar-te para sempre. E porque gostava mesmo que isto um dia acontecesse. Com estas ou outras palavras, seria sempre perfeito.
Porque não quero que a minha vida acabe sem TE sentir. Se NOS sentir.

Nota: este texto é semi-ficção. Faz alusão a uma pessoa especial, que passou na minha vida há alguns anos, de quem ainda sou muito amiga, e que terá sempre um espaço no meu coração.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Como sobreviver a uma mulher com TPM

PERIGOSO: O que tens para o jantar?S
EGURO: Posso ajudar-te no jantar?
SEGURÍSSIMO: Onde queres ir jantar?
ULTRA-SEGURO: Come este chocolate.

PERIGOSO: Vais vestir isso?
SEGURO: Ficas bem de castanho!
SEGURÍSSIMO: Uau! Tás o máximo!
ULTRA-SEGURO: Come este chocolate.

PERIGOSO: Estás nervosa porquê?
SEGURO: Será que não estamos a exagerar?
SEGURÍSSIMO: Anda cá. Deixa-me fazer-te um carinho...
ULTRA-SEGURO: Come este chocolate.

PERIGOSO: O que é que fizeste o dia todo?
SEGURO: Espero que não tenhas trabalhado demais hoje.
SEGURÍSSIMO: Adoro quando vestes esse robe!
ULTRA-SEGURO: Come mais um pouco de chocolate.

Eis algumas definições para TPM:
- TPM = Todos os Problemas Misturados
- TPM = Tendências para Pontapés e Murros
- TPM = Temporada Proíbida para Machos
- TPM = Tocou, Perguntou, Morreu
- TPM = Tente no Próximo Mês
- TPM = Tempo Para Meditação
- TPM = Tendência Para Matar
- TPM = Tira as Patas, Malandro
- TPM = Total Paranóia Mental

domingo, 12 de abril de 2009

Alerta do Infarmed

Nome do Medicamento: HOMEM

Indicações: HOMEM é recomendado para mulheres em geral. HOMEM é eficaz no controle do desânimo, da ansiedade, irritabilidade, mau-humor, insónia, etc. Posologia e Modo de usar: HOMEM deve ser usado pelo menos três vezes por semana. Não desaparecendo os sintomas, aumente a dosagem ou procure outro. HOMEM é apropriado para uso externo ou interno, dependendo das necessidades da mulher.

Precauções: Mantenha longe do alcance das amigas. Manuseie com cuidado, pois HOMEM explode sob pressão, principalmente quando associado a álcool etílico. É desaconselhável o uso imediatamente após as refeições.

Efeitos Secundários: O uso excessivo de HOMEM pode produzir dores nas ancas, dores abdominais, entorses, contraturas lombares, assim como ardor na região pélvica. Recomenda-se banhos de assento, repouso, e contar vantagem para a melhor amiga.

Efeitos Colaterais: O uso inadequado de HOMEM, pode acarretar gravidez e acessos de ciúmes. O uso concomitante de produtos da mesma espécie pode causar enjoo, fadiga crónica e em casos extremos lesbianismo.

Prazo de Validade: O número do lote e a data de fabricação, encontram-se no Bilhete de Identidade e no cartão de crédito. Composição: Água, tecidos orgânicos, ferro e vitaminas do complexo P.

Cuidados: Existem no mercado algumas marcas falsificadas, a embalagem é de excelente qualidade, mas quando desembrulhado, verifica-se que o produto não fará efeito nenhum, muito pelo contrário, o efeito é totalmente oposto, ou seja, além de não ser eficaz no tratamento das mulheres, podem agravar os sintomas e até inibindo o efeito do medicamento correcto.

INSTRUÇÕES PARA O PERFEITO FUNCIONAMENTO DE UM HOMEM

1 - Ao abrir a embalagem, faça uma cara neutra: não se mostre muito empolgada com o produto. Se fica muito seguro de si, o HOMEM não funciona bem, vive dando defeito.

2 - Guarde em local fresco (HOMEM fedorento não dá) e seguro (não esqueça que ele é o sexo frágil).

3 - Deixe fora do alcance daquela vizinha loira e sorridente. Ela pode fazer um estrago no seu produto.

4 - Para ligar, bastam uns beijinhos no pescoço pela manhã. Para desligar, providencie uma noite de sexo. Ele dorme feito um pedra e não diz nem boa noite (falta de educação é um defeito de fábrica).

5 - Programe-o para assinar os talões de cheque sem fazer muitas perguntas.

6 - Carregue as baterias três vezes por dia: café da manhã, almoço e jantar. Mais do que isso provoca pneuzinhos indesejáveis.

Atenção: HOMEM não tem garantia e todas as espécies são sujeitas a defeitos de fábrica, como deixar toalha molhada na cama, urinar na tampa da sanita,deixá-la levantada, fazer bagunça, espalhar as coisas, criticar, reclamar, se auto-exaltar, beber demais, comer cebola, esquecer datas de aniversário, roncar, etc.... Não existe conserto. A solução é ir trocando até que se ache o modelo ideal, e recentes pesquisas informaram, que ainda NÃO FOI INVENTADO; mas não custa tentar....

sábado, 11 de abril de 2009

Constatação #3

Quando as pessoas são inseguras e têm baixa auto-estima ficam ofendidas por tudo e por nada. E dramatizam situações simples e fazem tempestades em copos de água e tudo e tudo e tudo.

Haja paciência!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Como enlouquecer um homem

(ih ih ih ih ih)

Mulher - Onde vais?
Homem - Vou sair um pouco.

M - Vais de carro?
H - Sim.

M - Tens gasolina?
H - Sim... pus ontem.

M - Vais demorar?
H - Não... coisa de uma hora.

M - Vais a algum lugar específico?
H - Não... só andar por aí.

M- Não preferes ir a pé?
H - Não... vou de carro.

M - Traz um gelado para mim!
H - Trago... que sabor?

M - Manga.
H - Ok... quando vier eu compro.

M - Quando vieres?
H - Sim... senão derrete.

M - Passas lá agora, compras e deixas aqui.
H - Não... é melhor não! Quando vier...é rápido!

M - Ahhhhh!
H - Quando eu voltar eu como um gelado também!

M - Mas tu não gostas de manga!
H - Eu compro outro... de outro sabor.

M - Mas assim fica caro... traz de morango!
H - Eu não gosto também.

M - Traz de chocolate... nós gostamos os dois.
H - Ok! Beijo... volto logo...

M - Ei!
H - O que?

M - Chocolate não... Flocos...
H - Não gosto de flocos!

M - Então traz de manga para mim e o que quiseres para ti.
H - Foi o que sugeri desde o início!

M - Estás a ser irónico?
H - Não...! Vou indo.

M - Anda aqui dar-me um beijo de despedida!
H - Querida! Eu volto já... depois.

M - Depois não... quero agora!
H - Tá bem! (Beijo.)

M - Vais com o teu ou com o meu carro?
H - Com o meu.

M - Vai com o meu... tem leitor de Cd's... o teu não!
H - Não vou ouvir música... vou espairecer...

M - Tás a precisar?
H - Não sei... vou ver quando sair!

M - Não demores!
H - É rápido... (Abre a porta de casa.)

M - Ei!
H -Que foi agora?

M - Que horror.. que mau humor!! Vai embora!
H - Calma... estou a tentar sair e não consigo!

M - Porque é que queres ir sozinho? Vais-te encontrar com alguém?
H - O que queres dizer?

M - Nada... não quero dizer nada!
H - Espera lá... achas que te ando a trair?

M - Não... claro que não... mas sabes como é, nunca se sabe!
H - Como é o quê?

M - Homens!
H - Generalizando ou a falar de mim?

M - Generalizando.
H - Então não é meu caso... sabes que eu não faria isso!

M - Tá bem... então vai.
H - Vou.

M - Ei!
H - Que foi, carago?

M - Leva o telemóvel, estúpido!
H - Para quê? Para me tares a ligar?

M - Não... caso aconteça algo, estás com o telemóvel se for preciso.
H - Não... não te preocupes...

M - Olha... desculpa pela desconfiança. .. estou com saudades... só isso!
H - Ok meu amor... Desculpa se fui mau pra ti.. eu Amo-te!

M - Eu também!

M - Posso jogar no teu telemóvel?
H - Para quê?

M - Sei lá! Só um joguinho!
H - Queres o meu telemóvel para jogar?

M - Sim.
H - Tens a certeza?

M - Sim.
H - Liga o computador.. . Tem lá um monte de joguinhos!

M - Não sei mexer naquela lata tão velha!
H - Lata velha? Comprei para nós no mês passado!

M - Tá.. ok... então leva o telemóvel senão eu vou jogar com ele...
H - Podes mexer então... não tem nada que não possas ver...

M - Sim?
H - Sim.

M - Então onde está?
H - O quê?

M - O que deveria estar no telemóvel mas não está...
H - Como!?

M - Nada! Esquece!
H - Tás nervosa?

M - Não... não tou...
H - Então vou!

M - Ei!
H - Que ééééééé?

M - Já não me apetece o gelado ta?
H - Ah é?

M - É!
H - Então eu também já não vou sair!

M - Ah é?
H - É.

M - Que bom!! Vais ficar comigo?
H - Não.. tou cansado... vou dormir!

M - Preferes dormir do que ficar comigo?
H - Não... vou dormir, só isso!

M - Estás nervoso?
H - Claro, porra!!!

M - Por que não vais dar uma volta para espairecer?

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Alguém me explica...

Como é que uma rapariga elegante, bonita, com classe, inteligente e com uma posição social privilegiada, como a Cristina Ferreira anda com um bimbo como o namorado dela?
P.S.: vi-os hoje e fiquei pasmada a olhar como é possível ela não se dar conta da situação. Apeteceu-me dar-lhe dois estalos e dizer: "ACORDA!"

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Porque nunca é demais lembrar...

"Fui à festa, mãe. Fui à festa, e lembrei-me do que me disseste. Pediste-me que eu não bebesse álcool, mãe... Então, bebi uma 'Sprite'. Senti orgulho de mim mesma, exactamente o modo como me disseste que eu me sentiria. E que não deveria beber e de seguida conduzir.Ao contrário do que alguns amigos me disseram. Fiz uma escolha saudável, e o teu conselho foi correcto.
Quando a festa finalmente acabou e o pessoal começou a conduzir sem condições, fui para o meu carro, na certeza de que iria para casa em paz...
Eu nunca poderia esperar... Agora estou deitada na rua e ouvi o policia dizer: 'O rapaz que causou este acidente estava bêbado'. Mãe, a voz parecia tão distante... O meu sangue está por todo o lado e eu estou a tentar com todas as minhas forças não chorar... Posso ouvir os paramédicos dizerem: 'A rapariga vai morrer'...
Tenho a certeza de que o rapaz não tinha a menor ideia, enquanto ele estava a toda velocidade, afinal, ele decidiu beber e conduzir!!
E agora eu tenho que morrer. Então... Porque é que as pessoas fazem isso, mãe? Sabendo que isto vai arruinar vidas? A dor está a cortar-me como uma centena de facas afiadas.
Diz à minha irmã para não ficar assustada, mãe, diz ao pai que ele tem que ser forte.
Quando eu partir, escreva 'Menina do Pai' na minha sepultura...
Alguém deveria ter dito àquele rapaz que é errado beber e conduzir. Talvez, se os pais dele o tivessem avisado, eu ainda estivesse viva...
Minha respiração está a ficar mais fraca mãe, e estou a ficar realmente com medo. Estes são os meus momentos finais e sinto-me tão desesperada...
Gostaria que tu pudesses abraçar-me mãe, enquanto estou aqui esticada a morrer, gostaria de poder dizer que te amo mãe...Então... Amo-te. Adeus...'


É verdade que o texto é dramático. Mas nunca é demais lembrar que estas coisas acontecem e o alcóol e a condução não conjugam e muitos destes acidentes se poderiam evitar. Já bastam todos os outros, que, por mais que tentemos, irão acontecer sempre.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Séc. XXI

Hoje, estava eu a (tentar) estacionar perto da minha casa quando sou ultrapassada por dois carros. A seguir, já em plena manobra de estacionamento, quando chego o carro à frente para o ajeitar, vem um carro que tem de, a muito custo parar e, quando eu termino e ele consegue passar, olha para mim com ar reprovador, cara de zangado e abana a cabeça.

Se fossem eles a fazer a manobra, já gostavam que as pessoas esperassem e ficariam indiganados caso isso não acontecesse.

E eu pergunto-me: qual é o problemas das pessoas hoje em dia que não sabem esperar um bocadinho enquanto os outros fazem alguma coisa? De onde vem todo este egoísmo e toda esta falta de civismo?

É isto o séx. XXI?

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Amizade #1

Há uns dias vivi uma situação que me mostrou que a amizade é um dos valores que mais prezo.

O namorado de uma amiga minha foi injusto e estúpido com duas pessoas que conheço há pouco tempo. A situação não era comigo, mas acabaram por ma contar e eu própria acabei por lê-la (foi no fórum). E estive muito, muito perto de escrever a minha opinião, tentando repôr alguma justiça nos factos, porque, se há valor que tento sempre preservar é a justiça e, quando vejo injustiças, toda eu me eriço.

No entanto, após ponderar uns dias (algo novo em mim, já que sou uma criatura muito impulsiva, mas ando a tentar mudar) resolvi que não iria fazer nem dizer nada, porque não quis que a minha amiga ficasse triste ao ver-me a mim, uma amiga, a escrever algo que punha em causa o namorado dela. Até porque, provavelmente, ela própria terá visto e percebido que ele tinha sido estúpido e injusto com as outras pessoas. Claro que ela nunca vai saber esta minha atitude, nem eu o fiz para que ela achasse "ah, a Miss G. é tão minha amiga que até prescindiu de uma opinião própria por ser minha amiga". Fí-lo mesmo por amizade a ela. Sem hesitar. E isso mostrou-me algo que a amizade é algo a que dou (mesmo) muito valor. não que já não o soubesse, mas é sempre bom sentí-lo.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Prémio #3, Desafio #1

A BubbleMind e a Kuka presentearam-me com o selo " Roxie" e o seguinte desafio:
( desde já agradeço e retribuo)

1 - Exibir a imagem do selo "Seu blog é ROXIE!"
2 - Colocar o nome de quem deu o selo
3 - Escrever 5 coisas que são ROXIE :

- Sobre música: The Corrs, Alanis Morisette, Aimee Man, Mafalda Veiga, Sérgio Godinho

- Sobre televisão e cinema: Televisão: Dr. House, Anatomia de Gray, alguns debates e programas informativos; Cinema: The Reader, Vicky Cristina Barcelona, The Strange Case of Benjamin Button, Rachel Getting Married, etc., etc., etc. (e isto só para falar em alguns dos que vi nos últimos dois meses. Sou viciadíssima)

- Três Países que sonha em conhecer: Itália, Grécia, Espanha

- Três cores favoritas: Vermelho (paixão), verde (esperança), azul (mar, céu)

- Três hobbies: ler, escrever, fazer bijutaria (e TANTOS outros)

- Indicar 10 blogues que acho ROXIE: passo. Como vêem, a minha listinha tem bem mais de dez blogues e não quero excluir nenhum. E, além destes, mais há (é, tenho de actualizar a listinha) que lio diariamente e dos quais gosto muito.

quinta-feira, 2 de abril de 2009


A legenda desta imagem era: um dos grandes problemas do ser humano é falar demais e não saber ouvir. Couldn't agree more!
P.S.: cliquem na imagem para aumentar.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Woody Allen ou Benjamin Button?

'A minha próxima vida', de Woody Allen

A minha próxima vida quero vivê-la de trás para a frente. Começar morto para despachar logo esse assunto. Depois acordar num lar de idosos e sentir-me melhor a cada dia que passa. Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a pensão e começar a trabalhar, receber logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos até ser novo o suficiente para gozar a reforma. Divertir-me, embebedar-me e ser de uma forma geral promíscuo, e depois estar pronto para o liceu. Em seguida a primária, ficar criança e brincar. Não tenho responsabilidades e fico um bébé até nascer. Por fim, passo 9 meses a flutuar num spa de luxo com aquecimento central, serviço de quartos à descrição e um quarto maior de dia para dia, e depois Voilá! Acabo num orgasmo!

P.s.: ando sem tempo... mas ideias há muitas, por isso rapidamente volto aos meus textos. E respondo aos comentários e aos mails que ainda não respondi.

sábado, 28 de março de 2009

House #1

E, à célebre frase do Dr. Gregory House, "toda a gente mente", apetece-me acrescentar "as pessoas conseguem sempre surpreender-nos".

Quer no bom, quer no mau sentido.

Por muito que pensemos "agora já não é possível surpreenderes-me mais".

É. É sempre possível.

Com tudo o que isso tem de bom e de mau.